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O Reino: Lockswood
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E-book98 páginas1 hora

O Reino: Lockswood

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Sobre este e-book

Em um mundo fantasioso, um mercenário busca por ambições em meio de uma cospiraçao e uma grande professia que ira colocar sua vida e crenças em duvida.
IdiomaPortuguês
EditoraBibliomundi
Data de lançamento22 de ago. de 2020
ISBN9781526026422
O Reino: Lockswood

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    O Reino - Renato Martins

    A Jornada

    Capitulo um: A Conspiração.

    Em uma noite remota em um mundo místico, um casal de jovens andava de volta ao vilarejo, quando decidiram parar um pouco.

    -Não deveríamos estar aqui neste horário – falou a garota.

    -Mas é divertido, e além de que é bem reservado.

    -Pera... pera... acho que ouvi algo.

    Neste momento surgiu criaturas com altura mediana, com rostos deformados, mas super velocidade, atacando rápido, mas com pouco força, sempre atacam em grupos. Os jovens começaram a gritar implorando por ajuda, mas estavam longe da vila e ninguém viria os ajudar, os monstros atacaram primeiro a garota de forma tão brutal que em segundos já estava morta no chão, em seguida estavam rasgando sua barriga, arrancando seus órgãos, comendo-os pouco a pouco. Neste momento o garoto já sabia do seu destino inevitável, os monstros já estavam terminando de comer a garota, foi quando de repente apareceu um indivíduo com uma espada nas costas e a pegou com mestria e com golpes rápidos cortou a barriga de um dos monstros fazendo assim as tripas cair no chão, e com um giro cortou a cabeça de outro, seguida da cintura do próximo, por fim enfiou a espada na barriga do último, matando todos em poucos segundos.

    -Você está bem garoto? – falou o indivíduo misterioso.

    -Não sei... – falou o garoto olhando para a garota morta com a barriga aberta.

    -Não é sua culpa, volte para casa não é seguro nesse horário.

    -E quem é você?

    -Joseph, você sabe para que lado fica a cidade de Luckswood?

    -Claro é caminho do vilarejo, venha comigo.

    Após minutos de uma longa caminhada Joseph chegou até o vilarejo, deixou o garoto na entrada e foi até uma pequena estalagem apenas para passar a noite pegando um quarto simples.

    Ao amanhecer Joseph pegou suas coisas que havia guardado no baú ao pé da cama, ao vestir sua armadura ele releu uma carta recebida a certo tempo

    ’Saudações Joseph por meio dessa carta lhe convoco para uma reunião oficial no castelo, ao mais ver" .

    Joseph havia sido convocado pelo rei Austin, que nunca chamava mercenários, muito menos matadores de monstros. Joseph não era um humano qualquer, ele era mais rápido, mais inteligente, e possuía dons mágicos como a hipnose e magias pequenas e medias.

    O castelo não ficava muito distante do vilarejo, após um tempo andando pela cidade da qual apesar de ser simples ainda assim possuía uma bela arquitetura, finalmente chegou na ponte para o castelo, ele era feito de pedras antigas, parecia bem antigo, mas ainda fazia sua função, já no portão por motivos de segurança ele estava fechado e com guardas.

    -Quem está aí? – perguntou um dos guardas.

    -Vim a pedido do rei tenho uma carta com o selo oficial.

    Os grandes portões se abriam e revelaram a grande e bela estrutura do castelo ele era tão grande que caberia três vilas lá dentro.  Joseph ficou o decorrer do percurso admirando seu interior rustico, mas ao mesmo tempo de luxo, guiado por um serviçal ate a ampla sala do rei onde havia uma grande mesa onde o rei estava planejando seu futuro ataque com seus aliados.

    -Todos saiam menos o mercenário. – Ordenou o rei

    -Vossa majestade ordenou minha presença? - questionou Joseph após fazer uma longa reverencia.

    -Sim, ouvi histórias sobre você e seus feitos por vários reinos que passou.

    -E qual é a sua favorita das quais você ouviu? – questionou Joseph.

    -Minha favorita é aquela que você foi até uma vila que estavam tendo problema com monstros, mas ao final quando você terminou o trabalho eles negaram te pagar, hoje em dia essa mesma vila está abandonada.

    -Isso foi em outro momento da vida...

    -Vamos direto ao ponto você é bom com monstros, humanos e um ótimo detetive, ouvi rumores sobre uma conspiração, eu simplesmente mandaria alguém ir lá e matar todos mas há um problema...

    -E qual seria? – questionou Joseph.

    -Meus magos não sei ao certo como, mas descobriram que há vampiros e magos no meio e diferente das histórias dos camponeses eles andam no sol, mas podem controlar mentes humanas, são realmente rápidos e só podem ser mortos por madeira, resumindo ache-os e os mates de alguma forma.  

    Após o curto encontro com o rei, Joseph saiu do castelo pensativo ele precisava achar o impossível, mas sabia que o rei iria ser bem generoso na sua recompensa.

    Joseph sabia que o caminho mais fácil para achar a conspiração seria por feiticeiros, por sorte Joseph tinha um velho conhecido na cidade, sua loja ficava em uma parte bem escondida, seu caminho não era muito seguro sendo uma região sem muitos guardas. No caminho Joseph teve a impressão de estar sendo seguido, então desviou o trajeto para um beco sem saída e logo em seguida dois homens fortes com espadas nas cinturas apareceu.

    -Vocês estão cometendo um grave erro. – falou Joseph.

    Logo em seguida os bandidos pegaram suas espadas e correram para cima dele, Joseph com um rápido desvio se abaixa evitando um golpe na cabeça, então em seguida  com um forte ataque com sua espada corta a cabeça de um dos bandido, logo em seguida o segundo bandido acaba acertando a espada de Joseph fazendo ela voar para longe, sem alternativo Joseph começou a fazer um serie de desvios Joseph então foi recuando para trás, até perceber que já estava encostado na parede, e o ultimo bandido vinha com a espada correndo em sua direção, Joseph  com grande agilidade pegou sua adaga preza a sua bota, e enfiou na garganta do último homem, fazendo o sangue voar e sujar toda a parede e o redor. Joseph sabia que não poderia ficar ali, então vasculho os corpos, pegou algumas moedas e correu dali.

    Finalmente após o conflito chegou à loja onde morava seu amigo, ficava em uma longa rua cheia de lojas. Na porta estavam dois guardas batendo e gritando bem alto, então Joseph se aproximou.

    -O que vocês querem?

    -Não é do seu interesse. – respondeu um dos guardas

    -Estou aqui a pedido do rei e vocês estão obstruindo minha investigação então acho melhor não me atrapalhar.

    -Ok senhor... sendo assim, nos desculpe.

    O guarda fez um sinal para o outro e os dois saíram com uma expressão de desdém. Adentrando a loja havia várias poções espalhadas por grandes mesas, teias de aranhas e uma grande escuridão que poucas velas não davam conta de iluminar, o silencio era de matar, dava para ouvir o vento entre as pequenas frestas da janela. Após ficar parado um tempo na espera do amigo o feiticeiro finalmente apareceu.

    -Valentim como sempre bem atrasado – falou Joseph enquanto o abraçava.

    -Você me conhece Joseph gosto de uma boa entrada.

    -Bom te ver velho amigo como vai?

    -Bem... Bem..., mas o que você faz nesta cidade?

    -Estou aqui a pedido do rei existe uma conspiração acontecendo para tirar ele do trono, parece que envolve vampiros e são

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