Atenção! Mulheres Trabalhando
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Pré-visualização do livro
Atenção! Mulheres Trabalhando - Várias Autoras
Organização
Ateliê Amigas da Arte
ATENÇÃO:
MULHERES TRABALHANDO!
Autoras
Aline Silva Gonçalves Konrad
Coletivo Feminista Classista Angela Davis
Eliane Silva Gonçalves Gibikoski
Graciela da Silva Salgado
Nariel Diotto
Renata de Medeiros
Copyright © 2020, Múltiplos Autores
Todos os direitos reservados. Esta obra ou qualquer parte dela não pode ser reproduzida ou usada de forma alguma sem autorização expressa, por escrito, do autor ou editor, exceto pelo uso de citações breves em uma resenha da obra.
Primeira edição, 2020
Edição e revisão: Jéssica Razia
Diagramação e arte final: Analu Brettas
Imagens: arquivo pessoal
Editora Pietà
(55) 9 8122 8090
editorapieta@gmail.com
Rua Germano Zenkner, 1566, Dirceu
Cruz Alta - RS
_____________________________________
K826a Konrad, Aline Silva Gonçalves.
Atenção Mulheres Trabalhando [recurso eletrônico] / Aline Silva Gonçalves Konrad et al, Organizador Ateliê Amigas da Arte. - Cruz Alta/RS: Editora Pietà, 2020.
E-book.
E-book, no formato arquivo ePub.
Tamanho do arquivo: 2.940 KB.
ISBN 978-65-991189-4-4
1. Ensaios feministas. 2. Mulher. I. Gibikoski, Eliane S.G. II. Davis, Angela. III. Salgado, Graciela da Silva. IV. Diotto, Nariel. V. Medeiros, Renata de. VI. Ateliê Amigas da Arte. VII. Título.
CDU 821.134.3(81)-4
Catalogação Bibliotecária Eliane C. Reck da Rosa CRB-10/2404
Carta de Apresentação
Livres e Subversivas
Correio Feminista de Cruz Alta, Rio Grande do Sul, Brasil
Eu, Graciela.
A ama de leite.
Nariel, narrativa de vida e trajetória feminista.
As gurias da Unicruz - Universidade de Cruz Alta: História do Coletivo Feminista Classista Angela Davis
Salve o livro! Indicações Coletivo Ângela Davis e Ateliê Amigas da Arte.
Correio Afirmativo
A voz de mulher em 92 anos: Renata, a jornalista esportiva desde pequena.
Correio em quarentena- Amsterdam, Países Baixos:
Notas e Provisoriedade.
Estado(s) da Arte.
Carta de Apresentação
Onde começa a história? Essa certamente não é a primeira e, nem será a última vez que fazemos essa pergunta. Surge na apresentação não ocasionalmente mas como pergunta catalisadora de uma narrativa em linha de tempo, oportuna ferramenta para leitura desses estudos e histórias de vida de mulheres, escritas e organizadas coletivamente. Inicialmente a interlocução de Eliane:
me chamo Eliane, vivo desde janeiro de 2020 em Amsterdam, sou apreciadora, estudante de arte e apoiadora do protagonismo. Acredito na capacidade humana de transformação e vejo profundo valor em gestos de generosidade e coletividade. Na minha trajetória acadêmica e profissional sempre tive preferência nas construções coletivas. Na ocasião de minha mudança de país, também mudaram minhas perspectivas. Revisões, continuidades. Nada além de um processo de tornar-se a si a partir do desejo, do que importa e deve ficar.
A organização com revisão de referências e conteúdo de produção de mulheres é do espaço de criação, estudos e produção autoral Ateliê Amigas da Arte, que está relacionado ao que diz Eliane: contexto afetivo brasileiro que se tornou inevitável lugar de fala e interlocução, tão relevante em minha trajetória de formação ética e criativa como poucos momentos acadêmicos
.
Imagem da esquerda para a direita: Adelaide, Aline e Eliane
Foto: Luana Keske
É conjuntamente com a família que Eliane destaca a produção afetiva e coletiva, em especial com a mãe Adelaide Gonçalves e, sua irmã Aline S. G. Konrad que participa da escrita da presente obra como revisora.
A organização deste livro está relacionada ao acervo de temas, estudos e conteúdos trabalhados pelo Ateliê, como um projeto de espaço afirmativo e seguro para reflexão e criação em Cruz Alta, cidade de onde vieram algumas cartas que estão nesse livro.
Seguem as palavras de Eliane:
Tenho uma trajetória acadêmica e profissional continuada. Atualmente tenho me dedicado à pesquisa e estudos sobre gênero participando do Centro de Pesquisa em Gênero e Sexualidade da Universidade de Amsterdam*, sou escritora de histórias de vida de mulheres, também contadora e apreciadora de biografias. Assumo nesse momento estar especialmente inspirada em observar o sentimento de narrar-se em contextos atípicos.
Nesse sentido, em de ano de pandemia, gostaria de estabelecer com você leitora uma combinação afirmativa, tão positiva quanto possível em um cotidiano de medo, luto, incertezas. Nada fácil tampouco simples pois nos demanda compreensão de sentimentos, realidades, proporções caóticas. Além disso essa é uma experiência humana sem precedentes, que nos impõe uma série de enfrentamentos, aprendizados, novos arranjos sociais mas que sobretudo nos causa forte sofrimento emocional, não há posicionamento positivo útil no negacionismo das catástrofes históricas que estamos vivenciando.
Em que medida conciliar a afirmação para seguir em frente sem negar as reais preocupações com em curto e longo prazo? Outra pergunta que me utilizo ainda para dizer quem sou, de onde vim
