Panorama Da História Do Cristianismo
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Panorama Da História Do Cristianismo - Jorge Almeida
PANORAMA DA HISTÓRIA DO CRISTIANISMO
UM MOVIMENTO CONTÍNUO
JORGE ALMEIDA
O CRISTIANISMO CONTINUA SE ADAPTANDO EM MEIO A HOSTILIDADE EM TODO MUNDO E AVANÇANDO NA PROPAGAÇÃO DA FÉ CRISTÃ.
©2019 – Todos os direitos reservados a:
Jorge Santos de Almeida
Revisão:
J. Miguel Arcanjo
Capa:
J. Miguel Arcanjo
Diagramação e Conversão em Mídia Digital:
J. Miguel Arcanjo - jm.arcanjo@gmail.com
Composição e Impressão:
Clube de Autores
A violação dos direitos autorais é punível como crime (Código Penal Brasileiro, Art. 184; Lei 6.895 de 17-12-1980), com busca e apreensão e indenizações diversas ( Lei 5.988 de 14-12-1973).
Lei dos Direitos Autorais, artigos 122, 123, 124 e 126.
DEDICATÓRIA
Dedico esse livro aos acadêmicos e estudante da História do Cristianismo. Como também a minha esposa Missionária Patrícia Maria dos Passos de Almeida, aos meus filhos Isabelle Passos de Almeida e Samuel Passos de Almeida. E também a IMW Filadélfia que me recebeu como seu pastor com grande alegria e carinho. Que a leitura deste livro, que é fruto da minha formação em História da Igreja e pesquisa na FAECAD; possa produzir novas ideias na vida dos amantes da leitura. Levando-os a uma apreciação aos fatos históricos da História Contínua do Cristianismo Mundial e dos países que perseguem os cristãos de forma hostil, política e religiosa, por sua fé em Cristo.
SUMÁRIO
PREFÁCIO
INTRODUÇÃO
PRIMEIRA PARTE - A ÉPOCA QUE O CRISTIANISMO VIVIA – SÉCULO II – IV
- A EXTENSÃO DO CRISTIANISMO
O CULTO E OS SACRAMENTOS DO CRISTIANISMO
A FÉ DO CRISTINISMO
A ORGANIZAÇÃO LOCAL DO CRISTIANISMO
O SURGIMENTO DA IGREJA CATÓLICA
OS PAIS APOSTÓLICOS E SUAS TEOLOGIAS
CLEMENTE DE ROMA
A DIDAQUÊ
INÁCIO DE ANTIOQUIA
POLICARPO DE SMIRNA
PAPIAS DE HIERÁPOLIS
A EPÍSTOLA DE BARNABÉ
O PASTOR DE HERMAS
OS APOLOGISTAS
ARISTIDES
JUSTINO MÁRTIR
TACIANO
ATENÁGORAS
TEÓFILO DE ANTIOQUIA
HERMÍAS
A EPÍSTOLA A DIOGNETO
MELITO DE SARDES
OS PRINCIPAIS CONCÍLIOS: NICEIA, CONSTANTINOPLA E O FILIOQUE
CONCÍLIO DE NICEIA
A CONTROVÉRSIA DEPOIS DO CONCÍLIO
O CONCÍLIO DE CONSTANTINOPLA
O FILIOQUE
OS GRANDES TEÓLOGOS:
ORIENTAIS E OCIDENTAIS
BASÍLIO O GRANDE
GREGÓRIO DE NISSA
GREGÓRIO DE NAZIANZO
AMBRÓSIO DE MILÃO
JOÃO CRISÓTOMO
JERÔNIMO E AGOSTINHO
SEGUNDA PARTE - O CRISTIANISNO NA IDADE MÉDIA – SÉCULO V – XV
1 - GOVERNO ECLESIASTICO NA IDADE MÉDIA
A IGREJA: HERDEIRA NATURAL DO IMPÉRIO ROMANO
HERESIAS
O CLERO SECULAR E O CLERO REGULAR
A IGREJA NO IMPÉRIO CAROLINGIO
NA IDADE MÉDIA CENTRAL
BAIXA IDADE MÉDIA
GOVERNO COMUNITÁRIO NO SÉCULO I
AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS
DA IDADE MÉDIA
FATOR PRINCIPAL
IGNORÂNCIA DA MIORIA
VIOLÊNCIA
ESPÍRITO COMUNITÁRIO
OTIMISMO EM RELAÇÃO À OBRA DE DEUS
ACEITAÇÃO ESPONTÂNEA DO SOBRENATURAL
SENTIDO DO PECADO
A SUBORDINAÇÃO DA ECONOMIA À MORAL
A CRISTANDANDE MEDIEVAL
OS PRECURSORES DA REFORMA PROTESTANTE – SÉCULO XVI
3.1 JHON WICLIF 1320 – 13843.2 JOHN HUSS 1369 – 1415
