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A arte de amar o bem
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A arte de amar o bem
E-book264 páginas6 horas

A arte de amar o bem

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Sobre este e-book

De autoria de um maiores sábios de Israel de todos os tempos, trata da importância da prática da benevolência e da caridade, da hospitalidade, de visitar os doentes, de consolar os enlutados e alegrar os noivos, bem como das leis referentes à concessão e pagamentos de empréstimos. Apresenta ainda uma coletânea de ensinamentos do sábio de Wolin, que costumava lê-la duas vezes ao dia e que combina sobremaneira com o espírito inspirador desta obra.
IdiomaPortuguês
Data de lançamento1 de mar. de 2012
ISBN9788579310416
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    A arte de amar o bem - Chafets Chaim

    anos.

    DIA 1

    Carta do maran Chafets Chaimzt"l muito pertinente à nossa época

    Podemos ver que todos os sinais mostrados por nossos sábios, de abençoada memória, com relação aos momentos que antecedem a vinda do Mashiach (Messias) já foram consumados e que não há dia sem uma praga maior do que a anterior. O povo judeu sofre agruras intermináveis, que são, sem dúvida alguma, sinais claros da era pré-messiânica. Estas maldições foram chamadas pelos sábios do Talmud de Chevlê (dores que precedem a chegada do) Mashiach. Assim como uma parturiente, que antes do nascimento da criança sente dores insuportáveis, a chegada do Mashiach será sentida com grande angústia e sofrimento.

    Um conselho para livrar-se de Chevlê Mashiach

    Apesar de não termos, aparentemente, remédio algum para nos livrarmos destas dores e que elas são inevitáveis, se observarmos com atenção as palavras de nossos sábios (San´hedrin 98b), encontraremos um conselho para minimizar este sofrimento: perguntaram aos discípulos de Rabi Eliezer, ‘o que um homem deve fazer para se livrar das dores que precedem a chegada do Mashiach?’ Sua resposta: ‘Que se ocupe com o estudo da Torá e com a prática de Chéssed!’

     Estas duas atividades protegem o homem das dores que antecedem a vinda do Mashiach, desde que ele se ocupe delas constantemente e não as abandone. Por isto o texto talmúdico usa o termo ocupar-se. Assim como os homens procuram bons conselhos e soluções enquanto se ocupam dos seus negócios, não dando trégua aos problemas sem tentar solucioná-los, e não os abandonam até que lhes tragam lucro, eles devem se ocupar destes dois assuntos: o estudo da Torá e a prática de boas ações, procurando todo tipo de conselho e soluções para que seus méritos cresçam e venham ao seu salvamento na hora da agonia.

    Cada um deve estudar o que for capaz

    Assim como encontramos diferentes níveis nos negócios mundanos, alguns mais e outros menos lucrativos, alguns mais e outros menos seguros, uns grandes e outros menores, os negócios espirituais também apresentam níveis diferentes. Alguns homens foram agraciados por Deus com uma capacidade maior para compreender com clareza os textos da Torá e entender com profundidade as passagens do Talmud e da legislação rabínica; para destrinchar assuntos de Halachá e orientar o povo judeu nos caminhos Divinos. São os professores e sábios de cada geração. Alguns chefes de família são doutos em Guemará e outros em Mishná, alguns na literatura rabínica e outros são capazes de compreender somente Chumash com Rashi. Cada um, no seu nível de estudo, é muito querido pelo Altíssimo. Por isto, cada qual deve tentar estudar aquilo que pode, fixando um tempo determinado diariamente para o seu estudo e não deixando passar um dia sequer sem estudar. Então o estudo virá ao seu auxílio e o protegerá. Mas se o homem não se ocupar diariamente do estudo da Torá nos prazos que fixou e fizer do estudo algo aleatório, passando dias e dias sem estudar – um estudo como esse não o protegerá tanto. A que isto se assemelha? A um doente a quem foi prescrita uma receita. Se não a tomar na medida e horários corretos, ela não surtirá o efeito desejado. A chance de cura será tanto maior quanto o paciente se esforçar em tomar o remédio na dose e horários estipulados pelo médico.

    É preciso se ocupar constantemente com Chéssed e não deixar passar um dia sem a prática de boas ações

    Praticar boas ações também inclui diferentes níveis. São tantos que não poderíamos descrevê-los aqui como o fazemos nos capítulos do livro Ahavat Chéssed (A Arte de Amar o Bem). O principal é que o homem pratique tantas boas ações quanto puder, segundo suas posses materiais e condição física. Isto também deve ser feito diariamente, não deixando passar um dia sequer sem a prática de algum tipo de Chéssed, seja com o corpo ou com recursos materiais e conforme a oportunidade. Isto fará despertar a medida da Compaixão nos mundos superiores, como afirmaram nossos sábios: Assim disse o Altíssimo: Os homens necessitam que seja feita bondade com eles próprios, e mesmo assim fazem bondade com os outros. E Eu, que Sou pleno de bondade, certamente preciso estendê-la às Minhas criaturas.

