O Génesis. O observador na superfície da Terra
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Sobre este e-book
Mais de 650,000 livros vendidos! O Génesis, os sete dias, a Criação ... de onde vem o texto que compõe a primeira parte da Bíblia? E este texto...é apenas um poema introdutório ... ou é uma narrativa? O que está por trás das suas palavras? Alberto Canen encontrou uma forma alternativa de dar resposta a estas e outras questões contidas no Génesis. Ele encontrou uma rota pela qual nunca ninguém viajou e convida o leitor a acompanhá-lo e a partilhar com ele as suas descobertas. O autor descobriu que, oculto no meio daquele enredo há alguém. Alguém que observa, alguém que narra. Alguém que narra o que observa. E um lugar, um lugar a partir do qual observar. A localização do observador.
A chave para um enigma emocionante. O Génesis tem sido um mistério há milhares de anos. Não foi possível entender completamente do que falava o texto. Se era apenas um poema introdutório para as Sagradas Escrituras, ou se realmente continha informações sobre a Criação. O texto do Génesis dividiu as águas entre os criacionistas e os cientistas por um longo período, até hoje. Com este livro, espero que esta separação entre cientistas e criacionistas seja diluída já que descobri a chave que unifica ambos os mundos. Eu acredito que esta chave para o mistério do Génesis é compreender que é narrado por alguém. Um narrador do Génesis. Aquele que observa a visão que Deus lhe dá e, a partir daí, narra o que observa e fá-lo a partir de sua localização humana e terrena. Esta localização terrena e precisa é a chave para a compreensão de Génesis.
Alberto Canen
The author, Alberto Canen (born 1962), has dedicated himself to the Internet community for more than 10 years. His career began designing databases for colleges and universities. He was head of the Department of Computer Sciences of the Pueyrredón Institute in the city of Mar del Plata, Argentina. In 1999, he founded paginadigital.com.ar, a web portal that has more than 150,000 pages. In December 2003, he won the Matear Prize for the best art and culture site, and was the winner of the 2008 Pymes Clarín Award. In addition to his responsibilities as CEO of paginadigital, he teaches advanced web design and search engine rankings.
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O Génesis. O observador na superfície da Terra - Alberto Canen
Index
1 - Introdução
2 – A Bíblia, o Gênesis, a Criação
a - ¿Sete dias?
3 – Milhares de milhões
4 - Neste rincão... a vida ...!
5 – O Gênesis
a - Os monstros marinhos
b - Pangea e deriva-a continental
6 – A localização e ambiente
a - Babilônios
b - Egípcios
c - Hebreus
7 – O escritor sagrado
8 – O observador
a – Olhando para a criação
9 – Mensagem e ensino
10 – Ou conteúdo transcendental
11 – O Éden
a – A natureza humana num ambiente controlado
12 – O caminho espiritual
a - As Religiões
13 - Anexo I
a - A Bíblia
b- Enuma Elish
c - Jardim do Éden
d - Bit-Adinu
e - A Vulgata
f - LXX
g - Caim e Abel
14 - Anexo II
a - O Vale das Baleias (Wadi Al-Hitan, Egito)
15 - Anexo III
a - A localização do Éden
16 - O Autor
*
Chapter 1
Introdução
Será a narrativa da criação no Génesis, apenas uma introdução ás Escrituras Bíblicas? O que escondem os seus versos? Mito, invenção ou verdade cientifica? Este livro procura abordar a questão sobre a qual tanto cientistas como religiosos se sentem desconfortáveis.
A ciência rejeita a historia liminarmente, primeiro com um esgar seguido de raiva, e a Igreja Católica remete-a para uma mera introdução ás escrituras. «O relato bíblico da Criação é um texto religioso com ensinamentos religiosos», dizem. «Não há ciência presente», «não deveríamos procurar nela explicações cientificas», claro.
Mas… Tenho que admitir que sempre fui um duro critico do Génesis. Estava sempre junto daqueles que tentavam esconder um sorriso e mudavam de assunto para evitar discuti-lo. Falar sobre o Génesis e a criação parecia-me impensável… até há uns meses atrás.
Passou cerca de um ano desde que o meu filho mais novo me perguntou sobre Deus com grande interesse, mais do que era habitual.
Na altura, conversámos, eu expliquei-lhe tudo o que sabia e combinámos ler os livros sagrados de todas as grandes religiões para que pudéssemos expandir os nossos conhecimentos/ conceitos.
Começámos, então, a ler, primeiro a Bíblia [1], como o livro mais importante do Catolicismo-Judaísmo-Islão, para continuar depois com o Bhagavad Gita [2] do Hinduísmo-Budismo [3].
Quando lhe li a Bíblia, enquanto avançávamos com o Livro de José, tive aquilo a que se poderá chamar de uma revelação. Compreendi a razão de ser da Bíblia, a razão para a criação do Povo Escolhido, a razão para a vinda do Messias, a Criação, o Éden, as políticas da Igreja Católica, a monumental missão do Povo Judeu, o politeísmo, o monoteísmo, e muito mais. Esta revelação causou-me um choque tal que eu decidi escreve-lo e derramei-o no meu livro Un único Dios (Um Único Deus).
A explicação da história da Criação no Génesis deveria fazer parte daquele livro, mas após analisá-lo com o meu editor e conselheiro literário decidimos que o melhor seria separá-lo noutro livro uma vez que pedia um tratamento especial.
