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Sensibilidade Emocional e Como Superá-la: Os sofismas não devem te dominar
Sensibilidade Emocional e Como Superá-la: Os sofismas não devem te dominar
Sensibilidade Emocional e Como Superá-la: Os sofismas não devem te dominar
E-book77 páginas1 hora

Sensibilidade Emocional e Como Superá-la: Os sofismas não devem te dominar

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Sobre este e-book

Em "Sensibilidade Emocional e Como Superá-la", Danilo H. Gomes apresenta um guia profundo e transformador para aqueles que enfrentam a hipersensibilidade emocional. Com uma abordagem acolhedora e realista, o autor oferece estratégias práticas para superar os desafios diários de quem sente emoções de maneira intensa. O livro explora como o desequilíbrio emocional pode influenciar negativamente as relações interpessoais e a saúde mental, e propõe métodos para desenvolver uma gestão emocional mais saudável.

Dividido em capítulos que analisam diferentes aspectos da sensibilidade emocional, o autor conduz o leitor por uma jornada de autoconhecimento, convidando-o a refletir sobre suas reações emocionais, identificar gatilhos mentais e adotar posturas mais equilibradas diante das situações da vida. Danilo utiliza exemplos pessoais e oferece exercícios práticos para ajudar o leitor a controlar suas emoções e viver em paz com elas.

Ideal para aqueles que buscam uma mudança em sua forma de lidar com as emoções, este livro é um verdadeiro manual de cura emocional e autodesenvolvimento. Com linguagem simples e empática, Danilo mostra que é possível vencer a hipersensibilidade e conquistar uma vida emocionalmente estável.

IdiomaPortuguês
EditoraDanilo H. Gomes
Data de lançamento31 de out. de 2022
ISBN9798215745335
Sensibilidade Emocional e Como Superá-la: Os sofismas não devem te dominar
Autor

Danilo Henrique Gomes

Danilo Henrique Gomes, brasileiro, marido de Débora Gomes, nasceu em Araçatuba/SP no ano de 1993. É cristão desde o berço, apaixonado por Jesus e fascinado pela arte de escrever. Em meados de 2016, dois anos após o início de uma forte crise financeira que assolou o Brasil, foi demitido pela primeira vez em sua vida. Desempregado e com poucos recursos, mas cheio de ideias, escreveu seu primeiro livro sem ao menos saber qual seria o futuro daquele projeto. Seu projeto teve sucesso. Desde então não parou de escrever e publicar livros que já alcançaram vários países ao redor do mundo. Segue sua vida como escritor independente e fiel cristão. Site oficial: www.danilohgomes.com Instagram: @danilo.h.gomes Youtube: Danilo H. Gomes Telegram: t.me/danilohgomes

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    Sensibilidade Emocional e Como Superá-la - Danilo Henrique Gomes

    ​Introdução

    Você é uma pessoa hipersensível? Não podemos iniciar esta jornada de autoconhecimento e transformação sem que esta pergunta tenha uma resposta clara. O primeiro passo para mudarmos de vida é reconhecer a existência do problema, se assim posso dizer.

    Quando falamos sobre a sensibilidade emocional, não lido com isso como se fosse totalmente um problema. Veja bem, quem entende e experimenta as mais diversas emoções faz melhor uso da empatia. Uma das coisas mais necessárias nos tempos atuais é, sem dúvida, o altruísmo (habilidade intensamente presente no coração dos hipersensíveis).

    Então concluímos que essa sensibilidade não é de todo mau. Precisamos dela principalmente para nutrirmos bons relacionamentos interpessoais. Todavia, jamais podemos desconsiderar os limites saudáveis das manifestações emocionais. Para tudo há um ponto ideal de equilíbrio.

    O objetivo desta obra é focalizar esses limites. Além disso, analisaremos detalhes que nos circundam a fim de desmascarar certos sofismas​[1] que trabalham contra o equilíbrio emocional.

    É válido entendermos a diferença entre emoção e sentimento​[2]. A emoção refere-se às reações imediatas, isto é, uma resposta rápida a um estímulo geralmente inesperado. Quando encontramos um leão e sentimos muito medo, por exemplo, estamos tomados por uma emoção. O sentimento refere-se às reações lentamente construídas e alimentadas com o decorrer do tempo. Quando uma pessoa muito próxima se esquece do seu aniversário e isso te entristece por dias, por exemplo, dizemos que você carregou um sentimento.

    Complementando: diferenciamos as emoções e os sentimentos de acordo com o tempo de duração de ambas. Os hipersensíveis - público alvo deste livro - reagem de modo desproporcional ao momento enquanto são tomados pelas emoções com muita frequência. Tantos altos e baixos inevitavelmente gerarão fortes sentimentos negativos.

    E onde está o problema nisso? Todo o processo é o problema. As emoções descontroladas desencadeiam sentimentos enganosos e gigantescos, que por sua vez, guiam o indivíduo por estados deprimentes. Você é uma pessoa inteligente e bem sabe até que ponto uma depressão pode levar alguém.

    Trata-se de um assunto seríssimo e digno de atenção. A sociedade costuma rotular os emocionalmente sensíveis chamando-os de melindrosos ou dodóis em um ato completamente antipático. Há pouca compreensão sobre o assunto, o que dificulta ainda mais a vida dos hipersensíveis.

    Entretanto, não quero alimentar o vitimismo de ninguém. Se, por um lado, aqueles que julgam os hipersensíveis são culpados, por outro, aqueles que não buscam a libertação da sensibilidade emocional também são.

    Eu poderia muito bem defender os hipersensíveis em cada página desta obra, mas assim não farei. Aprendi cedo os malefícios do vitimismo. Ele cega doentes, destrói os degraus da evolução humana e motiva atitudes impensadas. Você é responsável pela sua saúde física e mental, seja a sociedade favorável ou não.

    Creio que você, querido(a) leitor(a), adquiriu este livro pois acredita - ou, ao menos, suspeita - que a hipersensibilidade emocional faça parte da sua realidade. Este passo mostra o seu interesse em sair dessa infeliz condição. Isso é bom. Na verdade, isso é ótimo! É triste encontrar pessoas que se acostumaram com a hipersensibilidade emocional, e pior, se afeiçoaram a ela.

    A primeira pergunta que deve ser feita a alguém fisicamente doente é: você realmente quer ser curado? A questão pode lhe parecer óbvia, mas não é. Existem doentes que usam a invalidez como forma de ganhar atenção e favores. O ser humano tem facilidade em se apegar àquilo que lhe traz vantagens. Perceba que não estou generalizando, pelo contrário, acredito que esta seja a minoria.

    Quando o assunto é doenças emocionais, o que eu expressei no parágrafo anterior também se aplica. Este não pode ser o seu caso, ok? Jamais aceite uma condição que lhe roube a alegria plena da vida. Por mais que tal condição te proporcione favores, olhares e mimos, não dê as mãos para algo que age contra o equilíbrio emocional, pois isto terá um custo doloroso - e, talvez, irreversível - no futuro.

    Este não é um livro de auto aceitação (creio que você já notou isso), mas sim de transformação no modo de pensar e entender a vida. Espero que você aceite o fato de que ninguém é totalmente vítima diante das responsabilidades do existir.

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