3.3 JERÔNIMO DE PRAGA 1360 – 1416
3.4 JOANA D’ ARC – 1412 – 1431
3.5 JERÔNIMO SAVONAROLA – PRECURSOR DA GRANDE REFORMA 1452 – 1498
4 A REFORMA PROTESTANTE – SÉCULO XVI
4.1 ASPECTOS RELIGIOSOS
4.2 ASPECTOS POLÍTICOS
4.3 ASPECTOS ECONÔMICOS E SOCIAIS
4.4 ANTES DE LUTERO
4.5 A BASE DO LUTERANISMO - O PRÍNCIPIO DA SOLA SCRIPTURA
4.6 O SACERDÓCIO DE TODOS OS SANTOS
4.7 O SACERDÓCIO DE TODOS OS SANTOS
TERCEIRA PARTE
A REVOLUÇÃO FRANCESA – SÉCULO XVIII
O AVIVAMENTO NO EUA E SUAS CONTRIBUIÇÕES SÉCULO XVII
1.1 O EVANGELHO SOCIAL
1.2 OS PRINCIPAIS TEÓLOGOS E OS SEUS MOVIMENTOS
1.3 O IDEAL DO REINO DE DEUS
1.4 PENTECOSTALISMOS CLASSICOS – SÉCULO XIX – XXI.
1.5 NEOPENTECOSTALISMO
1.6 PSEUDOPENTECOSTALISMO
1.7 PÓS-PENTECOSTALISMO
1.8 O PENTECOSTALISMO BRASILEIRO E SUA INFLUÊNCIA NO MOVIMENTO METODISTA DO SÉCULO XVIII.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Referências bibliográficas
ANEXOS
ARTIGOS I - A PERSPECTIVA DO MAL
INTRODUÇÃO
1 - A PERSPECTIVA DO MAL EM AGOSTINHO
2 - A PERSPECTIVA DO MAL EM AGOSTINHO, SURGE DO LIVRE –ARBÍTRIO
Considerações finais
ARTIGO II - A RELIGIÃO NA VISÃO DEÍSTA
INTRODUÇÃO
1– A RELIGIÃO NO ILUMINISMO?
Considerações finais
Referências bibliográficas
PREFÁCIO
Panorama da História do Cristianismo – Um Movimento Contínuo, é Um Livro que faz parte da lavra do Confrade Acadêmico e Escritor, Doutor Jorge Almeida. Ele traz para o leitor a visão linda e panorâmica dos principais fatos Registrados na História da Igreja Cristã, sem descuidar da apresentação das abordagens metodológicas e do uso e emprego de instrumentos técnicos. Isto se faz na comunicação da experiência do autor, sem pretensões de maiores sistematizações e com uma posição quase fenomenológica de quem abre a janela para novos descortinos.
De forma enriquecedora, o autor reuniu nesta Obra Literária os pontos principais que marcaram a História do Cristianismo, que dão ao leitor um subsídio histórico e teórico sobre a Igreja, com contribuições pertinentes pautadas em uma pesquisa séria, e em fontes bibliográficas de valor incalculável.
A obra esta organizada em partes que falam sobre a história do cristianismo no período antigo, a organização da Igreja e seus desdobramentos no período medieval, a Reforma Protestante, o Concílios de Trento de Nicéia, o Iluminismo, dentre outros.
Como toda obra que envolve a sistemática de agrupar pesquisas, também esta precisa ser lida tendo-se em consideração a riqueza específica de cada contribuição, na diversidade que apresenta. As sensações que tive não se fizeram na mesma intensidade e profundidade em todas as partes. Nem foram todas as partes que produziram as mesmas impressões. Mas é o conjunto da obra que me satisfez por completo. Pude constatar a riqueza que compõe o todo desta Literatura
Recomendo a leitura desta obra por permitir que o leitor tenha uma visão ampla da História do Cristianismo. A partir de um olhar histórico e também de temas pertinentes à Igreja Cristã.
E almejo que o Autor alcance projeção Literária e o sucesso desejado.
