Ser um verdadeiro cristão
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Ser um verdadeiro cristão - Silas Malafaia
INTRODUÇÃO
Após a perda de comunhão da humanidade com Deus, ocorrida a partir do pecado de desobediência do primeiro casal no jardim do Éden, tornamo-nos inimigos de Deus. Apesar de sua posição privilegiada na criação, o homem, muitas vezes, simplesmente se nega a reconhecer o desígnio para o qual foi criado, tomando o mesmo caminho de Adão, que acabou caindo no abismo do pecado, porque preferiu obedecer à voz da serpente, o diabo, virando o rosto para o seu Criador.
Porém, o próprio Deus providenciou a nossa reconciliação com Ele mesmo, conforme escreveu o apóstolo Paulo: Porque, se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida (Romanos 5.10). O ato que leva todo ser humano a nascer como nova criatura, como cristão perante Deus, é ajoelhando-se aos pés de Cristo e confessando-o como seu Salvador.
É assim que nasce um cristão. Ao ajoelhar-se, é como se ele estivesse diante do próprio Calvário onde Cristo consumou a nossa redenção, derramando Seu sangue pela humanidade inteira. Perante Cristo, a pessoa torna-se uma nova criatura. Jesus é superior a Buda, Maomé, Confúcio, Lao-Tsé, Allan Kardec, Joseph Smith, Ellen Gold White, Reverendo Moon e a qualquer outro líder espiritual do mundo. Na presença de Jesus, todo joelho se dobrará (Romanos 14.11).
Este livro tratará de 13 atributos que marcam a vida de um verdadeiro cristão, que iniciou sua trajetória crendo em Jesus Cristo como Salvador e cresce na fé dia após dia.
Capítulo 1
A SUPERIORIDADE DA
FÉ EM CRISTO
Todo aquele que nasceu de novo após ter aceitado Jesus Cristo como Salvador tem — na sua maneira de agir, no seu modo de falar, no seu posicionamento diante dos valores da vida e dos conceitos defendidos pela sociedade — uma característica que o distingue das outras pessoas: a fé em Cristo. Conforme Jesus muito bem definiu Seus discípulos e, consequentemente, estabeleceu a todos os que o seguem, somos o sal da terra e a luz do mundo (Mateus 5.13,14). Sal e luz são dois atributos de quem aceitou Jesus Cristo e é movido pela fé nele, isto é, de quem professa a fé no único e suficiente Salvador da humanidade (Isaías 43.11; Marcos 12.29). Os que ainda não creram em Cristo são insípidos e vivem em trevas.
Você pode ser rico ou pobre, jovem ou idoso, homem ou mulher, asiático, europeu, africano ou norte-americano, doente ou saudável. Contudo, nada disso importa diante da mais significativa decisão que pode tomar: crer no Senhor Jesus Cristo e aceitá-lo como o Salvador que lhe garantirá a vida eterna com Deus. Você pode perguntar: O que torna Jesus tão importante assim, a ponto de apenas aceitá-lo para ter garantia de vida eterna? Jesus é a maior personalidade que já colocou os pés sobre este mundo. Ele veio à Terra para ser o elo de união com o nosso Criador. Ele é o único que tem respostas para todas as nossas perguntas existenciais, bem como solução para todos os nossos problemas. Além disso, é o remédio para todas as nossas enfermidades do corpo e da alma.
Jesus nos reconciliou com Deus
Quem é Jesus Cristo? Um homem que apenas passou pela Terra para fazer o bem? Um mestre que veio ensinar uma nova doutrina? Simplesmente um profeta como tantos que entraram para a galeria de profetas do Antigo Testamento? Ele está acima de todas essas classificações, visto que é Deus que se fez carne. É a expressão maior do amor daquele que nos criou, viu-nos cair, ergueu-nos Sua mão para levantar-nos e colocar-nos de pé diante dele. Ele desceu do alto de Sua glória para morrer por nós (João 1.14).
