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Educação do Campo: as contribuições, tensões e conflitos do MST na EJA na Escola do Assentamento São José do Vale em Petrolina-PE
Educação do Campo: as contribuições, tensões e conflitos do MST na EJA na Escola do Assentamento São José do Vale em Petrolina-PE
Educação do Campo: as contribuições, tensões e conflitos do MST na EJA na Escola do Assentamento São José do Vale em Petrolina-PE
E-book174 páginas1 hora

Educação do Campo: as contribuições, tensões e conflitos do MST na EJA na Escola do Assentamento São José do Vale em Petrolina-PE

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Sobre este e-book

O presente trabalho tem por questão de investigação saber quais são as concepções dos alunos, dos professores e da coordenação acerca do cotidiano do estudo da EJA, em uma escola sob as orientações do MST, e se representa um instrumento de elevação da autoestima dos sujeitos nela envolvidos, tanto os docentes como os discentes. Realizou-se também uma reflexão sobre a relação entre o MST e a proposta de educação do campo.
IdiomaPortuguês
EditoraEditora Dialética
Data de lançamento20 de out. de 2022
ISBN9786525254920
Educação do Campo: as contribuições, tensões e conflitos do MST na EJA na Escola do Assentamento São José do Vale em Petrolina-PE

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    Pré-visualização do livro

    Educação do Campo - Tatiane de Sousa Santos

    capaExpedienteRostoCréditos

    Nossa Luta é Nossa Escola, porque foi um dos primeiros textos produzidos a partir dos registros de práticas pedagógicas em escolas de Assentamentos do MST. A história da organização e luta de pais e professores dos acampamentos e assentamentos para assegurar o direito de crianças à escolaridade, capaz de dar respostas adequadas aos desafios do novo tipo de vida nas terras conquistadas."

    (Dossiê MST Escola. p.11. 2005)

    Ao meu filho Alesson Bernardo presente dado por Deus, a minha mãe e familiares pela compreensão e por fazerem parte da minha vida. Aos professores pela ajuda, dedicação e apoio que me proporcionaram e aos meus amigos que contribuíram diretamente e indiretamente para que eu concluísse esse curso DEDICO.

    AGRADECIMENTO

    Desbravando os horizontes da pesquisa, mesmo sabendo que uma dissertação implica em um trabalho pessoal do investigador sobre o objeto pesquisado, a presença dos amigos, profissionais dispostos a comungar as descobertas, os desafios, os processos de desenvolvimento, amadurecimento, o desbravar de novos caminhos, novas convicções e novos horizontes, oferecem-nos a confiança e força necessárias a construir novas pontes, novas ligações, e perceber novos universos e processos a serem investigados.

    Minha gratidão aos que, de uma forma ou de outra, participaram desse meu processo de desenvolvimento, ainda que não me seja possível lembrar-me de todos gostaria de agradecer as pessoas em especial:

    Meus agradecimentos à minha Mãe Maria , ao meu padrasto Givaldo, aos meus irmãos Maria da Conceição e Cicero Rogerio, e em especial ao meu Filho que amo incondicionalmente Alesson Bernardo que sempre estivera presente apoiando e dando a força necessária para que eu não perdesse a poesia nem a coragem mesmo nos momentos mais tumultuados dessa jornada.

    Quero nessa oportunidade, agradecer ao professor Dr. Leopoldo Salasar Briones, meu orientador, pela disponibilidade e atenção.

    Agradecer também a professora Dra. Maria das Graças Ataíde de Almeida, minha coorientadora, com quem também aprendi mais e fortaleci minhas convicções sobre Educação, que de maneira carinhosa, e generosa, se dispôs a me acompanhar nesta pesquisa. Minha eterna gratidão.

    Aos gestores, professores e alunos que se disponibilizaram a participar desta investigação. Agradeço pela atenção e paciência, pois sem a devida colaboração a coleta dos dados não seria possível.

    A UDS que acreditar no potencial de cada ser humano que se disponibiliza a conhecer mais através dos livros. Agradeço imensamente a toda equipe.

    LISTA DE ABREVIATURAS E SIMBOLOS

    CNE- Conselho Nacional de Educação

    ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente

    EJA – Educação de Jovens, Adultos e Idosos

    FD – Formação Discursiva

    IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e estatística

    LDBEN – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional

    MEC – Ministério da Educação

    MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra

    ONU – Organização das Nações Unidas

    LDBEN – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional

    UNESCO – Organização das Nações Unidas para Educação, a Ciência e a Cultura

    SUMÁRIO

    Capa

    Folha de Rosto

    Créditos

    INTRODUÇÃO

    ANTECEDENTES E FORMULAÇÃO DO PROBLEMA

    1.1 ANTECEDENTES DA POLÍTICA INTERNACIONAL E NACIONAL SOBRE A TEMÁTICA

    1.2 ESTADO DA ARTE DA TEMÁTICA

    1.3 FORMULAÇÃO DO PROBLEMA

    1.4 PERGUNTAS DA INVESTIGAÇÃO

    1.5 OBJETIVOS

    1.5.1 Geral

    1.5.2 Específicos

    MARCO TEÓRICO

    2.1 EDUCAÇÃO DO CAMPO E O MST

    2.2 A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA ESCOLA DO CAMPO

    2.3 IDENTIDADE DOS ESTUDANTES DA EJA NA ESCOLA DO CAMPO

    2.4 A EJA E A EVASÃO ESCOLAR

    2.5 CULTURA ESCOLAR E A EJA

    MARCO METODOLÓGICO

    3.1 ENFOQUE EPISTEMOLÓGICO DA INVESTIGAÇÃO

    3.2 TIPO DE ESTUDO E JUSTIFICATIVA

    3.3 DESCRIÇÃO E JUSTIFICATIVA DO TIPO DE DESENHO DA INVESTIGAÇÃO

    3.4 LÓCUS DA PESQUISA

    3.4.1 O Município

    3.4.2. A Escola Participante

    3.4.4 Sujeitos da Pesquisa

    3.5 TÉCNICA E INSTRUMENTOS DE COLETAS

    3.6 ENTREVISTA

    3.7 INSTRUMENTO DE ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS DADOS

    APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS DA INVESTIGAÇÃO

    4.1 ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS DADOS.

