Introdução A Psicanálise Clínica
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Introdução A Psicanálise Clínica - Jorge Almeida
¹.
B) - QUAL O SENTIDO POPULAR DA EXPRESSÃO INCONSCIENTE?
Resposta: Significa apenas uma ação violenta, ingênua ou impensada. Por exemplo: Aquela atitude foi algo tremendamente inconsciente
. Não faça isso inconscientemente?
No entanto, o termo empregado por Freud vai muito além do sentido popular. Ademais, Roza em sua Obra Freud e o Inconsciente, publicada pela editora zohar, afirmou que qualquer que tenha sido a noção de Inconsciente elaborada antes de Freud, o fato é que ela não designava nada importante ou decisivo para a compreensão da subjetividade. Afinal, há outro aspecto importante para ser ressaltado é o da identificação do inconsciente com o caos, o mistério, o inefável, o ilógico etc. Portanto, está identificação ocorre tanto anteriormente a Freud como no interior do próprio espaço do saber psicanalítico.
C) - COMO PODEMOS ENTENDER A ESTRUTURA DO INCONSCIENTE SEGUNDO FREUD?
Resposta: Segundo Freud, o caminho para o Inconsciente deverá ser procurando nas lacunas ou nas manifestações consciente do indivíduo. Contudo, o sonho, os lapsos, o ato falho por exemplo: é fazer algo quando na realidade a intenção é outra
. Já os chistes por exemplo: é tentar transmitir algo de uma maneira diferente daquela que seria inteligível
. Já os sintomas são: culpa, inferioridade, apatia, etc. Afinal, todos estes fatores constroem a carta transmitida pelo Inconsciente.
D) – O QUE É A ESTRUTURA TRIPARTITE DA MENTE?
Resposta: Compreende-se, o sistema psíquico de cada indivíduo. Contudo, nesta estrutura estão incluídos o ID, o EGO e o SUPEREGO.
E) – COMO PODEMOS COMPRENDER A TEORIA DO ID?
Resposta: Deste modo, o ID vem a ser a fonte de excitação ou impulsos sobre o organismo do corpo que impele o indivíduo a um determinado objetivo para satisfazê-lo. Por exemplo, o estimulo da sede leva alguém a procurar água, o estimulo da fome sobre o estomago leva todo o corpo a sentir necessidade de alimento. Contudo, instintivamente a pessoa procura algo para comer. No entanto, da mesma forma outras excitações ocorrem e o instinto natural impele a pessoa a realiza-los, sono, sexo, etc. Afinal, esses impulsos que levam o indivíduo a agir instintivamente, não dependem muitas vezes de uma avaliação racional.
F) – QUAIS SÃO AS FONTES QUE COMPÕE O EGO?
Resposta: Portanto, conforme Freud o ID é a fonte de onde provem as excitações corporais ou impulsos instintivos. Já o EGO é o lado racional que abrange as fontes do intelecto humano. Contudo, conforme o compêndio de psiquiatria, publicado pela Artmed, essas fontes que compõem o EGO são: A percepção; aprendizagem; inteligência; intuição; linguagem; pensamento; compreensão e motilidade
. Afinal, estas funções do Ego estão ligadas diretamente ao consciente, e se encarregam de estabelecer um contato direto com a realidade ambiental do mundo exterior. No entanto, muitos casos, são de natureza psíquica, o EGO é impelido a realizar os impulsos do ID, satisfazendo a um instinto motivado por uma fonte psíquica. Ademais o quadro comum nos casos de neuroses e psicoses e de pacientes maníacos-depressivos.
G) – COMENTE SOBRE O SUPEREGO.
Resposta: Compreende-se, o SUPEREGO como uma ciência psicanalítica freudiana que tem uma conotação de: "ideal do EGO, isto é, o SUPEREGO administra os valores internalizados aprendidos pelo EGO". Contudo, o SUPEREGO é que determina o que está certo e o que está errado dentro dos padrões dos valores morais do indivíduo aprendidos desde o começo de sua vida. Ademais para uma compreensão melhor do SUPEREGO podemos afirmar que, enquanto o EGO é impulsionado à realizar os impulsos corporais do ID, pode-se concluir que o SUPEREGO determina o que acha correto para o EGO. Portanto, é o SUPEREGO, que estabelece e mantém a consciência moral da pessoa a partir dos próprios pais. Entretanto, Freud via o SUPEREGO como herdeiro do Complexo de Édipo. Em outras palavras, a criança internaliza os valores e padrões, por volta dos 5 ou 6 anos de idade. Afinal, o SUPERGO serve como uma instancia que oferece contínuo escrutínio de comportamento, pensamento e sentimentos. Entretanto, ele faz comparações com parâmetros esperados de comportamento e aprova ou desaprova atitudes do EGO. No entanto, essas atividades ocorrem em grande parte inconscientemente.