Por que você precisa crer em Jesus, aceitá-lo e confessá-lo com seu Salvador? Porque é uma pessoa pecadora. Paulo escreveu um texto em Romanos 3.10-18 que é uma verdadeira radiografia do estado pecaminoso da humanidade. Logo, a ira de Deus estava derramada sobre nós, e nosso salário era a morte eterna.
O apóstolo Paulo também escreveu que o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor (Romanos 6.23). Jesus veio a este mundo, colocou-se em nossa posição e morreu por nós. O ser mais puro que já pisou sobre a face da Terra fez-se pecado em nosso lugar: Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus (2 Coríntios 5.21).
O pecado era nosso, e, sendo assim, éramos nós que teríamos de pagá-lo. Para cada pessoa, uma cruz deveria ter sido erguida no monte Calvário dos nossos pecados, das nossas infâmias e das nossas misérias. No entanto, o infinito amor de Cristo levou o pecado até a cruz, na qual Ele derramou Seu sangue em nosso lugar, quando ainda éramos pecadores afastados de Deus: Mas Deus prova o seu amor para conosco em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores (Romanos 5.8).
Portanto, Deus proveu o novo caminho de salvação e vida eterna por intermédio de Seu Filho, Jesus Cristo, que nos exorta com amor: Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; e porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem (Mateus 7.13,14). Essas duas portas simbolizam a vida dos que creem e a dos que não creem em Jesus.
As duas portas, os dois caminhos
Quem vive sem compromisso com Deus — usufruindo da carga imensa de pecados que o mundo oferece, destruindo sua vida nos vícios das drogas, da prostituição, do sexo, da pornografia, da mentira, do roubo e do assassinato — entrou pela porta larga e está caminhando pela estrada ampla, repleta de caminhantes que o despejarão em breve no inferno, caso não se arrependa, nem abra seus ouvidos para ouvir o evangelho transformador, nem aceite e creia no único Salvador da humanidade, Jesus Cristo. O apóstolo Paulo nos orienta: Digo, porém: Andai em Espírito e não cumprireis a concupiscência da carne (Gálatas 5.16).
A carne, que é nossa natureza humana e nos empurra para baixo, arrastando-nos para o pó e a lama e afastando-nos de Deus, cria inimizade entre o nosso espírito e o Espírito Santo. Antes, estávamos mortos em nossos delitos e pecados. Vivíamos nas trevas, caminhando para o inferno quando não conhecíamos o Senhor. Paulo descreve muito bem esse nosso estado quando andávamos como pecadores na estrada larga da perdição eterna: Entre os quais todos nós também, antes, andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também (Efésios 2.3).
Esse mesmo Paulo escreve a Tito, relatando a graça que se manifestou universalmente, inaugurando o caminho da salvação para todos os que crerem e confessarem a Cristo como Salvador: Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens, ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, justa e piamente (Tito 2.11,12).
Reconheço que essa porta estreita pode até conduzir-nos por um caminho mais árduo e difícil. Caminhando por ele, estaremos em frontal antagonismo com a vida mundana e pecaminosa que nos impede de fazer a vontade de Deus. Entretanto, essa vida regrada e sóbria atrai sobre nós a incompreensão e a rejeição de muitos. Porém, o resultado é a salvação e a comunhão com Deus, isto é, uma vida abundante e eterna.
Jesus usou o simbolismo da porta estreita e da porta larga quando dava lições aos Seus discípulos. Essa linguagem metafórica usada pelo Mestre com relação à porta larga assinala o estilo de vida de quem escolheu viver de prazeres mundanos. Entre tantas outras, são estas as atitudes que marcam a vida de quem preferiu entrar pela porta larga: viver no pecado, amar o mundo, considerar Deus apenas um detalhe e estabelecer sua própria escala de valores espirituais.
A vida que conduz à perdição eterna
Quem vive dissolutamente, longe de Deus, escolheu a porta larga. Contudo, é necessário estabelecer aqui uma distinção. Uma pessoa que comete pecado — ao qual todos estamos sujeitos — é diferente da pessoa que vive em pecado. O apóstolo João declarou,