Doutor Jair Miguel Arcanjo;
Teólogo, Pastor, Escritor e Mestre
INTRODUÇÃO:
Em Panorama da História do Cristianismo apresento uma sequência continua de eventos dentro da estrutura do tempo e do espaço. Por outro lado, a periodização da história do Cristianismo é apenas um recurso artificial para colocar os dados da história em seguimentos facilmente perceptíveis e ajudar o pesquisador e o acadêmico a guardar os fatos essenciais. Todavia, o Império Romano a sua história foi se desenvolvendo progressivamente até chegar na Idade Média. Contudo, a divisão da história em períodos auxilia a memorização, e ainda ajudar na aprendizagem de um período específico, sendo necessário organizar a história cronologicamente. Portanto, vamos caminhar na história do Cristianismo do século II -IV. Passando pelo período medieval século V, também caminhamos no período moderno do século XV - XVI passando pelos precursores da Reforma e chegando a Reforma Protestante e seu desdobramento em Lutero no Século XVII. Como também passando pelo período da história contemporânea e seu desdobramento na Revolução Francesa e no Avivamento EUA que causará uma mudança extraordinária no desenvolvimento do Cristianismo Ocidental no século XVIII -XIX. E continuando o avanço do cristianismo pelo mundo o denominado – movimento pentecostal – definido como pentecostalismo clássico que influenciará as igrejas históricas e surgimento de novas igrejas que adotam a doutrina do batismo com Espírito Santo com ênfase nos dons espirituais. Surgido no catolicismo o movimento carismático e alcançando as igrejas históricas como: batistas, metodistas, presbiteriana. Chegando ao território brasileiro através, de dois jovens – Gunnar Vingren e Daniel Berg ambos frutos dos movimentos wesleyanos que ocorrem no colégio Bethel entre os alunos e chegando a Azusa e se espalhando por todo mundo. Embora Cristianismo enfrente inimigos reais e invisíveis os seguidores de Cristo ainda sofrem hostilidade a sua fé em Cristo em diversas partes do mundo, fazendo o Cristianismo a continuar avançando e se adaptando as perseguições políticas e religiosas nos países onde são minorias - SÉCULO XXI.
PRIMEIRA PARTE
A ÉPOCA QUE O CRISTIANISMO VIVIA – SÉCULO II - IV
Neste período, o Império Romano alcançou a sua maior extensão. Na culminância do seu desenvolvimento, mediante o governo de Trajano (98-117), o império compreendia todas as terras ao norte do Reno e do Danúbio, e se estendia para o Oriente até o Golfo Pérsico e o Mar Cáspio. Embora, as fronteiras normais limitavam-se com o Reno e com Danúbio, e, no Oriente, com o rio Eufrates. Portanto, esses dois séculos, o império começou a apresentar sinais de decadência. Possuindo um território muito extenso e uma população extremamente variada, era difícil ser governado por uma única autoridade centralizada.
Por outro lado, alguns imperadores foram fracos e maus. Sendo os governos das províncias eram tão corruptos e opressores que findavam em ruína. Deste modo a escravidão se espalhou não só na Itália, contudo em toda parte, e seus inevitáveis efeitos desastrosos corromperam o caráter de todas as camadas sociais, aniquilando todas as fontes de riqueza. No entanto, uma política econômica mal orientada enriqueceu uns poucos e empobreceu as classes média e baixa, o que provocou um decréscimo na população.
Por outro lado, o poder e o prestigio dos romanos e dos habitantes de diversas províncias foram corroídos pela decadência moral que atingiu não somente aristocracia, mas também todas as classes, trazendo a imoralidade e a desonestidade ao comércio e aos governos, a sensualidade, o desprezo pelo casamento e degradação das diversões populares. Todavia, o império desmoronava internamente, começou a receber também ataques externos por parte dos bárbaros que eram, principalmente, as tribos germânicas, cujas terras se estendiam pelos baixos cursos dos grandes rios que desaguam no Mar Báltico e nos Mares do Norte. Daí, impelidos pelo crescimento de suas populações, pela falta de recursos e ainda atraídos pela rica civilização do império, começaram a emigrar, tribo após tribo, em direção ao sul, sudoeste e sudeste[1].
Portanto, esse movimento migratório não era caracterizado por meras incursões, mas por um movimento de fixação, de estabelecimento definitivo nos lares. Sendo que tais movimentos, que duraram cerca de 5 séculos, modificaram a face da Europa, levando novas populações a muitas regiões. Ademias os seus primórdios ocupam os dois séculos que estamos considerando. Contudo, antes da Era Cristã havia choques entre os romanos, reconhecendo o poder e os germanos. Já no século I, da nossa era, os romanos, reconhecendo o poder dos germanos, aceitaram a fronteira Reno-danubiana, exceto a Dácia (atual România).
Conclui-se que no século II, os germanos forçaram uma redução das fronteiras do império, o bastante para reduzir o poder romano ao mínimo. Daí em diante, os imperadores os aplacaram aceitando muitos dos seus chefes guerreiros no
