Decifrando o Poder do Dinheiro
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Sobre este e-book
O dinheiro é a melhor invenção humana, que compete com o domínio do fogo e a escritura. Constitui um instrumento excepcional de intercâmbio, poupança e avaliação, que permite ao mundo moderno funcionar, sendo um médio econômico-financeiro relevante ao longo da história. Nesse sentido, nesta obra literária, aspiramos decifrar a complexa questão do poder do dinheiro, procurando respostas para estas perguntas: Por que o dinheiro é tão influente em nossas vidas? Podemos viver em um mundo sem dinheiro?
Além disso, para entender a relevância do dinheiro, é absolutamente necessário analisar a natureza humana e vislumbrar o que é um ser humano. O Capítulo II. O Ser Humano abrange vários tópicos (necessidades humanas, racionalidade humana, egoísmo humano, significado da vida, busca da felicidade, armadilha da Pós-modernidade e essência do ser humano), que ajudam a entender como somos e por que damos-lhe tanta importância a este instrumento.
Enquanto ao Capítulo III. O Dinheiro, este considera as seguintes questões: a) a definição do dinheiro, b) uma breve história do dinheiro, c) a relevância do dinheiro, d) as desvantagens do dinheiro, e) dinheiro e felicidade, e f) um mundo sem dinheiro.
No Capítulo IV. Conclusões, insiste-se em decifrar o poder do dinheiro em nossas vidas e neste mundo, levando em consideração sua notável influência, estruturando as conclusões em cinco partes: a) dinheiro e seres humanos, b) dinheiro e felicidade, c) dinheiro e cristianismo, d) dinheiro e sociedade, e e) conclusões finais. E no Capítulo V. Recomendações, certas diretrizes são propostas sobre como agir para levar uma vida plena e satisfatória, mitigando a poderosa influência do dinheiro.
Certamente, o poder do dinheiro se origina de nossa natureza humana e dos grandes benefícios que esse instrumento traz, e talvez possamos viver em um mundo sem dinheiro, mas seria muito difícil sobreviver neste (não podemos prescindir do dinheiro).
Finalmente, o dinheiro não é bom nem ruim, mais bem é neutro. O que resulta em inúmeros problemas é o excessivo amor ao dinheiro, a ambição de obtê-lo e seu uso inadequado. Além disso, o cristianismo não censura ao dinheiro, o que condena é o amor ao dinheiro e insiste em usá-lo e gerenciá-lo adequadamente, sem confiar nas riquezas e no falso deus dinheiro.
Rolando José Olivo
RolandoJOlivo@gmail.com Instagram: @rolandojolivo Systems Engineer with 3 postgraduate degrees: Master's Degree in Applied Economics, Diploma in General Management and Specialization in Management of Social Programs (Summa Cum Laude). Work experience in companies in the oil sector, occupying these positions: Planning and Logistics Manager, Project Coordinator, Financial Advisor and Consultant. Consultant in the economic and financial area. Writer of books on economics, management, self-help, novels and Christianity, among others.
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Decifrando o Poder do Dinheiro - Rolando José Olivo
Este trabalho literário tenta decifrar a complexa questão do poder do dinheiro, buscando respostas para estas perguntas:
Por que o dinheiro é tão influente em nossas vidas?
Podemos viver em um mundo sem dinheiro?
Para entender a relevância do dinheiro, é absolutamente necessário vislumbrar o que é um ser humano e analisar a natureza humana. Embora o dinheiro seja um médio de intercâmbio, poupança e valorização, indispensável para o funcionamento do mundo moderno, o desenvolvimento ótimo dos mercados e as economias, e à condução das atividades comerciais, concedemos-lhe a este um status especial e muita importância, em parte por nosso modo de ser e de agir. Tanto é assim que para muitas pessoas, o objetivo de suas vidas é o enriquecimento a todo custo (buscando erroneamente a felicidade), e portanto, o dinheiro se tornou em um ídolo ou falso deus de uma pseudo-religião.
O Capítulo II. O Ser Humano está dividido nas seguintes seções: a) II.1 As Necessidades Humanas (O que são?), b) II.2 A Racionalidade Humana (Por que o comportamento humano é racional e otimizador, de acordo com a perspectiva microeconômica?), c) II.3 O Egoísmo Humano (Como é essa qualidade humana, de acordo com o mimetismo?), d) II.4 O Sentido da Vida (Como os investigadores abordaram esta questão?), e) II.5 A Busca da Felicidade (O que é a felicidade? Como os seres humanos a buscam?), f) II.6 A Armadilha da Pós-modernidade (O que é a pós-modernidade? Por que apesar do espetacular avanço científico e tecnológico, nesta era pós-moderna há mais necessidades não atendidas do que em outros tempos?), g) II.7 A Essência do Ser Humano (O que é um ser humano? Quais são as principais características dos seres humanos?), e h) II.8 Conclusões sobre o Ser Humano.
