Intuição e criatividade na tomada de decisões
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Sobre este e-book
Um vendedor experiente não conhece o cliente de sua loja já nos primeiros passos dados por ele. Um executivo experiente não conhece os movimentos da economia para poder tomar decisões, principalmente em períodos de crise. Sim, há uma dose de racionalidade na atividade intuitiva.
A leitura desta obra permite compreender como o exercício da criatividade pode aprimorar a intuição e como ela pode alimentar a criatividade, num círculo de contribuições recíprocas.
O propósito deste livro é despertar profissionais, dentro e fora das empresas, para o poder intuitivo, facilitando seu acesso e seu uso na vida diária profissional.
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Intuição e criatividade na tomada de decisões - Ana Abrantes
EQUIPE EDITORIAL
PRODUÇÃO
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04563-004 – São Paulo, SP
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editora@trevisaneditora.com.br
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Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
Abrantes, Ana
Intuição e criatividade na tomada de decisões [livro eletrônico]/Ana Abrantes, Stela Maris Sanmartin; com a colaboração de David de Prado. -- São Paulo: Trevisan Editora, 2017. 25Mb; e-PUB.
Bibliografia.
ISBN: 978-85-9545-015-8
1. Administração de empresas 2. Criatividade 3. Empreendedorismo 4. Intuição 5. Negócios 6. Organizações 7. Tomada de decisão I. Sanmartin, Stela Maris. II. Prado, David de. III. Título.
Indices para catálogo sistemático:
1. Intuição e criatividade: Tomada de decisões: Administração de empresas 658.403
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© Trevisan Editora, 2017
A todos aqueles que querem conhecer melhor sua intuição.
Agradecimentos
À oportunidade de viver, conviver e deixar marcas neste mundo.
A todos que se dispuseram e contribuíram para nossa pesquisa exploratória.
À parceria e à confiança que permitem que nossos projetos se realizem.
Especialmente ao parceiro e amigo Antoninho Trevisan que acreditou em nosso projeto.
A inestimável contribuição do prof. dr. David de Prado Diez para nossa formação e para este livro.
À criatividade e à intuição que nos tornam cocriadores da vida.
A intuição é o laço que une o pessoal e o universal, o diverso e o único, a matéria e o espírito; é o entendimento do que é beleza, o que é certeza e o que é criatividade; o que é poder e o que é serenidade; o que é permanência e o que é descoberta.
(SUBIRANA, 2012, p. 48)
Prefácio
Este livro se mostra desafiador desde o título ao convidar o leitor para refletir sobre uma forma de pensar ainda pouco explorada por reflexões científicas e ainda pouco conhecida pela maioria das pessoas.
O caráter desafiador se amplia ao abordar o potencial uso da intuição em ambientes de trabalho pautados pelo que se chama de racionalidade, em organizações onde, embora as pessoas afirmem reconhecer o valor da intuição, têm pouca segurança para explorá-la e pouca liberdade para dela tratar abertamente. Como consequência, apesar da existência de sinais físicos, mentais e emocionais, a habilidade acaba sendo comumente utilizada em silêncio e pouco desenvolvida por não permear as interações sociais e assim ter a espontaneidade de seu uso comprometida.
O desafio culmina no estabelecimento de paralelos e também contrapontos entre intuição e criatividade, um domínio muito fértil para reflexões, em princípio, diante do fato de a criatividade, por muito tempo, não ter sido considerada objeto de investigação científica. Isso decorre de seu caráter místico ou simplesmente do percentual de mistério que ainda não permitia à criatividade ser satisfatoriamente explicada pelos métodos científicos disponíveis. Porém, a criatividade já avançou bastante nessa trajetória e, pelo menos em áreas como a Psicologia, adquiriu outro status, tendo passado por abordagens psicanalíticas, psicométricas e também culturalistas, cada uma com sua contribuição para ampliar o espectro de debate sobre o tema que, em sua trajetória, conta com avanços mais amplos baseados em abordagens cognitivas.
Como as autoras bem lembram, a intuição, embora ande lado a lado com a criatividade e seja fundamental para compreender inclusive processos cognitivos, ainda tem um longo caminho pela frente, pois vivemos numa cultura que separa ciência de religião ou misticismo, e os temas relacionados com mistérios da subjetividade tendem a ser marginalizados, pelo menos num momento inicial. Mas como entender uma noção de científico
que exclui outros aprendizados, talvez menos palpáveis
?
