Os Impactos dos Modelos Gerenciais na Administração Pública
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Sobre este e-book
Um livro que fala sobre, os impactos dos modelos gerencias na administração pública, lança um novo olha em pleno século XXI, pós-eleição presidencial brasileira, ano 2022.
A obra propõe-se a reler as peças e reconstitui, em linhas gerais, a trajetória da administração pública brasileira nos últimos 20 anos, analisando tanto os principais avanços e novidades, quanto os erros de condução das reformas e os problemas de gestão que ainda persistem. Após eu fazer um balanço que percorre a Nova República, a era Collor, o projeto Bresser e o governo Lula, e então atual Jair Bolsonaro o texto apresenta uma proposta de quatro eixos estratégicos para a modernização do Estado diante dos desafios do século XXI.
Ao final do trabalho, concluiremos com apontamentos críticos sobre os elementos
políticos e culturais que induzem a discussão sobre a Gestão Pública no Brasil contemporâneo, explorando suas conexões com as Políticas de Reforma do Estado praticadas nos últimos governos.
Por seu conteúdo marcante e linguagem dinâmica, esta leitura torna-se uma excelente fonte de erudição e discernimento a todos que se interessam pelas mais variadas vertentes artísticas, buscando conhecer suas tramas, tradições e percurso histórico da política brasileira.
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Os Impactos dos Modelos Gerenciais na Administração Pública - Cristiano Marcelo de Oliveira
Contents
CAPA
INTRODUÇÃO
1
O PROBLEMA DA PESQUISA, REFERÊNCIAS TEÓRICAS E METODOLÓGICAS
1.1 Partindo da realidade
1.2 Sobre a reforma administrativa gerencial
1.3 Formulação do problema
1.4 Recuperação econômica e a geração de empregos
1.5 Justificativa
1.6 Políticas de RH reforma gerencial 1995/2002
1.7 Os avanços e desafios na força do trabalho
2
DIMENSÃO DA REESTRUTURAÇÃO PRODUTIVA
2.1 Trajetória de investigação
2.2 Nova política de recursos humanos
2.3 Percurso analítico adotado
2.4 Metodologia e instrumentos de coleta de dados
3
QUADRO TEÓRICO
3.1 Avanços e desafios na força do trabalho
3.2 Dimensão da restruturação produtiva
3.3 A reforma da Administração Pública Gerencial
3.4 Reinvenção do planejamento governamental do Brasil
3.5 Diálogo e desenvolvimento
3.6 Papel e importância de planos nacionais de desenvolvimento
3.7 Uma breve história do órgão aqui estudado DRF
REFERÊNCIAS
FONTES PRIMÁRIAS
FONTES SECUNDÁRIAS
APÊNDICE I
APÊNDICE II
APÊNDICE III
APÊNDICE IV
APÊNDICE V
APÊNDICE VI
APÊNDICE VII
SOBRE O AUTOR
SOBRE A OBRA
CONTRACAPA
Os impactos dos
modelos gerenciais na
administração pública
Editora Appris Ltda.
1.ª Edição - Copyright© 2023 dos autores
Direitos de Edição Reservados à Editora Appris Ltda.
Nenhuma parte desta obra poderá ser utilizada indevidamente, sem estar de acordo com a Lei nº 9.610/98. Se incorreções forem encontradas, serão de exclusiva responsabilidade de seus organizadores. Foi realizado o Depósito Legal na Fundação Biblioteca Nacional, de acordo com as Leis nos 10.994, de 14/12/2004, e 12.192, de 14/01/2010.
Catalogação na Fonte
Elaborado por: Josefina A. S. Guedes
Bibliotecária CRB 9/870
Livro de acordo com a normalização técnica da ABNT
Editora e Livraria Appris Ltda.
Av. Manoel Ribas, 2265 – Mercês
Curitiba/PR – CEP: 80810-002
Tel. (41) 3156 - 4731
www.editoraappris.com.br
Printed in Brazil
Impresso no Brasil
Cristiano Marcelo de Oliveira
Os impactos dos
modelos gerenciais na
administração pública
A Yausha Mashia, por ter me dado força e saúde para superar os desafios e obstáculos da vida. Aos meus pais, pelo amor, incentivo e apoio incondicional. À minha irmã Deusimar Cristina de Oliveira, minha esposa,
Ana Gabriela, e filha Kamile Cristine.
AGRADECIMENTOS
À Maria das Graças de Oliveira e a todos que, direta ou indiretamente, fizeram parte da minha formação, o meu muito obrigado, tais como: João Baptista da Silva; Kátia Cristina da Silva; Ana Gabriela Pereira Antonio; Kamile Christine da Silva; Alessandra Padovani Matiel; Marco Aurélio de Castro Pimentel; Mauricio Nogueira Roguetti; José Paulo Correia; Maria Cristina Arantes; Márcia G. da Silva Ferreira; Alberto José; e não poderia deixar de citar a minha irmã Deusimar Oliveira.
Esses nomes citados são de alguns colaboradores da Delegacia da Receita Federal do Brasil, em Nova Iguaçu, órgão em que eu fiz o meu estágio supervisionado e apreendi muito como pessoa e ser humano.
