Geologia e Mineração Subterrânea: de ouro, prata e cobre – um estudo de caso no Centro-Oeste do Brasil
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Sobre este e-book
Texto de contracapa: A relevância desta pesquisa vai além do cenário acadêmico, uma vez que a mineração é uma indústria de importância estratégica para o Brasil. As informações contidas neste estudo podem ser valiosas para empresas do setor, governos e pesquisadores interessados na exploração sustentável dos recursos minerais. A obra também serve como um guia prático para profissionais que atuam na indústria de mineração, fornecendo insights valiosos sobre as melhores práticas e desafios a serem superados.
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Pré-visualização do livro
Geologia e Mineração Subterrânea - Flávio Hegenberg
Dedico
A meus familiares, em especial aos meus pais, Leônidas e Leila.
À Faculdade de Geologia da UERJ, a homenagem e o
reconhecimento de um ex-aluno.
AGRADEÇO
Aos Orientadores: Nilton D. Franke e Valentim de Souza Lima Júnior.
Aos Geólogos: Grant A. Osborne, José J. Fanton, Cláudio de C. Magalhães, William M. Nassar, Edivaldo de M. Meireles, Rosângela C. Pimentel, Pedro M. de Macedo, Antônio A. de Moraes, H. Onishi, Hélio Monteiro, José A. Lancaster Oliveira.
Aos Engenheiros de Minas: Maviael C. de Medeiros, Antônio C. L. Palácio, Ruy L. Rodrigues.
Ao Químico: Paulo A. M. Silva.
Ao Engenheiro de Processo: João B. Reis Júnior.
A UERJ e, em especial, ao Prof. Rui A. Azevedo dos Santos.
A Diretoria da: BP Mineração Ltda. [BP = British Petroleum], Mineração Santa Martha e Mineração Manati Ltda. e, mais diretamente a Victor M. Retamal, Robert E. Needham e Ysao Munemassa.
Ao Desenhista: Paulo J. da C. Zilves.
Ao Colega de Estágio: Niel R. Platt da Leeds University (da Inglaterra).
Serviços de Datilografia: Mercedes Blanco, M. Ilda M. Augusto.
Outros: Fátima R. Blanco de Dios (4º período de Geologia, UERJ) e Heloísa S. Marques (Mineração Manati).
Sabe-se que a única via para um desenvolvimento mineral sustentável tem que ser alicerçada em sólidos e precisos conhecimentos geológicos
(José Raymundo Andrade Ramos; RAMOS, 2000, p. 56).
BREVE NOTA
Este trabalho é resultado do estágio prático realizado na Mina Cabaçal – I, da Mineração Manati Ltda. e, também, de alguns dias de trabalhos de campo executados com geólogos e técnicos da Mineradora Santa Martha [Empresas ligadas ao grupo British Petroleum
: BP Mineração].
O estágio estendeu-se de 13 de julho a 7 de outubro do ano de 1987 e efetivou-se pelo apoio e incentivo de engenheiros e geólogos do grupo BP Mineração, entidade na qual tive participação como estagiário-bolsista de setembro de 1985 até outubro de 1987 (pouco mais de dois anos), sempre lidando com trabalhos da mina supracitada e desde a fase de seu pré-desenvolvimento.
Agradecimento maior devo ao Engenheiro de Minas (chileno) e superintendente da Mina, Dr. Victor M. Retamal Araya, pelo apoio e estímulo que sempre concedeu para que eu estudasse e participasse dos diversos trabalhos realizados pela empresa.
Este estágio prático que realizei na Mina Cabaçal – I foi autorizado pelo Departamento de Geologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e considerado na qualidade de ‘Estágio Final’, ou seja, a cadeira de graduação do Curso de Geologia da Universidade. O resultado é este trabalho escrito cuja apresentação e a defesa foi realizada perante a Banca Examinadora da UERJ.
Agradeço, ainda, à Diretoria de Exploração da BP Mineradora Ltda.
e às Minerações (empresas mineradoras) Santa Martha
e Manati
pela liberação dos dados, bem como, pelo apoio e incentivo (os quais permitiram a elaboração deste trabalho).
PREFÁCIO DO AUTOR
Graduei-me Geólogo na turma que concluiu o curso de graduação superior em Geologia no ano de 1987 (turma que entrou para a universidade no primeiro semestre de 1983, tendo feito vestibular em 1982). Completei meus estudos dentro do prazo estipulado à época; um curso de bacharelado pleno e presencial de 5 anos.
