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Os Bnei Anussim - J. Miguel Arcanjo
OS BNEI ANUSSIM
CONSTRUINDO O BRASIL
QUEM NA VERDADE COLONIZOU
O BRASIL?
CONHEÇA MELHOR NOSSAS RAÍZES
J. MIGUEL ARCANJO
Título Original em Português: Bnei Anussim
© 2022 de J. Miguel Arcanjo
Todos os direitos desta edição reservados ao autor.
É PROIBIDA A REPRODUÇÃO
Nenhuma parte desta obra poderá ser reproduzida, copiada, transcrita ou mesmo transmitida por meios eletrônicos ou gravações, assim como traduzida, sem a permissão, por escrito, do autor. Os infratores serão punidos pela Lei nº 9.610/98
Versão PDF
Março 2022
Editoração eletrônica J. Miguel Arcanjo
Revisão:
J. MiguelArcanjo
Arcanjo, J. Miguel
A Colonização do Brasil / História / J. Miguel Arcanjo - São Paulo: Editora Clube de Autores
ISBN: 978-65-00-41171-3
Literatura brasileira – História I. Arcanjo, J. Miguel
PALAVRA DO AUTOR
Primeiramente, sou cristão pentecostal, porém tenho uma profunda admiração e respeito pelos Judeus, e acredito que todos os verdadeiros cristãos nutrem o mesmo sentimento. Temos consciência da importância e influência do judaísmo para o cristianismo. A Bíblia com certeza não existiria, sem a contribuição judaica, com seus profetas, sacerdotes e reis.
Afirmo sem medo de errar, somos devedores ao judaísmo. Este, aliás, é um dos principais motivos que me levou a escrever este livro, como forma de agradecimento, e também para enaltecê-los. Suas contribuições para o mundo não é somente apresentar D’us, as raízes dos idiomas mundiais também sofreram influências do hebraico, é claro que não devemos esquecer do grego e do latim que juntamente com o idioma dos Judeus, são a base de praticamente todos idiomas falado atualmente, e claro o português
Deixo registrado aqui, meus agradecimentos aos [1]Bnei Anussim, Judeus sefarditas que contribuíram de forma linda e surpreendente para colonização do Brasil, e até hoje suas influências em nossa cultura são sentidas e benéficas.
No livro de forma sucinta, está a História que deveria fazer parte dos anais de nossa história, para nunca ser esquecida; A contribuição dos Judeus em nossa colonização.
AGRADECIMENTOS
Primeiramente a Yahweh (Javé), por me conceder saúde, força e sabedoria para levar adiante mais uma literatura, a Ele a Honra, a Glória, o Domínio, o Poder e o Louvor.
E à minha esposa Regina Celi Arcanjo, pelo seu amor, carinho e orações, que mais uma vez abre mão de minha atenção e me libera um precioso tempo para dedicar-me a escrita.
Não posso deixar de Agradecer as Sinagogas judaicas, e aos sites israelitas: que me cederam e ou permitiram que usasse artigos neles publicados, e também os rabinos que tão gentilmente, sem me conhecerem pessoalmente me auxiliaram.
E aos Genealogistas Profissionais, que me prestaram informações preciosas. Baseados em registros documentais, arquivos e bibliotecas, os genealogistas realizam pesquisas que rastreiam a ascendência genealógica de pessoas e/ou família.
E por último, aos amigos, leitores e Acadêmicos que me incentivam a continuar escrevendo, sou lhes imensamente grato.
AGRADECIMENTO ESPECIAL
Não Poderia deixar de agradecer à professora, Cátedra Anita Novinsky (Z’L) da USP. Historiadora incansável, Filósofa e Socióloga. Adentrei-me em livros com legados inimagináveis para História, Ela contou uma história que vivia na escuridão das Sombras, sobre os cripto-judeus, bnei-anussim, sefarditas e Dentro desta literatura está um pequeno relato de algumas obras por ela escritas, Mas nas referências bibliográficas e notas de fim uma relação maior destaca sua contribuição literária, que muito fiz uso neste livro.
Ela não está mais presente em nosso meio o Eterno a recolheu em 22 de julho de 2021, então que sua família receba mais esta homenagem aqui escrita. Obrigado Anita Novinsky.