    Vejam o que diz o Zôhar sagrado, na parashá Emor: Aprendemos que uma ação praticada no plano terreno desperta uma ação semelhante no mundo superior. Se uma pessoa faz algo neste mundo de modo condizente, esta ação desperta uma força concomitante no Céu. Se o homem pratica Chéssed neste mundo, ele desperta Chéssed nos mundos espirituais. Este Chéssed desce ao mundo e envolve todo o seu dia, pelo seu mérito. Se um homem age com misericórdia aqui na Terra, ele desperta misericórdia durante todo este dia e ela o envolve, pelo seu mérito. Este dia virá ao seu socorro num momento de necessidade, pois o modo como o homem age neste mundo faz o mundo espiritual agir de igual maneira consigo.

     Em nossos dias, principalmente, onde o atributo da severidade se incrementa cada vez mais, precisamos fortificar o espírito com atos de bondade sempre frequentes. Isto naturalmente despertará a mesma medida nos Céus e ela virá ao nosso auxílio quando mais precisarmos.

    DIA 2

    Capítulo 1

    O que é Ahavat Chéssed?

    Como é importante que o homem se apegue à virtude da bondade, como está escrito (Miqueias 6:8): "Ele te há declarado, ó homem, o que é bom, e o que o Eterno requer de ti, senão que pratiques a justiça e ames a beneficência (Ahavat Chéssed)…"

    À primeira vista, seria suficiente que as Escrituras dissessem que devemos praticar a justiça e a bondade ou que amemos a justiça e a bondade. Mas, quando a Torá proclama Ele te há declarado, significa que há algo nesta ideia que o homem não desvendaria por si, se isto não lhe fosse revelado.

    Todos sabem da importância de fazer justiça, pois esta verdade foi citada explicitamente na porção Mishpatim⁵ da Torá. A prática da bondade é igual e obviamente importante, como diversos versículos o ostentam. Entretanto, o verdadeiro significado da intenção das Escrituras fica evidente na seguinte afirmação de nossos Sábios (San’hedrin 7a): Se o casaco de uma pessoa foi confiscado por um veredicto judicial, ela deve cantar de alegria.

    Podemos ilustrar esta afirmação com uma estória: Um bando de rebeldes vivia numa certa cidade. Muita gente havia se unido a eles. Para fortalecer ainda mais os laços entre os membros do grupo, decidiram confeccionar um uniforme para todos e tingi-los com a mesma cor. Deste modo eles se destacariam do resto da população e poderiam reconhecer uns aos outros mesmo à distância. Certo dia eles se reuniram na taverna local e beberam além da conta. Alguns se recusaram a pagar e por isto, o proprietário da taverna tomou-lhes os uniformes como penhor, até virem saldar suas dívidas. Os que perderam os uniformes foram embora, inconformados.

    Pouco depois, chegou aos ouvidos do rei que aquele grupo de rebeldes conspirava contra ele e sobre o modo como se vestiam. Suas atividades foram investigadas e todos os que estavam vestidos daquele modo foram capturados. Suas posses foram confiscadas e eles pereceram. Os únicos que conseguiram escapar foram os que haviam sido obrigados a deixar seus uniformes ao taberneiro como penhor. Por isto não foram capturados e conseguiram se salvar. Disseram uns aos outros: Pensávamos que o taberneiro nos causou prejuízo ao confiscar nossos uniformes. Na verdade ele nos fez um enorme favor e com isto salvou nossas vidas. Deveríamos ir agradecer-lhe por este ato. No futuro, devemos nos resguardar e não seguir os passos malignos de nossos amigos, assim não seremos apanhados como eles.

    Do mesmo modo, cada um de nós deve saber que apropriar-se indevidamente do que pertence a outros pode lhe causar prejuízos e por a perder até mesmo os bens que adquiriu honestamente. Isto é ainda pior quando a aquisição de suas próprias roupas não está livre de desonestidade, como aprendemos com as palavras de Nossos Sábios (de acordo com San’hedrin 7a): Se um tribunal conclui que as roupas que a pessoa está vestindo foram adquiridas desonestamente e a obriga a restituí-las a seu legítimo dono, ela deve dar pulos de alegria, pois do contrário os Céus lhe confiscariam todas as posses e ela ficaria desprovida de tudo o que tem.

