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O futuro não é mais como antigamente: Os novos traços do lider em um mundo imprevisível e digital
O futuro não é mais como antigamente: Os novos traços do lider em um mundo imprevisível e digital
O futuro não é mais como antigamente: Os novos traços do lider em um mundo imprevisível e digital
E-book89 páginas1 hora

O futuro não é mais como antigamente: Os novos traços do lider em um mundo imprevisível e digital

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Sobre este e-book

Uma nova realidade se desenha no mundo e o autor Andrea Iorio, entendo-a como um bom viés para compreender a importância de um novo estilo de liderança em momentos caóticos, imagina o surgimento de um novo tipo de lider. Afinal, no cenário apresentado pela Covid-19, é urgente um líder que não cede sob pressão, mas se adapta a ela e transforma-se sem, jamais, adotar uma forma central – ou um dogma –. Nesse mar de incertezas, apenas uma coisa é certa: o futuro não é mais como era antigamente. O estilo de liderança que nos trouxe até aqui, não é similar ao que vai seguir adiante conosco.
IdiomaPortuguês
EditoraArtigo A
Data de lançamento13 de ago. de 2020
ISBN9786586421422
O futuro não é mais como antigamente: Os novos traços do lider em um mundo imprevisível e digital

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    O futuro não é mais como antigamente - Andrea Iorio

    Andrea Iorio

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    antigamente

    Os novos traços do líder em um mundo imprevisível e digital

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    O futuro não é mais como antigamente

    Copyright 2020 Andrea Iorio

    Editor:

    Joubert Amaral

    Edição de texto:

    Laís Menini

    Capa:

    Gutto Paixão

    Revisão:

    Lindsay Viola

    Diagramação e produção do livro digital:

    Lucas Camargo

    ISBN:

    978-65-86421-42-2 (ePub)

    Proibida a reprodução total ou parcial desta obra sem o consentimento por escrito da Editora.

    1ª Edição

    2020

    Artigo A é um selo editorial de

    Gulliver Editora Ltda.

    www.gullivereditora.com.br

    (37) 3511 - 1120

    Table of Contents

    O futuro não é mais como antigamente

    E, em um belo dia, chegamos a março de 2020…

    Perdemos as referências do passado – e esse pode ter sido um grande presente

    Estou num mundo novo com você

    A dor é inevitável; o sofrimento é opcional

    Afundando no momento presente

    O líder que merece o futuro

    1. Nutrir uma mente de principiante

    Acreditar que as respostas certas, em seu momento, virão

    2. Marchar e arrumar a cama (todo santo dia)

    Enxergar a beleza do fracasso

    3. Vir, ver (se preparar) e vencer

    ROMO: Reality of Missing Out

    Abrir mão do controle e pisar no acelerador

    4. Mudar a forma conforme o desafio

    Bem-vindx à era do Camaleão

    Habituar-se a não ter hábitos

    5. Treinar o músculo do amor

    Covid-19: aula magna de resiliência

    Os negócios são um jogo infinito

    Conclusão - Hoje é o primeiro dia do resto da sua vida

    Não faça um plano da luta: esse é um ótimo jeito de você perder seus dentes. Se você tentar lembrar, vai perder! Esvazie a sua mente. Seja sem forma, como a água.

    Se você colocar água em um copo, ela se torna o copo. Se a colocar em uma chaleira, ela se torna a chaleira. Água pode fluir e destruir. Seja água, meu amigo.

    Como todo mundo, você procura aprender como vencer, mas nunca como perder – como aceitar a derrota. Aprender a morrer é se libertar da morte. Então, quando o amanhã chegar, você precisa se livrar da mente ambiciosa e aprender a arte da morte.

    Bruce Lee

    O futuro não é mais como antigamente

    Morando na Itália, ainda adolescente, troquei o atletismo, modalidade pela qual disputei campeonatos nacionais, pelo futebol – decisão meio óbvia para quem precisa de validação social, não é?

    Ainda me lembro dos longos invernos treinando sozinho na pista de atletismo, e de como trocava a saída com os amigos para ler um bom livro (nunca fui de videogames). Essa decisão – forçada, admito – de me enturmar com meus pares se revelou um fracasso. Após me juntar ao minúsculo time do Celle Ligure, vilarejo onde eu morava, percebi que minha escalação ocorria apenas quando o técnico precisava de alguém para correr, e não para chutar a bola.

    Após alguns anos de frustrações, nariz fraturado e infortúnios vários, pendurei as chuteiras sem que ninguém ficasse triste com isso.

    Desde sempre atraído por artes marciais, certo dia aceitei um convite do meu xará Andrea Pentolino (Panelinha), que também trabalhava como salva-vidas, para treinar uma modalidade da qual não somente eu nunca tinha ouvido falar, mas que, também, tem um nome de difícil pronúncia: Jeet Kune Do.

    Depois de pesquisar sobre isso no AltaVista (quem lembra?!), tudo ficou mais claro: descobri que o Jeet Kune Do foi inventado por Lee Jun-Fan, que você deve conhecer pelo nome de… Bruce Lee! Inútil dizer que virei fã do Bruce Lee a ponto de ter assistido a todos os filmes dele e, claro, de venerá-lo quase como uma divindade. Meu fascínio dura até hoje, ainda que minha trajetória no Jeet Kune Do não tenha ido tão longe. Após alguns anos, troquei a luta em pé pela luta no chão do Jiu-jítsu, essa modalidade brasileiríssima que está há doze primaveras na minha vida.

    E, em um belo dia, chegamos a março de 2020…

    Estamos em plena crise da Covid-19 e, nessa fase da quarentena, trabalhando exclusivamente de casa, voltei a assistir a filmes antigos nos momentos de lazer. Para relembrar os velhos e bons tempos, não podia faltar Bruce Lee. Escolhi a série americana Longstreet, na qual ele interpreta, por quatro episódios, o traficante de antiguidades Li Tsung.

    A trama policial, televisionada no canal ABC entre 1971 e 1972, foca na vida do investigador Mike Longstreet, que fica cego e perde sua esposa após a explosão de uma bomba escondida em uma garrafa de champanhe. Decidido a descobrir os assassinos da esposa e a motivação para o crime, ele procura Li Tsung para aprender técnicas de artes marciais. É nessa obra que conhecemos a célebre frase seja água, meu amigo.

    Dentro de casa, 20 anos depois do meu primeiro encontro com Bruce Lee, e com uma

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