Numa simples análise de entrevista, um pesquisador pode desconfiar do que é falado com base na literatura por ele previamente consultada ou mesmo em sua experiência conversacional, em seu convívio social no qual pode perceber que as pessoas, querendo ou não e por diferentes razões, nem sempre falam o que pensam. Como exemplo, muitos profissionais entrevistados pelas autoras reconhecem a importância da intuição, mas são inibidos – por si próprios, por fatores externos ou pela interação entre ambos – a empregá-la no dia a dia de seu trabalho. Portanto, é preciso ir além do conteúdo manifesto para interpretar o que é falado. E tal interpretação pode ocorrer sem um esforço ou uma ação consciente do pesquisador, trazendo respostas muitas vezes inesperadas ao fim de um trajeto que o próprio autor da resposta não vai ter como explicar.
Em outros contextos, quem nunca ouviu falar de um profissional renomado como intuitivo
? O adjetivo agrega reconhecimento ao sujeito que, assim como o criativo, tem disposição para correr riscos. Entretanto, certamente avalia suas ideias antes de apresentá-las ou implantá-las e, sem desmerecer o caráter mágico de sua habilidade, a avaliação resulta também de sua experiência profissional. Um vendedor experiente não conhece o cliente de sua loja já nos primeiros passos dados por ele? Um executivo experiente não conhece os movimentos da economia para poder tomar decisões, principalmente em períodos de crise? Sim, há uma dose de racionalidade na atividade intuitiva, mas esse aprendizado está relacionado com as emoções, com a trajetória de cada um, com a forma como aprendeu a pensar e também a sentir. E um dos maiores desafios da pesquisa sobre o tema consiste em investigar sistematicamente os mistérios dessa subjetividade, sendo que o aprendizado e a expressão de muitos sujeitos podem se mostrar semelhantes. Portanto, o processo intuitivo também resulta de aprendizado experimental, muitas vezes das vivências de cada um, e também da repetição até se chegar à automatização que se assemelha à busca de atalhos para o pensamento. Mesmo assim, de forma semelhante ao processo criativo, não pode ser explicado em sua totalidade, embora o último já tenha sido sistematizado em fases, por exemplo. Mas será que algum tema pode ser completamente compreendido com base em métodos racionais? E qual seria o encantamento do objeto de investigação que pudesse ser, se o mistério correlacionado é que o torna mágico e atraente para uma investigação?
O que se caracteriza como intuitivo, então, ocorre paralelamente ao que se chama de racional, ainda que a extensão de cada lado do trilho formador da cognição, no percurso da estrada da investigação científica, não seja a mesma. Mas por que a dicotomização se as laterais andam juntas e assim podem contribuir para o trajeto levar cada vez mais longe e para a descoberta de locais cada vez melhores?
O desafio deste livro termina em como tratar do assunto diante de quem quer ter muita segurança, muita certeza e muita coisa que não se tem facilmente nos tempos atuais. Estariam os profissionais – mesmo os qualificados como intuitivos ou cientes da importância de desenvolver seu potencial intuitivo – dispostos a percorrer trilhos tortuosos, apostando no sucesso – incerto, pois as respostas encontradas podem não ser corretas – e ser encontrado na última estação? Parece que a chamada cultura da segurança total, contraditoriamente, é característica de grandes organizações, justamente as que podem reservar um percentual de seus investimentos não apenas econômicos ou financeiros em experimentos arriscados. No caso de empreendedores, principalmente dos pequenos ou médios, não é tão difícil imaginar ou mesmo verificar a disposição para correr riscos e o chamado uso da intuição para tomar decisões. Seria isso uma consequência do fato de eles terem – digamos – menos a perder caso não sejam bem-sucedidos em alguma ação? Seriam os referidos empreendedores mais intuitivos ou, inclusive por necessidade, já faz parte da rotina de trabalho deles se colocarem em determinadas situações em busca de métodos tidos como menos racionais? Por outro lado, como pode acontecer a antecipação do futuro, tipicamente associada à intuição, num novo ramo de atuação?
Parece estar em muitas das possíveis respostas para essas dúvidas o espaço para a inovação. E o livro apresenta exemplos de treinamentos capazes de aprimorar a intuição que, por sua vez, alimenta a criatividade, temas mantidos em contato até o final. Nesse sentido, as autoras consideram que, assim como a dedicação ao trabalho pode contribuir para o aprimoramento da criatividade, o foco em determinados objetos, que podem ser inclusive metas, tende a favorecer o que se chama de intuição. Isso ocorre porque o indivíduo, de diferentes formas, conecta-se ao objeto de modo a favorecer a concretização de seus projetos relacionados com ele.
