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Sob O Olhar De Um Poeta 3
Sob O Olhar De Um Poeta 3
Sob O Olhar De Um Poeta 3
E-book506 páginas2 horas

Sob O Olhar De Um Poeta 3

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Sobre este e-book

145º livro do autor das séries OLYMPUS (em 16 volumes com 300 poemas em cada um) e EROTIQUE (em 13 volumes com 50 poemas sensualmente líricos em cada um). Alguns trechos: “De alegria, meus olhos chovem, Emocionados por te verem passar, E, por encanto, até pareço mais jovem, Linda é essa magia de te amar...” “Nos caminhos por onde passo, Junto contigo, de mãos dadas, Fica um rastro de Poesia...” “Eu era feliz e não sabia! Por que ninguém me contou Que era você a fonte da felicidade E onde morava toda a minha Poesia? E agora, que você se foi e nunca voltou, O que faço com essa maldita saudade?” “Todas as vezes em que você me fita Com essa paixão no olhar impressa, Sinto na alma que a Poesia é infinita, E o amor que lhe dou, a mim regressa...” “Foi logo depois da meia-noite Que meu relógio quebrou, O meu mundo ruiu E o tempo parou.” “E, enquanto eu te desbravo, Tu me fazes de teu escravo, Conduzindo-me por tuas entranhas, Para matar tuas sedes tamanhas, Beijando-me por vezes sem conta, Até que afinal o Sol desponta, Num novo dia que se anuncia, Em que me despertaste o dom da Poesia...” “E continuo nesse interminável impasse, Cada vez que nos vemos, minhas pernas tremem, E esse tremor por todo o meu corpo se alastra, Sem conseguir esse seu olhar misterioso decifrar... O suor frequentemente escorre por minha face, Ao vê-la tão linda, meus olhos gemem, E tento esconder o amor atrás de uma pilastra, Tudo por causa da questão que não sei formular...” “Vá embora, solidão, Vê por favor se me esquece, Vá procurar outro desolado coração, Que como o meu, de abandono padece...” “Chegue a tempo De me salvar Das armadilhas Que a Poesia me preparou Em meus versos inquietos Senão o que me restará Ao final das horas Que o destino reservou a nós dois Serão apenas tristes lembranças De mim mesmo...” “A última flor que exalava Poesia Morreu mas não foi sepultada, E não foi nenhuma heresia Pois nem tinha alguma estrofe rimada, E aquela flor imaginária Sequer espalhava perfume, Não tinha nenhuma rima lendária E herdara da noite o negrume,” “Se não fosse você, Onde o meu último sonho moraria, Quem iria me perguntar o porquê De minha mente jorrar Poesia?” “Recorda-te de nossas noites insones, Um no outro buscando prazeres, Nossas bocas trocando ciclones, E entre gritos os lençóis a morderes?” “Foi numa noite estranha Que o meu mundo desabou, E a desilusão foi tamanha, Que meu navio naufragou E então foi a pique, Com o casco todo rasgado, E não há nenhum livro que explique Como remendar um coração destroçado!” “Não sei como pôde terminar assim Aquele amor que era tão grande, E extinguiu-se aos poucos até chegar ao fim, Pois o amor é inconstante, não há quem o comande, E, quando se acaba, é como uma avalanche Que arrasta em seu curso sentimentos e vidas, E o fim do amor é como um desmanche, No qual se empilham almas perdidas...” “E então fiz uma videochamada e lhe contei o motivo, Você disse que demorei, e juntos rimos, Num riso contagiante, cheio de promessas, Que fez em minha alma um curativo, Para deixar de sangrar inutilmente, À espera de que alguém chegasse, E eu soube, ao ouvir sua risada, O porquê daquele seu olhar ardente, Que incendiava sua face, Que, mesmo pelo celular, vi transformada, Por uma saudade irracional, Assim como a minha se tornara,” “As canções que compus perderam o ritmo, Nada do que planejei com você deu certo, Baixou um vírus em meu algoritmo, Meus jardins suspensos viraram um deserto, Da minha inspiração, que era um colosso, Já quase não saem mais poemas de amor, Meu filé mignon transmutou-se em um osso, A comédia que escrevia virou um enredo de terror, Não saem mais de minha boca aquelas gargalhadas, Que contaminavam todos que estavam ao redor, E que eram antes uma de minhas marcas registradas, E esqueci como era seu rosto, que conhecia de cor...” “Sou um humilde artesão A co
IdiomaPortuguês
Data de lançamento13 de fev. de 2024
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