Grupo de terapia: Desatando nós
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Sobre este e-book
Nesse novo livro os personagens da vida real vão mergulhar ainda mais fundo no processo de autoconhecimento. Andressa, Ludmila, Bárbara, Laura, Mariana, Carol, Antonio, Esther e Daniela passarão por novas vivências e descobertas. Além disso, haverá a chegada de uma nova personagem ao grupo, causando tensão em alguns.
Embora aborde temas áridos como abuso sexual, desilusões amorosas, traições, dificuldades de relacionamento entre pais e filhos, conflitos pessoais diversos, o livro chama a atenção, principalmente, para a fé na vida, a capacidade de superação, a amizade, o amor, o perdão e a esperança.
Em Grupo de Terapia – Desatando nós, Patrícia Noronha lança um olhar sensível e observador sobre situações difíceis da vida e que necessitam de muita determinação para ser enfrentadas, mostrando-nos que é preciso coragem para tomar as rédeas da própria existência e desatar os nós que surgirem no caminho, com força e esperança.
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Grupo de terapia - Patrícia Noronha
Agradecimentos
À Flaira Ferro, que muito gentilmente cedeu o uso da letra de sua canção Cuidar de Mim
. Flaira, minha eterna gratidão!
À Cris Pizzimenti, que muito gentilmente cedeu o uso de sua poesia Retalhos
, que muitos atribuem à Cora Coralina. Cris, obrigada por acreditar no meu projeto.
À minha família, que leu e releu os originais e deu excelentes dicas e sugestões.
Aos integrantes do grupo de terapia, que acreditaram que eu poderia contar mais uma vez suas histórias e que elas poderiam ajudar outras pessoas.
A todos os amigos e leitores que cobraram e incentivaram a continuação do primeiro livro.
Para Matheus e Lucas, sempre.
Disclaimer:
As pessoas que aparecem nas histórias tiveram suas identidades preservas.
Sou feita de retalhos.
Pedacinhos coloridos de cada vida que passa pela minha e que vou costurando na alma.
Nem sempre bonitos, nem sempre felizes, mas me acrescentam e me fazem ser quem eu sou.
Em cada encontro, em cada contato, vou ficando maior...
Em cada retalho, uma vida, uma lição, um carinho, uma saudade...
Que me tornam mais pessoa, mais humana, mais completa.
E penso que é assim mesmo que a vida se faz: de pedaços de outras gentes que vão se tornando parte da gente também.
E a melhor parte é que nunca estaremos prontos, finalizados...
Haverá sempre um retalho novo para adicionar à alma.
Portanto, obrigada a cada um de vocês, que fazem parte da minha vida e que me permitem engrandecer minha história com os retalhos deixados em mim. Que eu também possa deixar pedacinhos de mim pelos caminhos e que eles possam ser parte das suas histórias.
E que assim, de retalho em retalho, possamos nos tornar, um dia, um imenso bordado de nós
.
Retalhos
Cris Pizzimenti
Me Curar de Mim
Canção de Flaira Ferro
Sou a maldade em crise
Tendo que reconhecer
As fraquezas de um lado
Que nem todo mundo vê
Fiz em mim uma faxina e
Encontrei no meu umbigo
O meu próprio inimigo
Que adoece na rotina
Eu quero me curar de mim
Quero me curar de mim
Quero me curar de mim (refrão)
O ser humano é esquisito
Armadilha de si mesmo
Fala de amor bonito
E aponta o erro alheio
Vim ao mundo em um só corpo
Esse de um metro e sessenta
Devo a ele estar atenta
Não posso mudar o outro
Eu quero me curar de mim
Quero me curar de mim
Quero me curar de mim (refrão)
Vou pequena e pianinho
Fazer minhas orações
Eu me rendo da vaidade
Que destrói as relações
Pra me encher do que importa
Preciso me esvaziar
Minhas feras encarar
Me reconhecer hipócrita
Sou má, sou mentirosa
Vaidosa e invejosa
Sou mesquinha, grão de areia
Boba e preconceituosa
Sou carente, amostrada
Dou sorrisos, sou corrupta
Malandra, fofoqueira
Moralista, interesseira
E dói, dói, dói me expor assim
Dói, dói, dói, despir-se assim
Mas se eu não tiver coragem
Pra enfrentar os meus defeitos
De que forma, de que jeito
Eu vou me curar de mim?
