O "menininho" do presépio e Penar de velho: dois contos de Simões Lopes Neto
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O "menininho" do presépio e Penar de velho - Simões Lopes Neto
O Menininho
do presépio
– Olhe! Aí está um peão do major Vieira; jogo o pescoço se ele não traz invite pra ir lá, hoje, festejar o Natal, na estância...!
Eu sei...! Aquele é gauchão buenaço!
Eu, se fosse o patrãozinho, ia. Ia, só pra ver o que é uma gente de devoção.
E é que o seu major Vieira não era assim, não; pro caso que ele, em moço, até que era um virado, da gente se benzer três vezes!
O major Vieira quando era cadete haraganeava muito pela rancheria dos postos.
A estância era grande, e entre agregados e posteiros havia um povaréu; o patrão velho, pai dele, era mui esmoleiro e não gostava de, perto dele, ver ninguém com cara de fome.
Mas o diacho era que o que o velho fazia com as mãos o cadete desmanchava co’os pés...
O mocito era abusador, e mais duma feita saiu ventando de certos ranchos daqueles pagos...
Sim, que um pai cria uma filha não é pra carniça de gaudério...! Por
