O conservadorismo na sociedade brasileira contemporânea: e o serviço social
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O conservadorismo na sociedade brasileira contemporânea - Alex Gonçalves dos Santos
À todas as Marias e Joões, que derramam seu sangue diariamente nesse mundo débil e ao professor Fábio Belloni (in memoriam)
NOTA DO AUTOR
Essa obra que ora tem em mãos é fruto da Dissertação apresentada à Banca Examinadora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, no Programa de Estudos Pós-Graduados em Serviço Social da Faculdade de Ciências Sociais, para a obtenção do título de MESTRE em Serviço Social, na área de concentração em Serviço Social, sob a orientação do Prof. Dr. Ademir Alves da Silva. Com subsídio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq, que, por intermédio da PUC-SP, proporcionou uma bolsa de estudos, fundamental para a realização desse trabalho. Essa pesquisa foi realizada nos anos de 2016 e apresentada nos primeiros meses de 2018. Optamos por deixar o texto quase na íntegra, atualizando algumas informações, mas em sua maior parte está semelhante ao texto apresentada para a banca examinadora no ano citado.
AGRADECIMENTOS
Quero agradecer a todas as trabalhadoras que acordam antes do Sol nascer para o sustento da família e que contribuíram, junto com todos os cidadãos brasileiros, no financiamento desse trabalho. Infelizmente, muitas dessas, jamais chegaram perto de uma universidade como esta, quando muito, entram nela para limpar as salas e os banheiros. Um mundo ao qual somente uma pequena parcela dos pobres e favelados tem acesso.
À Pontifícia Universidade Católica, aos docentes, discentes e aos funcionários dessa Universidade. Pois, um trabalho vai além do mérito individual e sem ajuda de várias pessoas pelo caminho, esse mérito não chegaria a lugar algum. Com isso, agradeço aos que contribuíram para a realização desse percurso.
À professora Camila Felice Jorge, que escreve o prefácio desse livro, que desde os tempos de formação na UniÍtalo, como minha professora, há 10 anos, vem contribuindo na minha trajetória acadêmica e pessoal, mostrando-se como uma profissional, uma professora, uma pessoa que considero, admiro e respeito, pelo que me incentivou, ensinou e ensina no processo da vida.
À professora Dirce, escritora da orelha dessa obra, contribuiu para esse trabalho desde a Disciplina por ela Coordenada no Programa de Pós-Graduação em Serviço Social no início de 2016, mostrando-se uma pessoa e uma docente como poucas no mundo acadêmico.
À professora Carmelita Yazbek e à Aurea Satomi Fuziwara que contribuíram e contribuem para minha formação para além do espaço acadêmico e aceitaram de pronto a suplência para a banca dessa Dissertação que agora vem a público.
Agradeço pela trajetória que passei na UniÍtalo, pelos aprendizados e experiências com os colegas e docentes que tive o prazer de conhecer e de conviver durante dois anos, laços que acredito permanecer para a posteridade. Aos amigos distantes ou próximos no percurso da vida. Em especial, à professora Kátia Hale e ao professor Fábio Belloni, que permanecem na minha vida para além desse Centro Universitário e para a Assistente Social Regiane Peixoto que foi minha primeira Supervisora de Estágio enquanto estive naquela instituição
Às Assistentes Sociais professoras: Olda Andreazza, Rosalina Santa Cruz, Márcia Paixão, Socorro Cabral, Márcia Accorsi, e Martinelli que partilham seus conhecimentos para minha maturidade intelectual e pessoal.
Ao professor Ademir Alves da Silva que aceitou o convite de me orientar já na Iniciação Científica em 2014 e em todo meu percurso profissional desde o início da graduação em Serviço Social pela PUC-SP em 2012 até aqui, como orientador desse trabalho, me incentivando, trazendo reflexões que contribuíram para além da pesquisa e entendendo minhas limitações intelectuais com sua generosidade profissional.