Se é que essa cura há de existir
Não sei. Só sei que a busco em mim
Só sei que a busco
Prólogo
Já faz quase um ano que o grupo foi criado. Aconteceu muita coisa com Daniela, Antônio, Esther, Ludmila, Andressa, Manuela, Bárbara, Mariana, Laura e Carol.
Eles aprenderam a se conhecer e vários reconhecem que estão diferentes.
Acho que a Carol e a Laura evoluíram muito
, diz Esther.
Sem dúvida, a Carol está muito diferente. Nem parece a mesma pessoa
, avalia Antônio.
E você, Antônio? Entrou como Toninho e agora é Antônio. Você mudou pra caramba!
, diz Andressa.
E você, Dani? Chegou faz tão pouco tempo e já está inteiramente à vontade. Você está caminhando rápido
, fala Laura.
Nem eu acredito nisso. Não consigo me perceber assim
, responde Daniela.
O grupo é unânime ao avaliar que Ludmila não caminhou mais porque ainda não contou para a família sobre o abuso sexual que sofreu na infância. Sem isso, ela não avançará.
Nesse meio tempo, Andressa encerrou definitivamente seu casamento, Antônio se transformou em um homem mais centrado e confiante, Carol engravidou e tem curtido cada minuto da gravidez, Esther encerrou o namoro sem futuro, Laura está firme (quase sempre) na reconstrução de seu casamento, Bárbara está feliz com suas conquistas pessoais, Manuela aumentou a quantidades de sessões individuais e Mariana continuou apenas observando os outros participantes.
O caminho para o autoconhecimento é desafiador. É tão mais fácil empurrar os problemas para debaixo do tapete, deixar-se levar pela vida, em vez de determinar a vida que se quer ou o tipo de pessoa que se quer ser.
Conhecer-se para quê, afinal? Qual a vantagem de buscar conhecer sua essência e a forma como as coisas se processam dentro de você? Para que reviver sofrimentos e traumas?
Cada um do grupo já deve ter se feito essas perguntas em algum momento.
A resposta é apresentada a cada dia, a cada pequena vitória, a cada respiração aliviada, a cada relacionamento fortalecido (ou encerrado), a cada nó desatado.
Depois vem uma sensação de leveza, de melhor compreensão da vida, de melhor aceitação das próprias limitações, de maior amor ao próximo. Saímos fortalecidos, seres humanos melhores, cidadãos mais conscientes, pais, mães, filhos, namorados, companheiros mais equilibrados e produtivos.
19 de novembro de 2015
Ludmila
Lorena, a terapeuta, pergunta a Ludmila como ela está se sentindo. Na sessão anterior, Ludmila participou de uma atividade chamada assassino-vítima. Foi muito forte! Abalou até quem assistia, imagina a própria Ludmila. O problema é que Ludmila não consegue ver vantagem em contar para sua família sobre o abuso que sofreu na infância, encontra mil argumentos para não contar. Todos concordam que, para ela avançar na terapia, precisa contar com o apoio da família, mas Ludmila morre de medo desse momento.
Na dinâmica assassino-vítima, a terapeuta pediu que ela ficasse em pé e Mário, o outro psicólogo, ficasse dois passos atrás dela. Lorena se posiciona na frente de Ludmila.
Lorena explicou como iria funcionar:
Ludmila, vou te fazer perguntas e você vai responder de duas maneiras. Como a adulta de hoje e como a criança que sofreu o abuso. A adulta se recusa a pedir ajuda à família, e a criança precisa dessa ajuda. Então cada uma tem motivos para contar ou não à família. Dúvidas?
Eu vou responder como eu mesma e como eu criança, né?
.
Isso mesmo. Vamos começar pela adulta, depois pela criança. Fale o que vier à cabeça
.
O trio se posicionou e todos os presentes prestaram muita atenção.
Lorena iniciou: Ludmila, eu acho que você devia contar à sua família. Você concorda?
.
Ludmila adulta respondeu:
Não. Eu tenho certeza que o mundo vem abaixo e eu não estou querendo isso
.
Lorena de novo: Ludmila, eu acho que você devia contar à sua família. Você concorda?
.
Agora a Ludmila criança que respondeu:
Sim. Sinto que só assim vou conseguir avançar na minha vida.
Lorena:
Viu, Ludmila? Só se você contar você vai conseguir avançar na vida e na terapia. Você concorda?
Não. Eu vou conseguir sem ter que contar. Eu já estou melhorando
.
Só se você contar você vai conseguir avançar na vida e na terapia. Você concorda?
, perguntou Lorena à Ludmila criança.
Sim. Já estou na terapia há dois anos e nada. Vou ficar gastando dinheiro até quando?
.
Lorena novamente:
E aí, Ludmila? Vai ficar gastando dinheiro em terapia até quando?
.
É... é um bom argumento. Não sei
, gaguejou a Ludmila adulta. Foi pega de surpresa, esse era realmente um bom argumento.
Nesse momento Lorena surpreendeu a todos e empurrou Ludmila com força. Todos prenderam a respiração. A sala estava cheia. Uma Ludmila assustada foi amparada por Mario e Lorena falou rispidamente:
E aí, Ludmila? Você é muito egoísta, só pensa em você. E a menina que quer falar? Você a sufoca, você não dá chance para ela. Ela quer falar. Deixe-a falar. Ela que sofreu calada, ela que passou por tudo aquilo. Ela que tem que decidir, e não você
.
Ludmila, atônita, respondeu sem muita convicção:
Mas eu que vou sofrer as consequências. Quem vai ter que encarar a família inteira serei eu, não ela
.
Lorena encerrou a dinâmica.
Os três voltaram a seus lugares e Lorena pediu que todos se manifestassem.
A criança deixou a adulta sem palavras naquele momento
, disse Andressa. Quando falou do custo da terapia
.
A adulta está irredutível. Ela é dura na queda
, observou Daniela.
Enquanto a adulta não comprar a ideia a menina não vai ter vez
, falou Esther.
Antônio estava sentado ao lado de Ludmila e virou-se para ela: Do que você tem medo? Nós estamos aqui, do seu lado, pra te apoiar. Nós torcemos por você e queremos te ver bem, feliz, seguindo sua vida, mas você precisa se ajudar
.
Surpreendentemente, os olhos de Ludmila encheram-se de lágrimas. Antônio conseguiu mexer com os sentimentos dela. Bingo!
Por que você se emocionou? O que Antônio te disse que te tocou?
Não sei. O jeito que ele falou, talvez. O fato de ele dizer que se importa comigo
. Ludmila estava realmente emocionada, o que era muito raro acontecer.
Dessa sessão para a atual passaram-se duas semanas.
Daí o motivo de Lorena perguntar como Ludmila estava se sentindo.
Ludmila conta que pensou bastante, mas que ainda não decidiu.
Andressa sugere que ela conte para uma pessoa apenas, em vez de reunir a família toda, e Ludmila promete continuar tentando encontrar forças para ter essa conversa com os parentes.
Ah! Já ia esquecendo. Minha mãe um dia desses foi ao meu quarto. A luz estava apagada. Ela sentou na minha cama e me disse que estava do meu lado, que eu podia contar com ela; se eu quisesse falar, ela iria me ouvir. Eu estava deitada de lado, de costas pra ela. Não respondi nada. Ela ficou por muito tempo passando a mão nos meus cabelos. Depois, disse que ia para seu quarto, mas que estaria à disposição pra me ouvir
.
Sério?
, pergunta Lorena, com cara de incredulidade misturada com satisfação.
Sério, foi semana passada
, reponde Ludmila. Foi o mais perto que já estivemos de tocar no assunto
.
Que maravilha, Lud! Foi um grande passo
.
Lud, viu como tua mãe te ama? Como ela se preocupa com você? Dê uma chance a ela. Deixe-a te ajudar
, diz Esther.
Lud, você sabe que você é minha princesinha, né?
, derrete-se a terapeuta, feliz por Ludmila.
Ei, vou ficar com ciúme!
, fala Esther, para surpresa de todos, já que ela é sempre muito racional e pouco afeita a manifestar suas emoções assim tão espontaneamente.
Lorena pisca para ela.
Todos riem, inclusive Ludmila.
A sessão chega ao fim.
(Lorena telefonou para cada um e disse que tinha uma bomba para a sessão de quinta feira. Todos ficaram curiosos para saber que bomba era essa.)
03 de dezembro de 2015
A antessala do consultório está animada: Daniela, Mariana, Carol, Laura e Esther conversam e riem. Ainda está faltando Andressa. Antônio e Ludmila avisaram que não compareceriam. Os psicólogos Mário e Ricardo também estão na roda. Daniela conta que