O legado
Enfim, com Anita Novinsky aprendemos o significado de ser judeu ou judia de quatro costados, em tempos inquisitoriais ou em tempos de nazismo, e mesmo nos dias atuais. Aprendemos a ler nas linhas e entrelinhas dos processos inquisitoriais dos séculos XVI ao XIX e dos documentos diplomáticos do século XX, os discursos de ódio, os processos de demonizações vinculados aos preconceitos seculares e os mitos políticos. Através da história das mentalidades, adentramos nos fanatismos fóbicos tentando desvendar os interesses econômicos e políticos, os conflitos de classe, os compromissos do Estado com a vida dos cidadãos, e a reciclagem do ódio secular aos judeus e a Israel, maquiado de antissionismo. Foi então que adentramos no mundo do ódio, analisando os sermões inquisitoriais, as procissões e as imagens dos autos-de-fé, enquanto espetáculos de massa que, anos depois, seriam reeditados na Era Nazista.
Como Professora Emérita da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, título que lhe foi outorgado em 2015, Anita Waingort Novinsky tornou-se um exemplo de pesquisadora incansável, colega, amiga e mãe acadêmica. No entanto, Anita é muito mais: sua formação e trajetória acadêmica identificam-se com um conjunto de valores tão caros ao ser humano: justiça, ética e direitos humanos. Contestadora da intolerância e do antissemitismo em particular, transformou seus estudos sobre Inquisição, marranismo e racismo em libelos defensores do direito à vida e da liberdade de expressão como direitos fundamentais do homem e da mulher.
APRESENTAÇÃO
Após assistir um vídeo, sobre os Anussim, seus sofrimentos e lutas travadas para se manterem fiéis à sua religião, negando aparentemente sua fé. Fugindo e se arriscando em mundo desconhecido para alcançarem a liberdade de adoração a Javé. Acabei por ser levado a conhecer uma História até então para mim desconhecida e obscura, o papel lindo e importante dos judeus em nossa colonização, espalhados por vários Estados. Tive o conhecimento que cerca de 1/5 da população atual do Brasil são descendentes de Sefarditas (em hebraico ñôøãéí, sefaradi; no plural, sefaradim) é o termo usado para referir aos descendentes de judeus originários de Portugal e Espanha, segundo pesquisas de Sinagoga sem Fronteiras, mais de 40.000.000.
Um povo que preserva sua identidade e conhece suas raízes deixará com certeza seu legado na história. As etnias formadoras do povo brasileiro são perfeitamente conhecidas, destacando-se o indígena, o africano e o europeu, mormente o povo lusitano, nosso colonizador. Mas, quem foram esses aventureiros portugueses? Degredados, desafortunados e banidos de seu país? Por que eles se arriscaram bravamente no horizonte desconhecido? Viriam ao encontro do Novo Mundo atraídos somente pelas riquezas e maravilhas da terra do Pau-Brasil? De fato, vários historiadores do Brasil colonial ocultaram uma relevante etnia que havia em Portugal denominada Cristãos-Novos, ou seja, judeus ibéricos que foram obrigados à conversão forçada ao catolicismo por imposição dos Tribunais do Santo Ofício da Inquisição.
Nesta literatura, vamos detalhar como eles chegaram, como conseguiram sobreviver e se tornarem influentes. Como D’us lhes forneceu sabedoria para vencer o improvável. Sim se prepare para ser informado e tomar conhecimento de que temos parentesco com Abrão, Isaque e Jacó. Parece até conto de fadas ou história da carochinha, mas não, é uma História real, pura e verdadeira.
Tomaremos conhecimento dos Estados, lugares cidades por eles Fundadas, de nomes que fazem parte de nossa História. Homens e mulheres que tiveram influências na colonização e na cultura brasileira. E também os que morreram por adorarem a Javé e não o negarem, quando foram perseguidos pela Santa Inquisição.
E vamos nos interar de uma história que não foi contada como devia a do Brasil colônia e seu desenvolvimento. Sei que alguns irão olhar com desconfiança, mas os registros históricos existem. Talvez por questões políticas e religiosas, omitiram a participação judaica em nossa colonização.
Lembrando que existem promessas Divinas para Israel, um povo escolhido por D’us, e também promessas para todos quantos a eles ajudarem e apoiarem.
Existe entre Brasil e Israel uma afinidade que me deixava intrigado e não imaginava porque.
Lembre-se que foi um Brasileiro que deu o voto que chancelou Israel como Estado (nação), Ruy Barbosa que na verdade pelo nome entendemos que era um sufardista.
As afinidades entre esses países vai muito além de questões políticas e democráticas, estão ligadas à suas raízes.
E tenha em mente que esta Literatura é de cunho histórico. Por este motivo, encontrarás textos e temas que se