1 - Ver anexo 1
2 - Bhagavad-Guíta ( Bhagavad-gita ) , também conhecido pela grafia (em sânscrito: भगवद्गीता, transl. Bhagavad Gītā, Canção de Deus
) é um texto religioso. Este dialogo transcendental apareceu na Índia. Faz parte do épico Maabárata, embora seja de composição mais recente que o todo deste livro. Na versão que o inclui, o Maabárata é datado no Século IV a.C.. O texto, escrito em sânscrito, relata o diálogo de Krishna A Suprema Personalidade de Deus a verdade absoluta e inconcebível com Seu (seu discípulo guerreiro) em pleno campo de batalha. Arjuna representa o papel de uma alma confusa sobre seu dever, e recebe iluminação diretamente do Senhor Krishna, que o instrui na ciência da auto-realização..
3 - Ainda que grande parte do Budismo nega que sua doutrina tenha sua esencia no Bhagavad Gita -e portanto no hinduismo- é innegable que os ensinos de Buda estão baseadas ou são as mesmas que as de hinduismo: o dharma (a acção correta) e o fim do samsara (ciclo de nascimentos) ao atingir o nirvana (iluminação).
Quando terminei o livro Un único Dios, em Agosto de 2011, voltei á narrativa da Criação no Génesis e dediquei-me a resolve-la.
Para mim era claro que a história do Génesis era real; havia factos que poderiam ter acontecido mas que foram, de alguma forma, dissimulados.
Qual era a chave? Qual seria a pedra de Roseta que me permitiria interpretar aquela narrativa?
A chave, descobri, era que a história – o texto- era a narrativa de alguém que estava a contar o que estaria a ver. Essa era a chave – o quadro, por assim dizer- onde tive que montar todas as peças deste puzzle.
No texto da Criação havia um observador, um narrador. Não eram apenas versos, não, estava claro que era uma narração: a narração de um observador.
Ao introduzir esta variável, o narrador-observador, tudo passou a fazer sentido. Daí em diante o resto era olhar apenas para as questões certas: Era uma visão ou uma revelação? Ou os dois? Qual a duração desta visão? Quem era ele? Onde vivia? Onde estava?
O local, o local era crucial.
O observador e a sua localização eram as pedras basilares para a compreensão da história da Criação.
Este livro descreve a minha jornada entre a Bíblia e a Ciência num movimento permanente para trás e para a frente até conseguir desvendar o mistério.
Gostaria de o encorajar a juntar-se a mim nesta descoberta.
Vamos beber um café, encontrar uma cadeira confortável e deixar os preconceitos de lado por um momento.
Vamos abrir as nossas mentes e ver os mistérios que foram escondidos nos versos do Génesis por mais de três mil anos.
A versão que usei para esta comparação foi a Bíblia de Jerusalém.
A Bíblia de Jerusalém é uma versão da Bíblia publicada por partes entre 1948 e 1953 que a Escola Francesa Bíblica e Arqueológica de Jerusalém publicou mais tarde como resultado da tradução para francês dos manuscritos gregos e hebreus.
Mais tarde foi traduzida para outras línguas locais entre elas o Espanhol. Optaram por comparar a tradução com os textos originais em Hebreu, Aramaico e Grego.
*
Chapter 2
A Bíblia, o Génesis, Criação
Sete dias?
Quem é que nunca se interrogou: sete dias? Sim, quem? – enquanto olhamos uns para os outros de soslaio com um sorriso forçado.
É um facto que cada vez menos pessoas acreditam que Deus criou os céus e a terra em sete dias.
E os dinossauros? Bem, no momento em que esta questão surge (uma questão puramente retórica, claro) já estamos envolvidos numa tal discussão que causaria embaraço ao pior dos hooligans.
Normalmente, falar sobre o Génesis leva-nos, inevitavelmente, a uma divisão irreconciliável entre a ciência e a religião. Pelos vistos, uma sobrepõe-se à outra. Se o Génesis diz sete dias e a ciência prova que foram seis biliões de anos, tudo indica que, obviamente, algo está mal… na Bíblia.
É-nos difícil afirmar que a análise da ciência está mal, exceto, talvez por uns cem milhões de anos a mais ou a menos. Então, seguindo esta lógica, vamos basear esta análise naquilo que a ciência alega terem sido os primeiros dias do Sistema solar e do nosso planeta, da Terra, fundamentada nas descobertas atuais.
Bem, se o Sistema solar e a Terra existem há mais de seis mil milhões de anos desde que eram apenas uma nuvem de pó e gás a flutuar à deriva na nossa bela galáxia… Como é que chegámos aqueles sete dias? Pois, eu sei, não precisam lembrar-me: pura superstição, mitos, e lendas antigas provenientes das várias mitologias.
Bem, não vos censuro, eu era da mesma opinião, até que, lendo a Bíblia ao meu filho mais novo descobri que algo estava mal com os textos do Génesis, ou será que não?
Houve algo nos textos sagrados que captou a minha atenção e parei por um momento a olhar para eles e pensei: E se o Génesis fizesse sentido? E se a narrativa fosse consistente com a explicação cientifica?
E se o texto do Génesis fosse a visão de alguém que assistiu á criação do Sistema solar como a um filme? E lembrei-me quantas descobertas começaram pela simples expressão: E se…?
E sim, vamos tentar abordar a questão por essa perspetiva, afinal… o que temos a perder?
Claro que, nesta altura, devo esclarecer que creio em Deus. Acredito que Deus criou tudo. Sou, como dizem,