Meus agradecimentos аоs amigos companheiros dе trabalho е irmãos nа amizade, que fizeram parte dа minha formação е que vão continuar presentes еm minha vida, cоm certeza.
Agradeço а todos оs professores da UFRRJ, pоr mе proporcionarem о conhecimento nãо apenas racional, mаs а manifestação dо caráter е a afetividade dа educação nо processo dе formação profissional, pоr tanto que sе dedicaram а mim, nãо somente pоr terem mе ensinado, mаs por terem mе feito aprender. A palavra mestre nunca fará justiça аоs professores dedicados, оs quais, sеm nominar, terão оs meus eternos agradecimentos, e a todos da Biblioteca pelo carinhoso apoio.
Tenha até pesadelos se necessário for,
mas sonhe com um futuro melhor para o Brasil.
APRESENTAÇÃO
O texto que aqui apresento lança o desafio de pensar de outro modo nossos sofrimentos cotidianos. Utilizando uma estratégia de análise de política pública, o autor nos convida a desnaturalizar e eventualizar essas certezas que fazem parte de nosso dia a dia. Ele realiza essa tarefa de análise crítica com extremo cuidado, fazendo como reclama a tradição crítica iniciada pelos autores ao longo deste século.
O autor inicia seu livro com uma breve afirmação: O entendimento dos fatores conjunturais e a leitura dos principais atores à frente do governo da época são essenciais para a compreensão do colapso do modelo burocrático de gestão pública com a abertura dos caminhos para o debate e a posterior propositura do novo modelo gerencial de Administração Pública
. Após a discussão histórica e conjuntural sobre os movimentos de Reforma do Estado no Brasil, na terceira parte, mostrarei analisadas as bases fundamentais do Plano Diretor da Reforma do Aparelho de Estado Mare, que ocorreu em 1995, e suas diretrizes, bem como as implicações do retrocesso burocrático
da Constituição de 1988 para a modernização da administração pública brasileira. Assim, a partir do Plano Diretor, que estabeleceu as diretrizes iniciais para a reconstrução do aparelho de Estado no Brasil, discutiremos como e em qual contexto se desenrolaram os principais fatos e ações com vistas à execução de mudanças estruturais no aparelho de Estado brasileiro Bresser Pereira (1998). Por fim, concluiremos com uma apreciação crítica da Reforma Gerencial de 1995, além de tecer algumas considerações sobre o comportamento político dos últimos governos no que diz respeito à gestão pública brasileira.
Lacan nos ensina que é preciso escolher. Mas se haver com o inconsciente definitivamente não é uma tarefa fácil! Sem cessar, ele nos atravessa, e o que aprendemos depois de certo tempo de manejo é que os acontecimentos de vida podem vir a ser conduzidos de maneira mais ou menos acordada, mais ou menos decidida, até que de fato se decida.
Enquanto escrevo este livro, o mundo passa por uma pandemia devastadora. Embora alguns países tenham sido atingidos com muito mais intensidade do que os outros, todo o planeta foi impactado. Milhões foram afetados, centenas de milhares morreram, a economia global foi gravemente perturbada, e muita gente está sofrendo com as consequências disso.
Em certo sentido, a Covid-19 impactou todos nós, mas o coronavírus não é a única tragédia que o nosso mundo enfrenta no século XXI. Existe uma série de desafios significativos que encaramos pessoalmente e como comunidade global: o desemprego, a pobreza, os desastres naturais, o aumento da criminalidade e, além disso, a nossa política pública. Onde está a gestão de políticas públicas no meio a tudo isso?
LISTA DE SIGLAS
INTRODUÇÃO
A Reforma do Estado é um tema atual e vasto, com profundas implicações nas estruturas políticas, econômicas, institucionais e sociais, em todas as sociedades. Observando o trabalho do autor Bresser Pereira (1998), na agenda dos países da América Latina, durante a década de 1990 até 1998, ela anda permanece inconclusa, devido ao fato de desencadear processos complexos e de longa duração, sempre sujeitos a descontinuidades e falhas (CARDOSO, 2006).
Na primeira parte, haverá uma breve retrospectiva histórica das duas reformas administrativas anteriores à Reforma Gerencial de 1995, a ocorrida no período Vargas na década de 1930, que simbolizou o primeiro esforço de modernização do Estado brasileiro com a construção dos pilares fundamentais da burocracia brasileira, simbolizados no Departamento Administrativo do Serviço Público (DASP); e a Reforma realizada em 1967, nos governos militares, que serviu ao projeto de modernização ligado às concepções desenvolvimentistas daquele período, Bresser-Pereira (1998), Abrucio Pedroti (2010) entre outros autores buscar-se-á contextualizar o período imediatamente anterior à Reforma Gerencial e a chamada crise do Estado
, apontando, assim, os principais fatores que levaram à propositura da Reforma da gestão pública de 1995.
O entendimento dos fatores conjunturais e a leitura dos principais atores à frente do governo da época são essenciais para a compreensão do colapso do modelo burocrático de gestão pública com a abertura dos caminhos para o debate e a posterior propositura do novo modelo gerencial de administração pública.
Após a discussão histórica e conjuntural sobre os movimentos
