Escandalosas Intenções: DAMAS E VAGABUNDOS, #2
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Sobre este e-book
Quando confrontado com a possibilidade de perder o suporte do pai, o notório libertino Lorde Julian Luvington coloca seus olhos sobre Lady Sarah. Ela é tão respeitável quanto seus pares, exatamente o que o seu pai ordenou. Mas a dama não será fácil de conquistar.
Lady Sarah Roseington está determinada a casar por amor ou permanecer solteira, e fará o que estiver ao seu alcance para obter a liberdade que é garantida aos homens. Um escroque como Lorde Luvington poderia destruir sua reputação conquistada a duras penas, mas casar com ele também oferece a ela as oportunidades que não pode alcançar por si só. O que uma dama faria?
Quando Lorde Luvington se recusa a abandonar a sua caça, Lady Sarah propõe um acordo. Só que o preço pode ser bem mais alto do que qualquer um deles deseja pagar. Lady Sarah pode perder muito mais do que a posição social e Julian pode perder seu coração.
Amanda Mariel
USA Today Bestselling, Amazon All Star author Amanda Mariel dreams of days gone by when life moved at a slower pace. She enjoys taking pen to paper and exploring historical time periods through her imagination and the written word. When she is not writing she can be found reading, crocheting, traveling, practicing her photography skills, or spending time with her family.
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Escandalosas Intenções - Amanda Mariel
Um
Londres 1843
Sarah sabia exatamente o tipo de homem que ele era. Toda Londres sabia. Era o tipo de homem com o qual nenhuma mulher respeitável se associaria.
Sarah pegou uma taça de champanhe e olhou em volta. Pela terceira vez naquela noite, seu olhar colidiu com o dele. Lorde Julian Carrington, o Marquês de Luvington. Ela ficou lá por um momento, presa na deliciosa visão dele. Ele estava apoiado em uma coluna branca, os olhos verdes dançando na luz das velas. Droga. Toda vez que se virava, o encontrava encarando-a. Não havia jeito de escapar de suas atenções?
Um sorriso estava estampado nos lábios dele, enviando calor às suas bochechas. Quando ele piscou, ela voltou sua atenção para Grace Stratton, a Duquesa de Abernathy. —Você se importa em dar uma volta na varanda? — Ela precisava quebrar a sua conexão com o notório libertino.
Grace aproximou seu leque. —Que ideia maravilhosa. — Ela deu a volta e se moveu pelo mar de vestidos coloridos, em direção à saída.
Sarah andou ao lado da duquesa, nenhuma falou uma palavra até chegarem às portas que davam para a varanda. O ar fresco a envolveu enquanto atravessava a soleira da porta, para dentro da noite. A brisa batia como se procurasse uma forma de remover o calor que subia por suas bochechas ao pensar em Lorde Luvington e seus olhares indesejados. Canalha.
Olhando para Grace, Sarah suspirou. —Por que você acha que ele estava nos olhando?
Grace riu, suas mechas louro-avermelhadas balançando. —Nós não, querida. Você.
Sarah se virou para ela. —Ele assinou o meu cartão de dança, também. Pegou a última valsa. Mas por quê? O quê um libertino daquele calibre quereria comigo?
—Talvez nada, — Grace se abanou com o leque. —Mas há uma forma de descobrir.
—Por favor, explique, Sua Graça. — Sarah olhou para ela, um riso fraco puxando seus lábios.
—Pergunte a ele.
Grace deu um passo em direção às portas da varanda e Sarah a seguiu. —Talvez eu pergunte. — Ela olhou para as estrelas brilhando no céu e ultrapassou a soleira. —Ou talvez eu simplesmente recuse. Depois de tudo, a última valsa é para casais.
—Não fará mal honrar o pedido dele.
Exceto que iria. Uma mulher tinha que ser cuidadosa perto de um homem como aquele. Ao menos estariam em um lugar público. O que ele poderia fazer com ela, no meio da ton?