    Agora podemos compreender melhor o versículo acima, Ele te há declarado…. Se uma pessoa dedica toda sua energia para acumular fortuna e não se preocupa com a integridade da origem dos seus ganhos, que podem ter sido adquiridos por engodo, apropriação indébita e outros tipos de delito na área financeira, está enganando a si própria pensando que, no presente, ele terá proveito disto e que a prestação de contas final será feita somente quando chegar ao mundo superior. A isto deve-se o alerta do profeta, Ele te há declarado… acima citado. Sua intenção é nos transmitir uma mensagem contrária ao credo comum, segundo o qual acumular riqueza é o melhor que o homem pode fazer por si. Na verdade, a única vantagem que um homem pode tirar de sua fortuna é praticar atos de justiça e benevolência, além de inspecionar constantemente a idoneidade de seus negócios e se o modo como obtém lucros é conforme as diretrizes da Torá. Este é o caminho que o homem deve seguir para assegurar a perenidade de seus bens. É o que as Escrituras tencionam quando dizem … senão que pratiques a justiça.

    Mais adiante, o profeta acrescenta, E ames a beneficência. Aqui a intenção é transmitir a seguinte mensagem: as pessoas devem ponderar sobre a forma como obtém suas posses – se estão isentas de atos desonestos –, acreditando que permanecerão suas pelo bem que praticaram e que tudo lhes será concedido a seu tempo. E que devem praticar o bem e serem caridosas de acordo com suas posses. Do contrário, Deus o livre, sua riqueza começará a minguar, como relata o Talmud (Ketubót 66b) no incidente de Nacdimon ben Gurion.

    Quanto à escolha dos termos "praticar a justiça e amar a beneficência, ao invés de agir com justiça e caridade, o profeta chama nossa atenção para uma nova e importante lição, numa área onde a maior parte das pessoas descuida. Na verdade, todos nós praticamos atos de bondade. Principalmente quando nos sentimos pressionados. Se uma pessoa em estado de pobreza e desespero precisa do nosso auxílio e nos acorre uma ou mais vezes, é difícil evitá-la. Então decidimos auxiliar esta pessoa, mesmo se não o fazemos de coração pleno e alma pura. Por isto, o profeta exorta: O que o Eterno quer de ti, senão que… ames a benevolência". Não pense que já cumpriu seu dever apenas por haver praticado alguns atos de caridade. Pelo contrário, você deve nutrir verdadeiro amor por esta Mitsvá (preceito – plural: Mitsvót).

    Obviamente, existe uma grande diferença entre a pessoa que faz o bem porque se sente pressionada e a que faz por amor genuíno. É possível ver isto em nossas próprias vidas, no modo como agimos em relação aos nossos filhos, nossa dedicação em conseguir alimentos e roupas, no casamento e tudo o que fazemos motivados por um amor despretensioso. Nestes casos, costumamos agir além da nossa obrigação. Todo pai procura o bem de seus filhos, mesmo quando não o pedem explicitamente. Ele o faz alegremente e de espírito grato. Do mesmo modo, a pessoa que ama a benevolência procura o melhor modo de fazer bem ao próximo e busca agir generosamente. Todos os aspectos desta virtude (conforme veremos mais adiante, se Deus quiser) também devem ser praticados por puro amor e não só pela obrigação de fazer o bem.

    Veja como esta virtude é importante. Na benção de agradecimento, no final da Tefilá (oração silenciosa), nós dizemos: Abençoa a todos nós conjuntamente com Luz da Tua Presença; porque com o fulgor desta mesma Presença deste-nos, Eterno, Deus nosso, Torá (Lei) para a vida e amor pela beneficência.

    A Luz da Sua Presença foi revelada no Monte Sinai, como atestam as Escrituras: Fizeram-te ver estas coisas para conheceres que Ele, o Eterno, é Deus (Deuteronômio 4).

    Nossos Sábios afirmam que Deus, bendito seja, abriu as comportas dos Céus e dos mundos inferiores para revelar que Ele é o único Senhor e que reina sobre todos eles. Simultaneamente, foram reveladas diversas verdades fundamentais: que a Torá é a fonte da existência dos Céus e da Terra; que pelo seu mérito o mundo persiste e que sem o seu cumprimento ele deixará de existir, como disseram nossos Sábios (Avodá Zará 3a): Deus estipulou no ato da Criação que ‘Se o povo de Israel aceitar a Torá, muito bem, do contrário, farei o universo retornar ao caos’.

    Portanto, se o mundo deixar de cumprir a Torá por um momento sequer, todo o universo ruirá, pois é a Torá quem assegura sua existência no plano superior, como citam os livros sagrados, com base no Zôhar.

    Durante aquela convocação no Sinai, o modo constante que o homem deve amar perseguir e praticar o bem ficou claro e patente a todos os que a presenciavam. Naquela oportunidade, dotados de elevado senso de profecia, eles puderam compreender como se mantém a continuidade da Criação, alcançando o entendimento de como a existência em sua totalidade, perpetuidade e sustentação, depende completamente da bondade de Deus, bendito seja, que preenche todo o universo, como declaram as Escrituras (Salmos 136:25): é Ele quem fornece alimento a todos os seres vivos, porque Eterna é Sua misericórdia, e noutro versículo: A bondade de Deus preenche toda a terra (ibid. 33:5).

