Fui ser feliz e não volto: uma dose de amor próprio
4.5/5
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Sobre este e-book
Experienciar cada texto, foi similar ao provar da melhor carta de vinhos do sommelier mais experiente. Cada obra traz uma história que todos nós já vivemos, já passamos pela escola que é a vida, aprendizados de um espírito antigo, experiente na arte de amar.
Lucas Carvalho
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Avaliações de Fui ser feliz e não volto
22 avaliações2 avaliações
- Nota: 5 de 5 estrelas5/5
Feb 8, 2022
Lindooooo demais me emocionei palavras doces e acertivas, parabéns autora - Nota: 4 de 5 estrelas4/5
Jul 5, 2020
Gostei muito do livro ,
Muito legal parabéns ,
Seja feliz
Pré-visualização do livro
Fui ser feliz e não volto - Natalha Aquino
Apresentação
Estou aqui para a grande missão de traduzir sentimentos em palavras; o que é uma árdua tarefa, afinal, tatear a alma de uma artista – porque é o que ela é para mim: uma artista daquelas que não pintam, mas que dão o tom certo; que não cantam, mas encantam – não é algo trivial.
Quando a Nath me pediu para ler a primeira obra dela a ser publicada (esta que você está prestes a ler), eu sabia que, mais uma vez, ficaria desnudo antes mesmo de ler todo o enredo, e que mais uma vez ela tocaria a minha alma com toda a essência que ronda esses textos (prefiro dizer suas obras, pois são obras e não apenas simples textos). Tanto que ao finalizar eu estava em êxtase.
Ela tocou todos os meus lados, assim como tocará todos os seus, incluindo a sua essência. São almas incompreendidas em um mundo pequeno para almas tão sonhadoras; desejos que o mundo não lhes pode entregar.
Eu nunca a tinha visto antes, mas encarei conhecê-la numa trilha solitária, e os nossos encontros sempre foram regados por aventuras e banhados por coragem. Tanto que, certa vez, fomos assistir o nascer do sol bebendo um bom vinho e contemplando o amanhecer na pedra mais alta da cidade – aquela que encosta o vento.
Natalha, menina de alma antiga, incompreendida e de encaixe único. Eu tenho certeza que em outras vidas fomos amantes (risos), e inclusive costumamos falar que nos conhecemos de outras vidas; das dores compartilhadas e dos sonhos divididos.
A vida de Natalha nunca foi fácil. Uma pequena sonhadora, mas que sempre batalhou e vem batalhando por tudo aquilo que acredita: o amor.
Sabe aquele amor puro, genuíno e sem interesse? Tipo um cafuné em dia de chuva, com cheiro de café moído na hora e feito no coador de pano? Tipo o cheiro da terra que acabou de ser molhada pela tão esperada chuva? Um amor despretensioso, mas de cara declarado.
Esse livro fala só de amor, seja ele próprio, conjugal ou parental. Um amor gostoso, intenso e verdadeiro, assim como o do nosso primeiro encontro. Uma manhã, um ônibus, um lugar nunca conhecido, um caminho jamais percorrido e sonhos semelhantes. Paixão de ideais à primeira vista.
Experienciar cada texto foi similar a provar a melhor carta de vinhos do sommelier mais experiente. E cada obra traz uma história que todos nós já vivemos, e pela qual já passamos ao longo da escola que é a vida. Aprendizados esses de um espírito antigo e experiente na arte de amar.
Ela mesma me confessou que eu fui fonte de inspiração para alguns dos textos presentes neste livro, me trazendo grande responsabilidade e sensibilidade para degustá-los. E talvez seja sua responsabilidade também a de descobrir quais são esses textos, pois quem sabe você também tenha sido combustível para eles? Isso nunca vamos saber...
Ela é assim: empata por essência, já que o tempo nunca foi desculpa para amar; nunca teve cronômetro. Ela é uma boa tradutora dos sentimentos que fingimos esconder sentir.
Sabe qual o efeito colateral desta obra? Um empoderamento sem medidas. E ao concluir a leitura, tive uma forte sensação de ter tomado o melhor banho da minha vida: um banho de amor próprio.
Lucas Carvalho
(lover of other lives, only yours)
Escritos sinceros de um coração complexo.
Escrevo com a alma, ao invés de caneta e papel.
Natalha Aquino
UM RECADO PARA VOCÊ:
ELA APRENDEU A LIDAR COM AS PERDAS
Sim, ela aprendeu a lidar com a angústia, com a falta de reciprocidade, com a falta de atenção e carinho do outro. E aprendeu, principalmente, que não precisa de ninguém para validar a própria felicidade.
Ela se descobriu de uma forma linda, e se apaixonou por si mesma mais uma vez. Passou a frequentar lugares sozinha, a sair sozinha e assistir a um filme sozinha. Ela riu com as amigas dos tropeços do passado, fez planos concretos para si, aprendeu a apreciar a própria companhia e até os defeitos, mas o mais importante foi que ela aprendeu a lidar com as perdas.
Principalmente porque descobriu que tudo que é de verdade nunca acaba, mas prevalece;