Por essa razão, a leitura desta obra permite compreender como o exercício da criatividade pode aprimorar a intuição e como ela pode alimentar a criatividade, num círculo de contribuições recíprocas, pois o desenvolvimento da intuição pode:
acentuar as particularidades de uma pessoa, dando a ela singularidade e liberdade potencialmente ampliadoras da criatividade;
contribuir para a suspensão do julgamento na geração de ideias e para a flexibilidade do desenvolvimento delas, permitindo associações pouco – ou nada – prováveis entre elementos e, como consequência, a geração de significados ou de novos processos ou produtos, em se tratando de ambientes organizacionais.
A complexidade do tema intuição tende a continuar diante do fato de ela estar muito mais ligada ao sentir do que o insight, cujo resultado é palpável ou, de algum modo, visível. E por essas e outras razões ainda será necessário amadurecer as reflexões sobre intuição até ela trilhar um caminho semelhante ao já percorrido pelas pesquisas sobre criatividade, que, mesmo já tendo adquirido importância como objeto de investigação científica, ainda guarda mistérios e eles podem ser apontados na discussão final dos resultados de pesquisas ao se falar sobre limitações, encaminhamentos futuros etc. Trata-se de um constante exercício metodológico passível de ser realizado com qualquer tema, já que o olhar sobre seja ele qual for está sujeito a mudanças, e elas movem o pensamento – não apenas científico – e também a própria criatividade ou a própria intuição, ou por elas são movidas. A aplicação, por sua vez, depende de algo elementar, mas muitas vezes esquecido ou menosprezado por muitos de nós: a importância de conhecer melhor as pessoas e nós mesmos. Uma vez reconhecida a importância desse tipo de conhecimento e autoconhecimento, associado a outros saberes destacados neste livro, poderão ser encontradas novas soluções para problemas individuais e coletivos, e isso certamente teria impacto sobre o funcionamento de diferentes organizações e sobre o próprio bem-estar social.
Asdrúbal Borges Formiga Sobrinho
Prof. dr. em Psicologia licenciado em Publicidade
e Propaganda na Universidade de Brasília (UnB)
Inverno de 2016
Sumário
APRESENTAÇÃO
1O RGANIZAÇÕES EM TEMPOS DE CAOS E INCERTEZAS
Saltos quânticos, criatividade e um novo tipo pensamento
O contexto do mercado e a inovação de rupturas
O profissional do século 21: as novas competências e a dimensão intuitiva
Uma nova perspectiva para a criatividade
A dimensão intuitiva
Conclusões
2M AGIA , PARANORMALIDADE OU CAPACIDADE HUMANA?
A natureza da intuição – teorias e conceitos
Os mitos
O que é intuição?
As variadas funções aplicadas da intuição (David de Prado)
Como reconhecer a intuição – sinais e mensagens
Conclusões
3I NTUIÇÃO: ALGUMAS ABORDAGENS DIFERENCIADAS
Abordagens espiritualistas
A perspectiva junguiana
Intuição do coração – uma pesquisa revolucionária
Coração, intuição e empreendedorismo
Conclusões
4I NTUIÇÃO E CRIATIVIDADE – UMA PARCERIA DE EXCELÊNCIA
Sobre criatividade: algumas teorias e reflexões
Os conceitos que definem criatividade (David de Prado)
Características coincidentes entre as personalidades criativa e intuitiva (David de Prado)
O valor essencial da criatividade imaginativa e intuitiva (David de Prado)
Processo criativo: insights × flashes intuitivos
Conclusões
5R ESULTADOS DE UMA PESQUISA EXPLORATÓRIA
A metodologia
A perspectiva de profissionais sobre intuição: uma visão quanti e qualitativa
Conclusões
6P RINCÍPIOS BÁSICOS PARA O ACESSO À INTUIÇÃO
Espaço
Desconstrução/flexibilidade mental
Confiança
Tempo e silêncio
Incubação
Nível de consciência
Prática diária
Conclusões
7P RÁTICAS, PROCESSOS E MÉTODOS PARA ESTIMULAR A INTUIÇÃO CRIADORA
A tempestade de ideias ou brainstorming (David de Prado)
Analogia inusual (David de Prado)
Metamorfose transformadora (David de Prado)
Relaxamento
Visualização criativa
Sonhos
Meditação
Escrita automática
Páginas matinais ou diário
Procedimentos criativos para ativar a intuição em situações preocupantes (David de Prado)
Resolução de problemas e tomada de decisões: testando múltiplas possibilidades
Exercícios do Instituto HeartMath
Técnicas de contato – buscando a resposta do coração
Outras práticas e
