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Melinda
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E-book91 páginas1 hora

Melinda

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Sobre este e-book

Historia de uma bruxinha de dez anos, ruiva, e esperta, e sua interação com o meio através de sua imaginação.
IdiomaPortuguês
EditoraClube de Autores
Data de lançamento24 de jan. de 2016
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    Melinda - Rramos

    Dedico esse livro aos meus filhos, Michelle, Victor Hugo, Anna Carolina e Marcello Luiz, adorávamos ficar, na sala até tarde assistindo filmes nesse gênero, magia, fantasia e ficção.

    A Família

    É uma família de classe média, moravam em uma bela casa, pequena, mas muito aconchegante, com um jardim florido na frente, em uma rua larga e arborizada.

    Composta por cinco pessoas:

    O pai- Paulo, um químico que trabalha em um laboratório médico, mas que é obcecado por alquimia, estatura alta de pele clara e cabelos escuros, se vestia como um nerd, alias ele é um nerd. Ele é um pouco avoado, distraído, mas ama sua família.

    A mãe- Luiza, uma dona de casa, apesar de formada em letras, preferiu se dedicar a cuidar dos filhos e largou seu emprego de professora na escola local, onde deixou alguns amigos. Estatura mediana, bem, mais para baixa, de pele clara e cabelos ruivos, gosta de se vestir informalmente, afinal é mais confortável para quem cuida de casa e filhos, não é muito de sair, prefere um programa em casa mesmo com a família. É um pouco estressada devido a calma excessiva do marido.

    O filho mais velho- João, puxou ao pai, com 13 anos já tem uma altura relevante, o que é bom para ele, pois adora jogar basquete e vive com uma bola na mão, de pele mais bronzeada devido aos constantes treinos ao sol, cabelos também escuros, meio chatinho e exigente. Cursa o sexto ano e é um bom aluno.

    O filho do meio- Pedro, tem 12 nos, apesar de gostar de esportes e jogar futebol, não é muito bom nisso, prefere jogar vídeo game, é até um pouco viciado nisso, tem a pele mais morena devido ao avô por parte de pai, cabelos e olhos castanhos, altura normal para sua idade, se dá muito bem com os irmãos. Cursa o quinto ano.

    E a caçula- Melinda, de apenas dez anos, baixinha, puxou a mãe, clara e ruiva, cursa o quarto ano, mas não tem muitos amigos, aliás nem um, adora desenhar e pintar, brinca sempre sozinha, as pessoas a acham estranha pelo seu jeitinho de ser, muito extrovertida, fala com todo mundo, mas não cria laços.

    Eles levam uma vida tranquila.

    A Rotina

    Todos os dias Paulo levanta cedo chama as crianças e vai se preparar para ir trabalhar.

    Enquanto todos se arrumam, Luiza prepara o café e o lanche, para as crianças levarem para a escola.

    Vamos crianças!!!!!!, não posso me atrasar, lá na empresa está a maior marcação, com horários, e vocês também tem hora para entrar, então se apressem!!! Diz Paulo, já agoniado.

    Luiza então trata de apressa-los.

    Vamos Crianças, obedeçam seu pai, também tenho muito para fazer.

    Todos então tomam café apressadamente, e saem, se despedindo da mãe.

    Tchau mãe, fica bem!!!!

    E Paulo lhe dá um beijo no rosto, e diz:

    Até logo querida, tenha um bom dia.

    Vocês também!!! Responde Luiza com ar de alivio.

    Quando todos saem ela pensa:

    Puxa, ainda bem que deu tempo para tudo, agora vamos colocar essa casa em ordem!

    Enquanto isso, Paulo deixa as crianças na escola, se despedindo de todos:

    Tenham um bom dia crianças, venho pegar vocês no horário, não se atrasem!!!!!

    A Demissão

    Paulo segue para o laboratório em que trabalha, um lugar pomposo, um prédio de uns dez andares, tudo muito sofisticado, ao chegar lá sente um clima pesado, cumprimenta as pessoas, mas ninguém responde, ele então avista Gustavo, um colega de trabalho, e pergunta:

    O que está acontecendo?

    Estão todos tensos, e estranhos!!!

    Gustavo então responde:

    Você ainda não sabe?

    Não sei o que?  Diz ele já nervoso.

    A emprese está falindo!!! Estão mandando um monte de gente embora!!! Diz Gustavo apreensivo.

    Caramba!!!! Não pode ser!!!Como um lugar desse pode falir? Olha para esse lugar? Não dá para acreditar!!! Não posso perder esse emprego!!! O que vai ser da minha família??? Diz Paulo já quase em pânico.

    Paulo então começa a andar de um lado para o outro muito nervoso e pensando no que vai acontecer, se perder esse emprego. Muito inquieto, leva um grande susto quando chamam seu nome na diretoria.

    Seu andar entrega seu nervosismo, tremulo, se encaminha a sala que foi chamado, para frente a porta, coloca uma das mãos no portal, e com a outra dá uma batidinha tímida na porta.

    Entra!!!  Diz o Diretor.

    Quando Paulo entra na sala, se depara com uma grande mesa, onde se encontrava sentado em uma cadeira executiva de alto luxo, o Diretor, Dr. Rogério, visivelmente nervoso, Paulo o cumprimenta. Bom dia Dr., deseja falar comigo? O Diretor notando seu estado diz:

    Sente-se Paulo, preciso conversar com você. Fala Dr. Rogerio com a voz calma.

    Pois não Dr. Rogério! Diz Paulo se sentando todo sem jeito, naquela cadeira confortável, pensando: Como pode um lugar desses falir, todo esse luxo, tantos funcionários e variados produtos.

    Paulo, não tenho uma notícia muito boa para você, como já deve saber, a empresa está fechando, não temos mais condições de produzir, que dirá criar novos produtos, que aliás é a sua área. Então, e com pesar que te comunico que estamos todos desempregados, e quero te agradecer pelos anos de dedicação a essa empresa.

    Paulo ficou paralisado, seu rosto parecia queimar, e não conseguia dizer uma palavra.

    Seu Rogerio vendo a situação pediu para a secretaria lhe trazer um copo de agua.

    Você está bem? Está pálido!  Beba um pouco de agua, eu entendo que está chocado, mas todos estamos, e infelizmente não temos outra saída, eu sinto muito, e te desejo tudo de bom, você vai conseguir outro trabalho, é bom no que faz, fique tranquilo. Disse seu Rogerio meio preocupado com a reação de Paulo.

    Paulo, bebeu a agua, mas não conseguiu dizer nada, parecia que lhe tiraram o chão, levantou e saiu meios sem rumo, desnorteado, foi ao seu laboratório, recolheu suas coisas e saiu do prédio atônito. Chegou no carro, abriu a porta e colocou uma caixa com seus pertences no porta malas, parecia que o mundo estava em câmara lenta, fechou a porta malas, e sentou-se no banco do motorista. Ficou lá por algum tempo, não

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