Crianças desafiadoras: Aprenda como identificar, tratar e contribuir de maneira positiva com crianças que têm Transtorno Opositivo-Desafiador
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Sobre este e-book
Apenas pais e cuidadores sabem da preocupação de não estar criando um filho da maneira correta e, para que você esclareça todas as suas dúvidas e, em caso positivo, saiba lidar com esse transtorno, Luciana e o dr. Clay Brites trazem neste livro tudo sobre um dos transtornos mais comentados da atualidade e como você poderá ajudar o seu filho a ter uma vida mais tranquila e feliz.
Neste livro você aprenderá:
- Como o TOD foi descoberto, qual é o seu histórico e quais são os fatores genéticos e ambientais que influenciam o desenvolvimento da criança;
- Como identificar esse transtorno em seu filho, utilizando os critérios de diagnóstico reconhecidos pelas entidades responsáveis;
- Como diferenciar comportamentos agressivos do transtorno em crianças e adolescentes e quais são as escalas de avaliação práticas para pais e professores;
- Quais são as melhores abordagens terapêuticas, identificando estratégias para conduzir melhor o dia a dia de uma criança com o transtorno e quais são os programas específicos de intervenção;
- Quais são as melhores maneiras de lidar com as situações desafiadoras no âmbito escolar e quais são as atividades que podem ser feitas para auxiliar o aluno na aprendizagem.
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Crianças desafiadoras - Luciana Brites
O conceito dos transtornos de comportamento disruptivo em crianças e adolescentes foi proposto pela primeira vez na segunda edição do Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais, o DSM-II, publicada em 1972. Naquela ocasião, poucas linhas foram destinadas a descrevê-los, pois pouco se sabia e não haviam tantas pesquisas.
O TOD foi listado pela primeira vez como um transtorno em 1980 no DSM-III. Quase imediatamente surgiram questões sobre a definição do distúrbio. Muitos questionaram se ele não era apenas um nome para um mau comportamento. Outros sugeriram que o TOD era, na verdade, apenas uma forma leve de um transtorno de conduta (TC). Revisões foram feitas entre 1987 e 1994 para tentar responder a esses questionamentos. As primeiras revisões da definição esclareceram que o TOD é um distúrbio separado do TC. Os sintomas do TOD são considerados menos agressivos que o TC, e pesquisas atuais estão começando a mostrar que o TOD pode ser, sim, um precursor do TC em alguns casos. ²
Muitas pesquisas³ foram feitas sobre esses distúrbios e outros transtornos comportamentais antissociais por Benjamin Lahey, Rolf Loeber e Paul Frick. Suas descobertas e estudos de outros pesquisadores contribuíram para os esclarecimentos da definição do TOD ao longo dos anos. Embora o TOD tenha se tornado amplamente aceito como um transtorno, as questões sobre os sintomas, bem como a sua frequência e gravidade, têm afetado a definição.
Publicado em 2013, o novo DSM-5 contém várias atualizações sobre o diagnóstico de TOD. Primeiramente, os sintomas são agrupados em três categorias: vingativa, humor irritado/irritável e comportamento argumentativo/desafiador. Isso foi adicionado para abordar o fato de que essa reação é tanto comportamental como emocional. Outra atualização fornece informações sobre a frequência dos comportamentos sintomáticos, as quais devem ajudar os médicos a diagnosticar comportamentos infantis sintomáticos do TOD. Além disso, foi adicionada uma classificação de gravidade para auxiliar os médicos a analisar a gravidade do distúrbio em diferentes contextos. Com essa atualização, o TOD passou a ser mais bem compreendido e encarado como uma condição oriunda de problemas de autorregulação ou autocontrole emocional frente a adversidades e imposições de autoridades ou de regras preestabelecidas.
balaoO TOD É ENCARADO COMO UMA CONDIÇÃO ORIUNDA DE PROBLEMAS DE AUTORREGULAÇÃO OU AUTOCONTROLE EMOCIONAL FRENTE A ADVERSIDADES E IMPOSIÇÕES DE AUTORIDADES OU DE REGRAS PREESTABELECIDAS.
2 Rowe et al. (2005).
3 Frick et al (1992).
CapítuloPor muito tempo, acreditou-se que comportamentos opositores fossem reações mal-educadas, intencionalmente provocadas por crianças ou adolescentes desprovidos de limites ou de estrutura familiar. No entanto, ao se depararem com famílias que buscaram ajuda em consultórios médicos e com as crescentes ondas de queixas que começaram a inundar as escolas, muitos pesquisadores e médicos começaram a suspeitar que pudessem existir pessoas que não conseguiam lidar com mínimas frustrações por inabilidade inata ou por apresentarem temperamento negativo ou explosivo desde tenra