H) – COMO PODEMOS ENTENDER O ATO FALHO?
Resposta: Percebe-se, o Ato Falho na ciência psicanalítica, aquilo que o analista, compreende como lapsos cometidos pelo paciente. Contudo, coisas que não seriam cometidos que o indivíduo tivesse, mas atenção para aquilo que estivesse fazendo. No entanto, os Atos Falhos ou Lapsos podem ocorrer como simples equívocos em vários momentos de nossa vida; portanto, aparece em momentos quando realizando coisas como escrever, falar, etc. Ademais o analista deveria anotar com que frequência ocorre os lapsos. Conforme, Freud o Ato Falho psíquico tem de satisfazer as seguintes condições: em primeiro lugar, não pode exercer certas dimensões fixadas por nossa avaliação e caracterizados pela expressão: dentro dos limites do normal
. Já em segundo lugar, deve ter o caráter de uma perturbação momentânea e temporária. Contudo, é preciso que tenhamos excetuado antes a mesma função de maneira mais correta em que nós acreditamos capazes de realiza-los, mais corretamente em qualquer ocasião; ao sermos corrigidos por outra pessoa devemos reconhecer de imediato a exatidão da correção e a inexatidão de nosso próprio processo psíquico. Finalmente, em terceiro lugar, quando chegamos a perceber o Ato Falho, não devemos sentir em nós mesmos nenhuma motivação para ele, mais antes fica tentados a explica-los, pela desatenção
ou ainda como uma causalidade
.
I) – COMENTE SOBRE O COMPLEXO DE ÉDIPO?
Resposta: Compreende-se, a teoria do Complexo de Édipo que Freud desenvolveu ocorrendo na primeira infância da criança. Tendo a sua base no mito grego, cuja lenda nos conta de um rei chamado Édipo, que estava apaixonado por sua mãe. Portanto, Jocasta, alimentava o sentimento obsessivo da morte do pai. No entanto, sua consciência o punia por nutrir tal pensamento, assim, punindo a si próprio afogando-se. Ademais Freud levou a sério esse fato da dramaturgia grega, e que sua possibilidade na vida real como explicação para muitas neuroses. Afinal, Freud insistia que nas fases da primeira infância em ambos os sexos, menino e na menina, o primeiro amor da criança se volta para a figura da mãe, e que as demais pessoas, incluindo principalmente a pessoa do pai, sendo compreendidas como rivais. Contudo, Freud acreditava que algumas neuroses futuras em muitos indivíduos, tem uma profunda relação com este período. Entretanto, o período pré-edipiano ocorre no período em que tanto menino quanto menina não possui ainda a consciência de sua sexualidade.
J) – O QUE É NARCISISMO?
Resposta: Deste modo, o termo Narciso também deriva-se, da mitologia grega que narra o fato em que um jovem de nome Narciso se apaixona por sua própria beleza ao ver o reflexo de sua imagem nas águas tranquilas de um lago. Contudo, este amor egocêntrico foi a sua ruína, logo demonstrando por causa deste amor com sintomas patológicos, sendo levado à morte por afogamento ao tentar abraçar a imagem amada. No entanto, a narração grega apresenta em termos reais todas as facetas complicadas deste auto - amor, auto - envolvimento e auto - destruição. Afinal, Freud estabelece um conceito extremamente útil na psicanálise com o conceito de narcisismo, porque, o mesmo ocorre quando o paciente, durante o tratamento, é incapaz de criar qualquer tipo de relacionamento com o psicoterapeuta, devido seus transtornos psiquiátricos. Ademais este tipo de comportamento de uma muralha intransponível
, motivada pelo transtorno da personalidade, demonstra um distúrbio psicológico de um ego que se fechou em si mesmo com relação a estabelecer algum tipo de comunicação.
K) – COMO PODEMOS COMPREENDER A FASE ORAL NA PRIMEIRA INFÂNCIA?
Resposta: Compreende-se, a fase Oral como a primeira fase do infante, o estágio mais primitivo do desenvolvimento da vida. Contudo, os diversos tipos de necessidades, as primeiras percepções e as surpreendentes expressões do bebe, concentram-se neste primeiro estágio da vida; tendo toda satisfação nas zonas orais como: boca, lábios, língua e outros órgãos relacionados a Zona Oral. No entanto, a plena satisfação do bebe neste estágio o ajuda na construção de uma personalidade segura. Portanto, a privação deste primeiro prazer da comunicação entre a mãe e o bebe, poderá resultar mais tarde numa personalidade com transtornos psíquicos. Ademias a Zona Oral mantém decisivamente sua importante função dominante na organização de um psique eficiente. Afinal, as sensações evidenciadas neste período, como os primeiros meses;
