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Belmonte na visão de José Kentenich: Monseñor Peter Wolf
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E-book76 páginas55 minutos

Belmonte na visão de José Kentenich: Monseñor Peter Wolf

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Sobre este e-book

Foi um grande desejo do Padre Kentenich que o Movimento de Schoenstatt – há 100 anos fundado num desconhecido vale lateral do Reno, na Alemanha – estivesse presente no coração da Igreja de todo o mundo, em Roma. Em 1965, representantes líderes do Movimento prometeram ao Pai e Fundador que o Movimento de Schoenstatt Internacional construiria um centro internacional de Schoenstatt em Roma. Passaram-se mais de 40 anos até que a promessa pudesse ser cumprida com a construção do Centro Internacional de Schoenstatt em Belmonte, Roma. As expectativas programáticas que vinculavam o Padre Kentenich ao SANTUÁRIO MATRI ECCLESIAE, em Belmonte, são abordadas nesse livro. Este livro contém três palestras centrais do Padre Kentenich, as quais foram traduzidas pela primeira vez para PortuguêsEstas palestras são uma boa oportunidade para conhecer o significado do Centro Internacional de Belmonte para Schoenstatt e para a Igreja, e oferecem um olhar amplo da visão do Padre Kentenich de uma igreja renovada
IdiomaPortuguês
EditoraNueva Patris
Data de lançamento20 de nov. de 2015
ISBN9789562467841
Belmonte na visão de José Kentenich: Monseñor Peter Wolf

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    Belmonte na visão de José Kentenich - Monseñor Peter Wolf

    Conferência de 16.11.1965 no terreno, em Roma

    Na manhã de 16 de novembro de 1965 celebrou-se, no Generalato das Irmãs da Providência de Mainz, em Roma, uma festa de aniversário alegre e muito rica em conteúdo. O Fundador de Schoenstatt, Padre Kentenich, fazia 80 anos e queria celebrá-los no âmbito de toda a sua grande família espiritual. Os seus convidados eram membros da Presidência Geral da sua comunidade universal em representação das Uniões e Institutos Seculares. Entre os convidados encontravam-se três bispos, que estavam em Roma para a última sessão do Concílio Vaticano II. De manhã e durante o almoço estiveram presentes Mons. Antonio José Plaza, Arcebispo de La Plata na Argentina, Mons. Adolf Bolte, Bispo de Fulda, e Mons. Heinrich Tenhumerg, Bispo auxiliar de Münster, membro do Instituto Secular dos Sacerdotes Diocesanos e, naquela época, presidente da Presidência Geral. Ele tinha previamente combinado um presente de aniversário adequado e entregou-o durante a celebração, em nome da Família de Schoenstatt. Uma jovem Irmã tinha construído durante a noite e a toda a pressa, com carinho e com visível e simbólica alegria, uma maqueta de um santuário e de uma casa que colocou num tabuleiro.

    Durante a celebração surgiu a ideia de, à tarde, visitar em conjunto, com o Pai e Fundador, o terreno na Via di Boccea. Existem bonitas fotografias desta celebração que mostram que, junto às pessoas da direcção das comunidades, também estiveram presentes Mons. Bolte e Mons. Tenhumberg. Na pequena celebração no local, que de resto já tinha o nome de Belmonte, o Pe. Kentenich tomou a palavra e pronunciou uma conferência que ficou gravada.

    Logo no início alude ao significado do acto e fala da construção de um santuário da Mãe e Rainha Três Vezes Admirável de Schoenstatt na cidade santa. Fala totalmente como Fundador e apresenta as grandes linhas que mostram o significado do seu caminho até à segunda visitação como marcha para Roma. Partindo da ideia do jogo de amor que em Milwaukee se tornou vida e que, de manhã, durante uma apresentação, tinha desempenhado um papel importante, ele desenha um grande arco que envolve o que está a acontecer naquele momento no terreno de Belmonte, na grande vontade amorosa de Deus em relação a todo o mundo. Referindo-se ao Cântico de Gratidão do Rumo ao Céu (especialmente RC 166,2-3), o Fundador procura conquistar os presentes de então, e a nós hoje, para a grande visão de que Schoenstatt, nos planos de amor de Deus, tem uma missão até ao fim do mundo e até ao fim dos tempos.

    Muito reverendas e queridas Exelências de Schoenstatt!¹ Minha querida Família de Schoenstatt!

    A simples, pequena e insignificante celebração que fazemos aqui hoje, tendo como pano de fundo um mundo tempestuoso, lembra-nos, instintivamente, as palavras de Nietzsche: Amigo barulho infernal, esqueci-me de me inclinar perante acontecimentos envoltos por um grande barulho! a sencilla, pequeña e inapreciable celebración que hacemos hoy aquí en la sombra de un mundo revuelto, nos recuerda instintivamente una palabra de labios de Nietzsche: ¡Amigo ruido infernal, he olvidado inclinarme ante acontecimientos unidos a un gran ruido!

    Silêncio e grandeza do momento

    Os maiores acontecimentos da vida são e permanecem sempre os mais silenciosos, os mais silenciosos de todos. Silencioso é o acontecimento, silencioso é o facto, silenciosa é a situação. E onde está a sua grandeza? No seu conteúdo simbólico. O que queremos nós? Acabámos de expressá-lo na oração, rezámo-lo no interior dos nossos corações e rezámo-lo a partir dos nossos corações:

    Construir um Santuário na Cidade Santa

    Queremos construir um Santuário à querida Mãe de Deus, a Mãe e Rainha Três Vezes Admirável de Schoenstatt, na Cidade Santa; queremos que tenha aqui a sua casa, queremos trazê-la para aqui, para que Ela, também a partir daqui, se deixe conduzir ao campo de batalha destes tempos. Sim, porque queremos isto? A resposta só pode ser a mesma que temos dado sempre em ocasiões semelhantes. Assim está e estava, não, assim está no plano de Deus! Como sabemos isto? Através da mesma fonte de conhecimento que aprendemos até agora: A partir da, ou pela lei da porta aberta. Abriu-se- nos então mesmo uma porta? Durante muito tempo foram apenas umas pequenas frestas, mas agora a porta está aberta de par em par. Como sabemos

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