O trabalho que agora torno mais acessível a um público maior foi o trabalho que apresentei como Estágio Final
(ou Trabalho de Graduação como era também conhecido). Trata-se de uma das disciplinas obrigatórias do curso de Geologia. A maioria dos Trabalhos de Graduação, conhecidos também pela sigla TG
, no campo da Geologia, são mapeamentos geológicos de superfície (ao menos essa era a prática nos anos 1980).
Eu tive a sorte de poder fazer algo diferente. Fiz um trabalho que envolvia uma descrição geológica e de mineração de uma mina subterrânea. Estudei: (1) no escritório da empresa na cidade do Rio de Janeiro (da empresa inglesa do grupo British Petroleum); e (2) na Mina Cabaçal – I (no interior do estado do Mato Grosso – MT), onde várias atividades práticas de geologia (de campo / mapeamento de superfície & de mina / mapeamento subterrâneo), de engenharia, e de laboratório, foram executadas.
A maior parte dos trabalhos de graduação ficavam limitados a um semestre letivo (considerando o que ocorria nos anos 1980). Novamente tive muita sorte: meu trabalho de graduação foi executado durante um período de pouco mais de dois anos (envolvendo quatro semestres letivos; de setembro de 1985 a outubro de 1987). Isto foi possível em razão de minha participação como estagiário (trainee
como chamavam na empresa britânica), no grupo BP Mineração, à época com sua sede no bairro de Botafogo na cidade do Rio de Janeiro.
O tempo passa ... desde a década de 1980 este meu trabalho ficou escondido
em algum arquivo da universidade e talvez na biblioteca (não voltei para averiguar)! ... De tempos em tempos eu pegava minha cópia do TG para matar a saudade
daqueles tempos de estudante de graduação. Jamais ficava decepcionado com meu trabalho (o que já ouvi dizer que ocorre muito com boa parcela dos que passaram por esse processo de produção acadêmica).
Resolvi, portanto, tornar este meu trabalho disponível para um público maior. É claro que este público será sempre um conjunto restrito de pessoas, pois o texto trata de questões que somente Geólogos e Engenheiros de Minas terão condições de apreciar plenamente (em razão da linguagem especializada necessária para sua compreensão). O conhecimento geológico envolve conceitos científicos complexos que não são facilmente acessíveis ao cidadão comum
.
O esforço de divulgação que faço é motivado pela esperança de que este meu trabalho possa ser útil para estudantes de geologia e pesquisadores que desejam: (1) saber como era um trabalho de graduação de Geologia no final dos anos 1980, (2) conhecer e discutir questões ligadas à mineração subterrânea de metais preciosos, (3) obter informações geológicas do estado do Mato Grosso (principalmente do sudoeste mato-grossense), (4) poder ter certa noção da capacitação tecnológica e dos equipamentos usados na década de 1980.
O texto foi escrito para leitores que tenham uma boa base dos conteúdos geológicos: Mineralogia, Petrologia, Geologia Estrutural e várias outras disciplinas das Ciências da Terra. Recomendo o uso de bons glossários e dicionários de termos geológicos, mineralógicos e de mineração subterrânea.
Espero, assim, poder dar uma contribuição para que outros estudantes, geólogos, engenheiros de minas e pesquisadores das geociências possam ampliar o conhecimento sobre a geologia e as possibilidades minerais do estado do Mato Grosso e do Brasil.
Prefácio do Prof. Dr. Rafael Alem Mello Ferreira
Sobre a pesquisa sobre GEOLOGIA E MINERAÇÃO SUBTERRÂNEA DE OURO, PRATA E COBRE: UM ESTUDO DE CASO NO CENTRO-OESTE DO BRASIL
de Flavio Edmundo Novaes Hegenberg:
É com grande entusiasmo que recomendo à Editora Dialética a publicação imediata da pesquisa sobre Geologia & Mineração (acima citada). Esta pesquisa representa uma contribuição significativa para o campo da geologia e mineração no Brasil, abordando questões críticas relacionadas à exploração de recursos minerais subterrâneos em uma região geograficamente relevante.
O autor, Flavio Edmundo Novaes Hegenberg, demonstra profundo conhecimento e expertise na área, apresentando uma pesquisa sólida e bem embasada. Seu estudo de caso no Centro-Oeste do Brasil oferece uma análise aprofundada das condições geológicas e dos métodos de mineração subterrânea utilizados para a extração de ouro, prata e cobre. Além disso, o autor apresenta dados e resultados que enriquecem a compreensão dos desafios e oportunidades que envolvem essa atividade econômica crucial.
A relevância desta pesquisa vai além do cenário acadêmico, uma vez que a mineração é uma indústria de importância estratégica para o Brasil. As informações contidas neste estudo podem ser valiosas para empresas do setor, governos