Sarah seguiu Grace para dentro assim que o quarteto tocava as últimas notas de uma valsa. Lorde Gibbs esperava por ela na beira da pista de dança. Ela fez um gesto com a cabeça para Grace enquanto ele a conduzia para o meio da sala para a dança. Apesar do seu parceiro atual, seus pensamentos vagaram para onde não deviam. Lorde Luvington. O pulso dela se acelerou só com a ideia de estar tão próxima do belo libertino. Uma dança poderia ser tolerável.
Não. Ela não tinha desejo de se tornar o objeto de fofoca do dia seguinte. A ideia de um renomado libertino estar interessado nela atrapalhava o seu equilíbrio. Trabalhou duro para manter sua posição social e não planejava deixar qualquer um danificar a sua reputação. Um escândalo poderia arruinar uma dama além de qualquer reparação. Já tinha visto isso acontecer de novo e de novo. Seu estômago se apertou.
—Lady Sarah, você me ouviu?
Sarah piscou e voltou a prestar atenção em Lorde Gibbs. —Minhas desculpas. Eu estava perdida na música. — Ela deu um sorriso para ele. —Você tem a minha atenção agora.
—Eu perguntei se você está gostando do baile. — Ele a girou através de uma fila com outros cavalheiros e damas elegantes. O aroma de suas colônias juntas formava um exótico aroma de flores e especiarias.
—De fato. Lady Vivian se superou. Eu achei o baile fascinante, um sucesso massacrante com certeza. De fato, não posso me lembrar da última vez que aproveitei tanto um baile.
—Eu também não. — Ele a girou.
Sarah ergueu os lábios educadamente. Lorde Gibbs tem estado cortejando-a desde a sua última temporada, mas gostava dele como amigo. Ela deixou a sua postura bastante clara, mas ainda assim, ele continuava perseguindo-a. Talvez esperasse balançá-la. Mas isso não iria acontecer. Sarah se convenceu que se casaria por amor ou simplesmente não se casaria. Para o total desânimo de sua mãe, tinha conseguido passar por quatro temporadas sem ficar noiva. Seu pai, por outro lado, apoiava totalmente a sua decisão.
—Você está linda esta noite, Lady Sarah. — Ele a puxou mais perto.
—Obrigada, meu lorde. Você também está elegante. — Não era mentira, ele era atraente. Ela apenas não o amava. Além disso, a ideia de se tornar propriedade de um cavalheiro não a atraía muito.
A música chegou ao fim, e Lorde Gibbs escoltou-a para fora da pista da dança. Mais uma vez, sentiu o olhar de Lorde Luvington. Maldição, o homem continuava olhando para ela. Ela o estudou antes que pudesse se impedir, absorveu os ângulos agudos da sua mandíbula, o brilho dourado dos seus cabelos castanhos. Seu olhar azul fumegante encontrou com dela. Ele sorriu maliciosamente como se soubesse exatamente como ela se parecia debaixo de toda aquela armadura. As bochechas de Sarah se aqueceram e ela se virou.
Na mesa de refrescos, sua mãe estava pegando uma bebida. Sarah se apressou a se juntar a ela. Estar perto de um dos pais faz ser muito mais fácil manter os pensamentos de alguém longe de coisas proibidas. Levou uma borbulhante taça de champanhe aos lábios e parou ao lado da mãe.
—Para onde papai foi? —Tomou um gole do líquido frio e borbulhante.
—Ele quis dar uma palavra com o seu irmão. Estarão de volta em um instante. — A mãe inclinou o queixo em direção a Lorde Luvington. —Parece que você conseguiu um novo admirador.
As bochechas de Sarah queimaram enquanto o olhava, seu olhar viajando por seu peito largo. Como seria estar envolvida nesses braços? Ela abriu o leque, abanando-se. Tanto esforço para manter os pensamentos puros. —É escandalosa a forma com a qual ele fica me olhando.
—Que bobagem, filha, você deveria estar lisonjeada. — A mãe levou a mão ao peito. —Não é uma ocorrência diária alguém captar a atenção de um marquês.
