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Mediunidade - Desenvolvendo Na Umbanda
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E-book73 páginas1 hora

Mediunidade - Desenvolvendo Na Umbanda

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DESENVOLVIMENTO MEDIÚNICO NA UMBANDA – PASSO A PASSO
IdiomaPortuguês
EditoraClube de Autores
Data de lançamento12 de jun. de 2025
Mediunidade - Desenvolvendo Na Umbanda

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    Mediunidade - Desenvolvendo Na Umbanda - Babalorixá Glauco T´ogum

    DESENVOLVIMENTO

    MEDIÚNICO

    NA UMBANDA –

    PASSO A PASSO

    Introdução

    Era costume, entre as antigas ordens de cavaleiros medievais, grafar frases de efeito em suas espadas.

    Uma das mais famosas dizia: Não me desembainhar sem razão, não me empunhar sem valor.

    Isto é, os cavaleiros só deviam retirar suas espadas se houvesse uma causa justa e, depois de retirada, deveriam empunhá- la com muita honra, nunca esquecendo os valores nobres de um cavaleiro.

    Penso que esta frase se aplica perfeitamente à mediunidade no contexto da Umbanda: jamais devemos utilizá-la sem razão e nunca

    devemos esquecer nosso compromisso espiritual, parafraseando.

    A mediunidade é, por um lado, um dom divino, pois permite ao homem o contato com o espiritual, o que deve sempre ser feito de forma sagrada.

    Por outro, pode ser entendida como uma conquista do espírito, um sentido extra, o que não lhe tira também o devido valor.

    Seja como for, a mediunidade no contexto da Umbanda é o carro- chefe da religião, a parte mais importante, pois é através dela que os médiuns entram em transe e permitem a manifestação de seus guias espirituais que

    descem à Terra com o propósito de ajudar, aliviar e esclarecer.

    Por esta razão escrevo este livro, a fim de compartilhar o nosso modelo de

    desenvolvimento mediúnico, construído em parte a partir da minha própria experiência e, por outra parte, com auxílio e apontamento dos espíritos, dando origem a um método que pode facilitar o desenvolvimento da mediunidade aos terreiros que se identificarem com o mesmo.

    Não se trata – sem dúvida – de um método

    perfeito, porém, ao longo dos anos, tenho compartilhado este método em conversas informais com pessoas de todo o Brasil que sempre se encantaram com o mesmo e lamentaram que seus terreiros ainda prefiram um desenvolvimento caótico a um estruturado.

    Este método não oferece milagres, nem caminhos fáceis.

    Contudo, procura sistematizar o desenvolvimento em fases, apontando os pontos positivos e negativos de cada parte do processo e pode ser igualmente esclarecedor tanto aos dirigentes quanto aos médiuns novatos.

    Enfim, sem pretensão de infalibilidade, ofereço mais um livro gratuito à comunidade umbandista, com a melhor das intenções.

    Como todos os demais, este livro foi escrito de uma forma simples, por uma pessoa simples e destinado a outras pessoas igualmente simples.

    Capítulo 1:

    Quem pode ser médium?

    A mediunidade é um atributo humano e, por isso, encontrada em todas as culturas, em todas as épocas, colorida das mais diversas formas ao longo do tempo.

    É uma possibilidade que Deus nos concedeu para que não nos sentíssemos tão isolados no imenso cosmos...

    Contudo, um real entendimento desta faculdade só começou a nascer no século XIX, com as publicações de Allan Kardec e apenas no século XX, com a especial contribuição do espírito André Luiz, através de Chico Xavier, é que pudemos, enfim, formar um entendimento mais profundo desta faculdade humana.

    É certo, porém, que tais obras não tratam de Umbanda.

    Contudo, não devem ser desprezadas.

    Se a mediunidade é uma faculdade humana –

    e ela é – então, sua manifestação será sempre a mesma, embora cada religião/movimento/cultura possa interpretá-la de determinada forma.

    Logo, não existe uma mediunidade espírita

    ou mediunidade umbandista, existe apenas a mediunidade, sendo o Espiritismo ou a Umbanda duas religiões que dão abertura a ela.

    Isto quer dizer que a incorporação num centro espírita é exatamente o mesmo fenômeno que ocorre num terreiro de Umbanda e é por isso que um médium espírita pode vir a se tornar umbandista e vice- versa.

    É claro que terá de aprender a cultura da nova religião, porém, mediunidade é mediunidade, independentemente da escola em que tal médium tenha se desenvolvido.

    Porém, efetivamente, quem pode ser médium?

    Popularmente,

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