    Outrossim, caso o Santíssimo, bendito seja, tratasse as Suas criaturas unicamente de acordo com a justiça pura, Deus nos livre, o mundo não existiria por um instante sequer, como dizem nossos Sábios no Midrash Tehilim, com referência ao Salmo 89:1-2: "Um Maskil, de Etan, o Ezrachita. Para sempre cantarei sobre a imensa bondade do Eterno…". Perguntaram a Etan: O que sustem a Terra? Sua resposta: a Bondade, como está escrito: ‘O trono (celestial) deve suster-se pela Bondade’ (Isaías 16:5). Com que isto se assemelha? – com um banquinho. Uma de suas pernas ficou frouxa. Um seixo foi colocado sobre a perna frouxa para firmá-la. Por assim dizer, é o trono de Deus. Ele tornou-se frouxo. E como Deus o escorou? – com a bondade. Deste momento em diante Ele declarou: ‘O universo será construído com a Bondade’ (Salmos 89:3). Por conseguinte, o homem deve buscar constantemente esta virtude. Pelo seu mérito, ele sobreviverá tanto neste mundo como no Mundo Vindouro, como explicaremos mais adiante por meio de passagens bíblicas e das palavras de nossos sábios.

    DIA 3

    Capítulo 2

    Por que a Torá incentiva amar o Chéssed?

    Neste capítulo elucidaremos o motivo pelo qual, Deus – bendito seja! – exige tão firmemente do homem assimilar esta virtude, ao ponto de cada porção da Torá estar permeada por ela, como mencionamos na introdução. No primeiro capítulo explicamos por que o homem deve amar esta qualidade. Aqui, esclareceremos os diversos aspectos deste tema, com a ajuda de Deus.

    As Escrituras registram que Deus criou o homem à Sua imagem (Gênesis 1:27). De acordo com os comentaristas, isto diz respeito aos atributos Divinos. Ele deu às Suas criaturas o poder de imitar Suas virtudes (Midót), de fazer o bem e agir bondosamente para com os demais, como está escrito: Ele é bom para com todos e manifesta Sua bondade através de todos os Seus feitos (Salmos 145:9) e também, é Ele quem fornece alimentos a todos os seres vivos, porque Eterna é Sua misericórdia (ibid. 136:25).

    Se examinarmos melhor este conceito, constataremos que a existência de toda a humanidade depende das virtudes da caridade e da bondade, pois não há quem não se confronte com circunstâncias variáveis durante a vida. Em todas as ocasiões precisamos da cooperação e assistência de outras pessoas para enfrentarmos estas situações. De que maneira? Às vezes precisamos da ajuda financeira de alguém, ou talvez de um empréstimo. Até mesmo uma pessoa rica pode ver-se numa situação como esta. Em outras ocasiões, precisamos de ajuda para encontrar emprego ou abrir um negócio rentável. Quase toda a humanidade é afetada por este tipo de necessidade. Na Torá, estas Mitsvót são descritas como Quando empobrecer teu irmão… deterás sua decaída… e viverá contigo (Levítico 25:35).

    Às vezes, o ser humano precisa da simples presença da pessoa querida, como nas celebrações, cujo valor é exaltado pela presença dos convidados, que compartem a nossa alegria (podemos citar, por exemplo, a Mitsvá de alegrar os noivos durante sua boda). Pois o homem jamais pode ser feliz sozinho. Quando alguém está triste, se fortalece e se conforta na presença de outras pessoas (aqui temos a Mitsvá de confortar os enlutados e outras do gênero, cujo objetivo é aliviar o fardo da pessoa que sofreu uma perda). Outras vezes, tudo o que alguém precisa é alguém para ajudá-lo a aliviar-se das preocupações, pois do contrário, adoecerá. Se alguém está longe de casa ou em viagem, precisa de ajuda para transportar seus pertences (a Mitsvá de carregar e descarregar). Se o viajante precisa fazer uma pausa em sua viagem, deve contar com a hospitalidade alheia e ser tratado com dignidade, de modo a sentir-se querido (esta Mitsvá inclui todos os tipos de viajantes – dos mais pobres aos mais abastados –, como elucidaremos no primeiro capítulo da próxima parte do livro).

    Se uma pessoa está doente, precisa de companhia e visitas que se interessem por sua condição, ajudando a acelerar seu processo de cura (a Mitsvá de visitar os doentes). Quando cumprimos nosso tempo na terra e passamos para o plano superior, dependemos de outras pessoas para receber o único ato de caridade que não pode ser devolvido.

    A regra é: o mundo não pode

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