O Centenario de José Estevão Homenagem da Maçonaria Portugueza
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O Centenario de José Estevão Homenagem da Maçonaria Portugueza - Sebastião de Magalhães Lima
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Sebastião de Magalhães Lima
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Title: O Centenario de José Estevão
Homenagem da Maçonaria Portugueza
Author: Sebastião de Magalhães Lima
Release Date: December 16, 2008 [EBook #27542]
Language: Portuguese
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Produced by Pedro Saborano. A partir da digitalização
disponibilizada pela bibRIA.
O Centenario
de José Estevão
DISCURSO
PRONUNCIADO NO THEATRO DE AVEIRO
EM NOME DA
Maçonaria Portugueza
MAGALHÃES LIMA
O Centenario
de José Estevão
HOMENAGEM
DA
Maçonaria Portugueza.
LISBOA
Composto e impresso na Typ. La Bécarre, de F. Carneiro & C.ª
47, Rua Nova do Almada, 49
1910
Aos
Maçons Portuguezes
Meus companheiros e meus Irmãos
Lisboa, 26 de Dezembro de 1909.
Magalhães Lima
SENHORAS E SENHORES:
A vossa manifestação toca profundamente o meu ser, faz vibrar a minha alma, não porque me lisongeie o applauso do publico, o applauso da galeria, que é tudo quanto ha de mais ephemero como ephemera é a espuma do mar que o vento leva (os persas adoravam o sol, quando estava no seu zenith e apedrejavam-no, quando desapparecia no horisonte; as folhas do loureiro são narcoticas, entorpecem e provocam o somno, e os idolos só são idolos, ai d'elles! emquanto se lhes não vêem os pés de barro!) mas porque reconheço quanto ha de sincero, de espontaneo, de effusivo e de tocante na vossa homenagem.
Aveiro, pátria de José Estevão
Bem se póde dizer, senhoras e senhores, que fômos criados e embalados no mesmo berço; que respirámos, juntos, o mesmo ar sadio da liberdade que nos trouxe a brisa do mar; que partilhámos das mesmas alegrias; que pranteámos nos mesmos pesares e que bebemos pela taça da mesma amisade effusiva. Em Aveiro, tenho a minha familia natural e a minha familia espiritual—que sois todos vós! Perante a minha razão, ambas são egualmente legitimas. Fomos companheiros e somos irmãos. Por isso podeis bem imaginar, podeis bem aquilatar, com que intimo alvoroço, com que profundo recolhimento, venho hoje aqui, n'este dia solemnissimo (sursum corda!) em que o corpo se me curva, ao mesmo tempo pelos annos e pela commoção, semelhantemente a uma arvore amada, tronco bemdito, tronco sagrado! que afagámos em criança e que vimos crescer; sim, repito, podeis bem imaginar e aquilatar com que entranhada devoção, venho hoje aqui recordar antigos camaradas queridos que cairam na estacada, ao sôpro de ventos inclementes, porventura impiedosos. E entre outros, apraz-me citar Mendes Leite, Bento e Bernardo Magalhães, Agostinho Pinheiro, Francisco Rezende, Manuel Firmino de Almeida e Maia, Almeida Vilhena, Julio Pereira de Carvalho e Costa, Manuel de Mello Freitas, Chrispiniano da Fonseca,