Aos amigos distantes ou próximos no percurso da vida, e colegas que fiz ao longo de minha formação na PUC-SP, cujos nomes não citarei aqui, para não correr o risco de fazer injustiça com eventuais não mencionados.
Agradeço a Paula Aragão, companheira de vida, lutas, diálogos, e amor, que permanece ao meu lado e eu ao dela, nos momentos difíceis do percurso acadêmico e da vida, acolhendo minhas limitações pessoais e contribuindo para eu chegar em um caminho melhor. Companheira peculiar. A ela, minha gratidão, carinho, respeito, admiração e amor.
Tempo doido, época feia. O mundo quer salvar o jovem, mas não fala de escola, só fala de cadeia, tempo é dinheiro, morre a paciência, aí vira o que? Os com diploma, versos os com-ciência. A fundação é tudo, menos casa. É mó boi odiar o diabo, eu quero ver é vocês viver lá no inferno não existe amor em SP
? Existe pra caralho! cês acham que as mães de maio choram por quê? tem que sobreviver ao pai que abusa, o ferro sobre a blusa, as farda que mata nóiz e nunca fica reclusa, ao Estado que te usa, ao padrão de beleza musa e aos otário, que ainda quer vim me falar de racismo ao contrário. Tempo doido, a espinha gela onde as mulheres é estuprada e no final a culpa ainda é delas. O problema é seu e da sua dor, às vez eu me sinto inútil aqui, que eu não valho nada, igual o governo tem tratado os professores, mas pra esses bunda mole ai que acha que nóiz tá dormindo, um aviso: não é porque nóiz tá sonhando que nóiz tá dormindo, viu? (EMICIDA).
Não há crise
da qual é preciso sair. Há uma guerra que precisamos ganhar. (COMITÊ INVISÍVEL).
LISTA DE ABEVIATURAS E SIGLAS
SUMÁRIO
Capa
Folha de Rosto
Créditos
PREFÁCIO
INTRODUÇÃO
CAPíTULO I. AS CLASSES SOCIAIS E AS LUTAS DE CLASSES NO CAPITALISMO
1.1. A CATEGORIA CLASSE SOCIAL
1.1.1. MARX E AS CLASSES SOCIAIS
1.1.1.1. AS CLASSES EM WEBER
1.2. A LUTA DE CLASSES NO BRASIL – O NOVO NO VELHO
1.3. AS CLASSES SOCIAIS NA CONTEMPORANEIDADE
CAPÍTULO II. AS EXPRESSÕES, TENDÊNCIAS E MOVIMENTOS DAS CLASSES SOCIAIS NO BRASIL CONTEMPORÂNEO
2.1. OS PARTIDOS POLÍTICOS
2.2. AS ORGANIZAÇÕES SINDICAIS
CAPÍTULO III. O SERVIÇO SOCIAL BRASILEIRO: CONSERVADORISMO CONSTITUTIVO E RENITENTE
CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES
REFERÊNCIAS
Landmarks
Capa
Folha de Rosto
Página de Créditos
Sumário
Bibliografia
PREFÁCIO
A sede por justiça.
Trazer a público uma discussão adormecida, e revelar as inquietudes que permeiam uma trajetória. Trajetória essa com muitas perdas e anseios, por razões que até então não estavam externadas. Esse é o Alex! Pensar em temas, aprofundar o conhecimento em teorias versadas sobre a atual sociedade, e o grande desafio proposto referenciando uma profissão que se faz nesse cenário e se tece por ele. Provocar ações e reflexões são propostas elucidativas acerca da experiência de vida e profissional que esse grande autor convida com suas escritas críticas.
A história de Alex poderia ser como qualquer uma outra história, de um garoto vindo da periferia, lutando pela sobrevivência e vivendo para sobreviver; quando ele entra na universidade com seu desejo de recriar seus pensamentos, mudar essa história, identificamos que essa não é mais uma história como a de tantos, que nem ao menos passa por esse processo reflexivo em suas vidas… vidas que são ceifadas, rompidas antes mesmo de chegar ao próprio destino. Reviver a periferia nada mais é do que dizer que