    4.2 IDENTIFICAÇÃO PESSOAL E PROFISSIONAL DOS PROFESSORES, COORDENADOR E GESTOR

    4.2.1 Formação discursiva (FD): Concepções dos professores sobre EJA, educação do campo e a orientação do MST

    4.2.2 Formação Discursiva (FD): Práticas de sala de aula que fortalece o protagonismo do sujeito no assentamento do MST

    4.2.3 Formação Discursiva (FD): Cultura da Escola EJA e identidade dos alunos

    4.2.4 Formação discursiva (FD): O papel do Movimento Sem Terra na Escola do Campo

    4.3 TRIANGULAÇÕES DAS CARACTERIZAÇÃO DOS GRUPOS

    4.3.1 Triangulação das concordâncias/discordâncias das entrevistas dos alunos a acerca das afirmativas discursivas dos professores: Se os professores da EJA CAMPO tem uma metodologia que fortaleçam a identidade como sujeitos camponeses e sua intervenção no assentamento

    4.3.2 Triangulações das concordâncias e discordâncias das concepções da representatividade escolar

    4.2.3 Triangulação das discordâncias e discordancias sobre práticas de sala de aula orientadas pelo MST

    4.2.4 Triangulação das concordância e discordâncias sobre o MST

    CONCLUSÕES

    5.1 CONSIDERAÇÕES FINAIS

    5.2 DISCUSSÕES TEÓRICAS

    5.3 SUGESTÕES PARA NOVAS LINHAS DE PESQUISA

    REFERÊNCIAS

    ANEXO

    Landmarks

    Capa

    Folha de Rosto

    Página de Créditos

    Sumário

    Bibliografia

    INTRODUÇÃO

    A alfabetização é característica relevante na vida dos seres humanos, pois através dela o sujeito se qualifica para as necessidades do dia a dia, uma vez que a sociedade em que estamos inseridos nos cobra isso. Não somente para o mercado de trabalho, também é necessário aprender a ler e escrever para muitas outras atividades sociais. Com isso, nos tornamos seres capazes de refletir, tomar decisões, agir e levar uma vida com autonomia, planejando um futuro e principalmente desempenhando vários papéis sociais.

    Partindo-se destas constatações, identificamos formas significantes de se entender o sujeito aluno da EJA que se voltam para uma caracterização de um jovem ou adulto marginalizado.

    A importância de conhecer os sujeitos da EJA reflete qual o papel que os mesmos têm nesta sociedade suas necessidades e especificidades. Nesse sentido, a EJA surge como ferramenta, não só de alfabetização e escolarização, mas também de rebeldia e de possibilidade de transformação individual e coletiva do sujeito que dela faz parte. A EJA mais que uma modalidade de ensino, a nosso ver, aparece como uma possibilidade de mudança de posição do sujeito – de passivo para ativo – frente a negação do direito de estudar e de se apropriar do conhecimento.

    Esta investigação tem como questão de partida, que norteia todo o trabalho, investigar quais são as concepções dos alunos, dos Professores e da coordenação acerca do cotidiano do estudo da EJA, em uma escola sob as orientações pedagógicas do MST.

    Para além desta questão, procurar-se-á saber quais as contribuições que disponibiliza os movimentos sociais para a escola? Seus protagonistas atuam de forma afirmativa ou negativa, dificultam ou oportunizam seu novo começo? Conhecer as questões enfrentadas pelos Jovens e Adultos do campo do campo, identificar as dificuldades e facilidades propiciadas por essa acolhida na escola, o que pensam coordenadores, professores e alunos sobre esse retorno, quais concepções são apropriadas pelos coordenadores, professores, pelos alunos, situações que facilitam e dificultam esse retorno a escola e da convivência do Jovem e Adulto naquele ambiente.

    Esta dissertação está organizada em cinco capítulos, após os capítulos estão as referências e em seguida os apêndices.

    O primeiro capítulo, Antecedentes e Formulação do Problema, apresenta um breve histórico sobre a política internacional e nacional da Educação de Jovens Adultos que ao longo do tempo foram negados o direito de estudar, além de apresentar o estado da arte da temática, a formulação do problema e as perguntas de investigação para a pesquisa, seus objetivos gerais e específicos.

    O segundo capítulo aborda o Marco Teórico, trabalhando com as categorias teóricas eleitas as quais deram suporte à pesquisa empírica.

    O terceiro capítulo, Marco Metodológico, traça o percurso da metodologia, apresentando o roteiro da investigação, a descrição e justificativa do desenho investigativo, o tipo de pesquisa, o Lócus da investigação e os instrumentos de coletas de dados que foram utilizados bem como os instrumentos de análise.

    O quarto capítulo, Apresentação e Discussão dos Resultados, apresenta uma análise dos resultados obtidos através do confronto dos objetivos com os dados empíricos e uma

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