A Indústria Cultural e o Consumo das Massas
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A Indústria Cultural e o Consumo das Massas - Feliciano Costa
Capítulo: I
Indústria Cultural e Alienação: uma crítica Frankfurtiana
A cultura se tornou uma mercadoria no âmbito da sociedade capitalista pautada na ideologia do consumo. Tudo deve ser consumido imediatamente. E na medida em que se desenvolve o espírito do consumismo na sociedade, ocorre o distanciamento dos indivíduos do espírito crítico e do uso crítico da razão.
O consumismo mantém o capitalismo ativo, uma vez que seu objetivo é o lucro. No caso da cultura, quando assimilada por esse sistema, há uma finalidade determinada pela própria estrutura capitalista: alienar. A alienação por meio da cultura ocorre através da tentativa de homogeneizar os gostos, padrões e valores da sociedade.
A cultura é uma mercadoria paradoxal. Ela está tão completamente submetida à lei da troca que não é mais trocada. Ela se confunde tão cegamente com o uso que não se pode mais usá-la. É por isso que ela se funde com a publicidade. (ADORNO; HORKHEIMER, 1985, p. 151).
Isso tem se tornado mais evidente no século XXI: os realities shows, os talks shows etc. Tudo agora tem um alcance global e se torna uma tendência mundial. E esse alcance é de tal modo, que às vezes torna-se difícil ser indiferente a ele, sendo que somos bombardeados a todo instante pela publicidade intensiva que está presente não somente nos outdoors nas ruas, bem como na televisão e na internet. Desse modo, há todo um sistema que impõe e controla o que deve ser consumido e por quanto tempo o consumo deve acontecer.
E ao ditar as tendências, o capitalismo também impõe o único caminho para fazer parte da moda, a saber, consumir. Os ídolos dos jovens e da maior parte da população são garotos propaganda de marcas para os quais se encontram produtos similares de outras marcas (até isso já foi calculado na equação capitalista de dominação ideológica).
A dependência em que se encontra a mais poderosa sociedade radiofônica em face da indústria elétrica, ou a do cinema relativamente aos bancos, caracteriza a esfera inteira, cujos setores individuais por sua vez se interpenetram numa confusa trama econômica. (ADORNO; HORKHEIMER, 1985, p.
