Contos de Mário de Andrade: Edição acessível
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Mário de Andrade
Mário de Andrade (1893–1945) was a poet, novelist, cultural critic, ethnomusicologist, and leading figure in Brazilian culture. He was a central instigator of the 1922 Semana de Arte Moderna (Modern Art Week), which marked a new era of modernism. He spent much of his life pioneering the study and preservation of Brazilian folk heritage and was the founding director of São Paulo’s Department of Culture.
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Contos de Mário de Andrade - Mário de Andrade
CONTOS DE
MÁRIO DE ANDRADE
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Maria Inês Petrucci Rosa – Osvaldo Novais de Oliveira Jr.
Rodrigo Lanna Franco da Silveira – Vera Nisaka Solferini
CONTOS DE
MÁRIO DE ANDRADE
INTRODUÇÃO
ORNA LEVIN
Editora UnicampFicha catalográfica elaborada pelo
sistema de bibliotecas da unicamp
diretoria de tratamento da informação
Bibliotecária: : Maria Lúcia Nery Dutra de Castro – crb-8a / 1724
An24c
Andrade, Mário de, 1893-1945.
Contos de Mário de Andrade / introdução: Orna Levin. – Campinas, SP : Editora da Unicamp, 2021.
1. Contos brasileiros. 2. Ficção brasileira. 3. Literatura brasileira I. Levin, Orna. II. Título.
ISBN 978-65-86253-84-9
cdd - B869.349
- B869.35
- B869.9
Copyright © by Orna Levin
Copyright © 2021 by Editora da Unicamp
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Sumário
Folha de rosto
Como Ler Este Livro
Lições e Assombrações
Contos de Mário De Andrade
O Ladrão
O Peru de Natal
Frederico Paciência
Tempo da Camisolinha
Será o Benedito!
Créditos
Como ler este livro
Este livro pode ser lido como qualquer outro, página após página (ou do jeito que o leitor preferir).
Diferentemente dos outros livros, ele pode ser ouvido ou assistido. É também acessível para surdos, por meio de traduções para Libras, e para pessoas com deficiência visual em versão ePub 3. Pode ainda ser um jogo de pega-ladrão acompanhando o enredo do conto O ladrão
.
Para isso, são necessários alguns procedimentos simples:
Imagem de um celular com um simbolo na tela, indicando download Baixe o aplicativo Livros interativos da Editora da Unicamp
. Na opção de línguas, clique em Português. Clique sobre a capa do livro e a câmera do seu celular será ativada. Se quiser jogar, leia a próxima instrução. Para outras opções, aponte a câmera para a capa do livro que você tem em mãos e abra o menu.
Quando este ícone aparecer, acesse o aplicativo, clique sobre a capa do livro, aponte a câmera do celular para a ilustração. Você acessará o jogo pega-ladrão.
Ícone com duas mãos, indicando acessível em LibrasPara ter acesso à tradução dos contos e da introdução em Libras, acesse o aplicativo, clique sobre a capa do livro, aponte a câmera do celular para a capa do livro que você tem em mãos e o menu abrirá automaticamente. Clique sobre Introdução e contos em Libras
.
Para ter acesso ao glossário Português-Libras, acesse o aplicativo, clique sobre a capa do livro, aponte a câmera do celular para a capa do livro que você tem em mãos e o menu abrirá automaticamente. Clique sobre Glossário
. As palavras traduzidas estão numeradas de acordo com a ordem dos contos e de sua aparição no texto.
Para ouvir a narração dos contos, acesse o aplicativo, clique sobre a capa do livro, aponte a câmera do celular para a capa do livro que você tem em mãos e o menu abrirá automaticamente. Clique sobre Narração em áudio
.
Ícone com o desenho de um arquivo Para versão acessível a pessoas com deficiência visual, confira o ePub no site da Editora da Unicamp.
full_pagINTRODUÇÃO
Texto disponível em librasLIÇÕES E ASSOMBRAÇÕES
Orna Levin
Dos cinco contos reunidos na presente antologia, quatro pertencem ao volume Contos novos, de 1947. Foram impressos pela primeira vez em uma edição póstuma que chegou às livrarias quando se completavam dois anos do desaparecimento precoce de Mário de Andrade, vítima de uma parada cardíaca aos 51 anos de idade. Na época do lançamento, os editores informaram que o livro se mantinha fiel ao projeto de coletânea encontrado entre os seus papéis. O plano inicial previa uma reunião de 12 títulos. Nele havia a indicação dos textos selecionados, a definição da sequência na disposição do conjunto e um sinal de aprovação em oito manuscritos finalizados.[1] Dentre os que o escritor considerava prontos para publicação incluem-se O ladrão
, O peru de Natal
, Frederico Paciência
e Tempo da camisolinha
, que vemos reproduzidos aqui, ao lado de Será o Benedito!
, cuja redação se destinou originalmente às páginas do Diário Nacional, órgão do Partido Democrático fundado em 1926 ao qual o escritor se filiara.
Os estudiosos da obra de Mário de Andrade sugerem que a redação definitiva dos contos tenha ocorrido no período em que ele passou a residir no Rio de Janeiro, entre 1938 e 1941.[2] Avaliam que sejam fruto da maturidade artística que alcançou nos derradeiros anos de vida. O próprio escritor, deixando evidências da enorme preocupação que tinha com o aprimoramento da prosa ficcional, tomou o cuidado de registrar, ao final de cada texto, as datas das sucessivas revisões que empreendeu nos manuscritos. Sem dúvida, o registro cronológico atesta um trabalho vagaroso de redação, um processo lento de reelaboração permanente no qual persistiu, em alguns casos, por mais de uma década. As datas demonstram que a concepção de O peru de Natal
, por exemplo, teve início em 1930. A versão definitiva foi concluída apenas em 1942. Mais lenta ainda terá sido a reescrita de Frederico Paciência
, conto que o ocupou por quase 20 anos, a partir de 1924. Pelo que observamos, ao longo desse amplo arco temporal, Mário de