Este capítulo enfatiza que é importante tentar entender a importância de sobre o que é um ser humano. Esse assunto é extremamente complicado, considerando: a) as inúmeras qualidades humanas, b) as ilimitadas necessidades humanas, c) a racionalidade humana, d) o egoísmo humano, e) o mistério existencial do significado da vida, e f) a busca contínua da felicidade, entre outros aspectos. Tanto que até o momento, não existe uma definição exata e precisa do ser humano.
Enquanto ao Capítulo III. O Dinheiro, este é separado nessas partes: a) III.1 Definição do Dinheiro (O que é dinheiro?), b) III.2 Breve História do Dinheiro (Quando este se originou? Como evoluiu para conformar-se o Sistema Monetário Internacional?), c) III.3 Relevância do Dinheiro (Quais são os seus benefícios?), d) III.4 Desvantagens do Dinheiro (Quais são as suas desvantagens?), e) III.5 O Dinheiro e a Felicidade (Como o dinheiro influencia a felicidade?), f) III.6 Um Mundo sem Dinheiro (Podemos viver em uma sociedade sem dinheiro?), e g) III.7 Conclusões sobre o Dinheiro.
Considerando que o dinheiro é a melhor invenção humana, neste capítulo o dinheiro é definido, sua história é explicada de forma concisa, suas vantagens e desvantagens são mencionadas, o efeito do dinheiro sobre a felicidade é discutido, e a história fictícia de Robinson é contada, quem vive estressado e angustiado, em um mundo sem dinheiro.
Finalmente, no Capítulo IV. Conclusões, insiste-se em decifrar o poder do dinheiro em nossas vidas e neste mundo, levando em consideração sua notável influência, estruturando as conclusões em cinco partes: a) dinheiro e seres humanos, b) dinheiro e felicidade, c) dinheiro e cristianismo, d) dinheiro e sociedade, e e) conclusões finais. E no Capítulo V. Recomendações, certas diretrizes são propostas sobre como agir para levar uma vida plena e satisfatória, mitigando a poderosa influência do dinheiro.
Voltando com as duas perguntas iniciais: Por que o dinheiro é tão influente em nossas vidas? Podemos viver em um mundo sem dinheiro?
Em termos gerais, o poder do dinheiro se origina de nossa natureza humana e dos grandes benefícios que este médio fornece. Nós, como seres humanos (até de maneira irresponsável), concedemos-lhe esse papel hegemônico ao dinheiro. Embora talvez possamos viver em uma sociedade sem dinheiro (sem tantos confortos), nos custaria muito esforço sobreviver, devido principalmente à competição excessiva com os outros, que surgiria em um ambiente conflituoso, no qual prevaleceria a escassez de oportunidades e recursos. Essas abordagens são explicadas com mais detalhes no curso desta publicação e nas conclusões finais.
II. O SER HUMANO
Antes de analisar a questão do dinheiro, é importante tentar entender o que é um ser humano; o que não é fácil, levando em consideração, entre outros aspectos: a) as inúmeras qualidades humanas, b) as ilimitadas necessidades humanas, c) a racionalidade humana, d) o egoísmo humano, e) o mistério existencial do sentido da vida, e f) a busca contínua da felicidade.
Além disso, apesar do alto nível de desenvolvimento científico e tecnológico, até o momento, existem mais necessidades não atendidas o que em outros tempos, principalmente devido ao fato que o pensamento pós-moderno deixa de satisfazer as principais necessidades humanas, concentrando-se no secularismo e materialismo, em detrimento do pensamento espiritual e religioso.
Portanto, a complexa essência do ser humano (da qual não existe definição exata ou precisa) nos faz: a) excepcionais, b) exigentes e ambiciosos, c) insatisfeitos, d) egoístas e miméticos, e) espirituais e religiosos, f) curiosos, g) parte de um mistério existencial; e h) responsáveis por descobrir o sentido da vida.
Nas seções deste capítulo, as idéias mencionadas anteriormente são abordadas:
1. As necessidades humanas.
2. A racionalidade humana.
3. O egoísmo humano.
4. O significado da vida.
5. A busca da felicidade.
6. A armadilha da Pós-modernidade.
7. A essência do ser humano.
II.1 AS NECESSIDADES HUMANAS
Os seres humanos são uma fonte inesgotável de anseios, desejos e necessidades. De acordo com a Teoria Microeconômica do Consumidor, baseada na psicologia e nos fundamentos da racionalidade humana, vivemos em um ciclo constante de necessidade-realização-necessidade. Portanto, ao satisfazer algumas necessidades, outras surgem e não há limite máximo ou um estado completo do bem-estar.
Os economistas argumentam que isso constitui a base da racionalidade humana (aspirar por uma melhor qualidade de vida), o que permitiu o progresso e o desenvolvimento da humanidade. No entanto, essas atitudes não são inteiramente convenientes, considerando que as insaciáveis necessidades humanas são complexas e