Sarah respirou fundo e fechou o leque. Teria todo mundo perdido a cabeça?
—Mãe, ele é um reconhecido libertino.
—Acalme-se, querida. Eu não disse para se casar com ele, apenas para ficar lisonjeada com a atenção. Embora já seja hora de você considerar encontrar um marido. Talvez cavalheiros de bom gosto sejam inspirados pela atenção que Lorde Luvington está te concedendo.
Alguém pigarreou. Sarah olhou para trás. Seu coração pulou uma batida com a visão do seu pai.
—Por causa da atenção de quem que a minha querida florzinha deveria estar lisonjeada? — O pai olhou entre Sarah e sua esposa.
A mãe sorriu para o marido. —Não é nada, de verdade. Não se aborreça com isso, amor. — Ela colocou a mão no braço dele.
Ele deu tapinhas na mão dela e olhou para Sarah. —Você está aproveitando a noite, querida?
—De fato, papai. — Se a mãe acredita que é melhor manter a identidade do seu admirador escondida do pai, então ela também deveria.
—E você me deixará saber se as atenções do tal cavalheiro ultrapassarem algum limite?
Sarah assentiu, fazer seus brincos dançarem. —Sim, papai.
—Muito bem. Então nos dê licença. — Ele deu um sorrido para e esposa. —Eu tenho esperado para exibir a sua linda mãe pela pista de dança.
Sarah inclinou a cabeça em direção à lustrosa pista de mármore. —É melhor se apressar, senão perderá a sua chance. — Ela levou a taça de cristal aos lábios.
A mãe sorriu enquanto o pai a conduzia para a pista de dança lotada. Talvez sua mãe estivesse certa, não sobre ganhar a atenção de um cavalheiro apropriado, mas sobre a atenção de Lorde Luvington ser inofensiva. Não era ela quem estava agindo inapropriadamente. Sarah decidiu aproveitar o resto do baile, e se Lorde Luvington insistisse em observá-la, que assim seja.
Horas mais tarde, Sarah ficou de pé e arqueou as costas enquanto o quarteto começava uma nova canção. Ela tinha estado dançando por horas e seus pés doíam dentro de suas sapatilhas. Em várias ocasiões durante a noite flagrou Lorde Luvington a observado. Simplesmente não podia entender esse súbito interesse. Em breve teria a chance de perguntar a ele sobre seu comportamento em relação a ela. Faltavam duas danças. Sem dúvida Lorde Shillington iria procurá-la em breve... e depois Lorde Luvington.
Santo céu, o simples pensamento de dançar a última valsa com ele a deixava a beira de um ataque de nervos. Suas mãos começaram a tremer. De jeito nenhum acreditava que as intenções dele fossem inocentes. Ela respirou fundo e se aprumou enquanto Lorde Shillington se aproximava.
Ele se curvou. —Vamos?
Sarah forçou um sorriso e passou sua mão pelo braço que ele ofereceu. Ao menos Lorde Shillington não era um admirador, era um amigo da família. A dança seria mais prazerosa por isso. Desde que ele não pisasse em seus dedos.
Sarah se moveu com a música enquanto Lorde Shillington a guiava. Não podia evitar procurar Lorde Luvington por entre a multidão, sabendo que a dança deles seria a próxima. Ele estava perto da porta da varanda, e seus olhares se encontraram por um momento antes de Shillington girá-la. Ela mordeu o lábio inferior. Recusar-se a dançar seria falta de educação, algo do qual nunca seria acusada. Sarah suspirou.
—O que te aborrece, Lady Sarah? — Interesse genuíno se refletiu nos olhos de Lorde Shillington.
Ela deu um pequeno sorriso. Além do seu irmão, Lorde Shillington era o único cavalheiro com o qual ela podia falar livremente. Ele nunca a julgou, nem compartilhava suas confissões com os outros. Entretanto, ela queria discutir isto com ele?
—Claramente algo te irrita. Você pode me dizer, o que quer que seja. Talvez eu possa ajudar.
—Não é nada. — