Classe Hospitalar: Saberes e Fazeres da Prática Pedagógica
De Edicléa Mascarenhas Fernandes, Priscila Valentim de Freitas, Renata Marques Issa e Viviane Souza de Oliveira
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Sobre este e-book
As autoras trazem de forma sintetizada uma análise dos documentos e legislações que versam sobre as políticas públicas e a garantia de direitos do atendimento educacional às crianças, adolescentes, jovens e adultos hospitalizados.
Embora a área classe hospitalar ainda seja considerada desconhecida pela sociedade brasileira, a leitura dos textos nos possibilita mergulhar nesse universo hospitalar, conhecendo a realidade de um Hospital Infantil, no qual o contexto pedagógico hospitalar é retratado pelas autoras, bem como os desafios que se apresentam nas rotinas diárias.
Nesse sentido, o conteúdo, apresentado de forma dinâmica e prática, procura auxiliar na formação de profissionais que desejam exercitar as habilidades suficientes de educar em condições instáveis, aleatórias e, muitas vezes, carregadas de emoções inconstantes e improváveis.
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Classe Hospitalar - Edicléa Mascarenhas Fernandes
COMITÊ CIENTÍFICO DA COLEÇÃO EDUCAÇÃO, TECNOLOGIAS E TRANSDISCIPLINARIDADE
PREFÁCIO
O atendimento educacional em ambiente hospitalar é, na atualidade, uma nova área de atuação pedagógica fora dos âmbitos tradicionais comuns da Educação. Garante, de modo efetivo, o direito à continuidade do processo escolar a educandos que, por causa de uma patologia ou enfermidade, necessitam ausentar-se das aulas e do ambiente escolar, em razão de seu processo de hospitalização e/ou tratamento de saúde. A Resolução n.º 41, de 13 de outubro de 1995, em seu item 9, por exemplo, reforça que é Direito de todas as crianças e jovens, desfrutar de alguma forma de recreação, programas de educação para a saúde, acompanhamento do currículo escolar durante sua permanência hospitalar
(BRASIL, 1995, s/p). Para tanto, busca-se oferecer um atendimento escolar atento às questões de ordem clínica, emocional e humanística, não se esquecendo também de seu familiar, que, muitas vezes, precisa de orientação e apoio para se fortalecer e para poder dar todo o suporte e cuidado ao paciente hospitalizado, o que vem a favorecer sua adaptação ao espaço hospitalar. Por meio deste estudo operacionalizado, percebeu-se que sua finalidade não é apenas transmitir conteúdos acadêmicos e matérias obrigatórias à formação do indivíduo, mas estimular experiências significativas que possam influenciar, sobremaneira, a formação de cidadãos críticos e atuantes na sociedade, expandindo, dessa forma, suas áreas de atuação. Sob esse prisma, para o Ministério da Educação: A Educação Básica é direito universal e alicerce indispensável para a capacidade de exercer em plenitude o direto à cidadania
(BRASIL, 2013, p. 17). Portanto, é função do atendimento educacional em ambiente hospitalar assumir e expandir esse serviço a todas as partes do território nacional, pois a hospitalização é uma situação que gera ansiedade e sentimentos intensos e confusos para qualquer indivíduo, principalmente quando ele se encontra em fase de desenvolvimento, apresentando necessidades específicas da fase vivenciada. Além dessa sensação de abandono, existe o medo do desconhecido, perante sua estada em um lugar totalmente novo, incomum aos locais frequentados anteriormente, que contém regras, horários, espaços e pessoas desconhecidas, distante de sua rotina de vida. Os benefícios desse acompanhamento pedagógico são muitos, desde as interações sociais mais ampliadas às atividades desenvolvidas. Em geral, essa conexão traz ações e atitudes otimistas que muito colaboram à criança e ao jovem com relação ao seu tratamento e à sua aprendizagem, encorajando-os para enfrentar e vencer todos os obstáculos relativos à sua hospitalização e/ou ao tratamento de saúde. Nesse sentido, o presente estudo em muito contribuirá com educadores, acadêmicos e/ou demais profissionais interessados e/ou que atuam diretamente com a temática.
Edicléa Mascarenhas Fernandes
Referências
BRASIL. Conselho Nacional de Direitos da Criança e do Adolescente. Resolução n.º 41, de 13 de outubro de 1995. DOU, Seção 1, de 17/10/1995.
BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica. Ministério da Educação. Secretária de Educação Básica. Diretoria de Currículos
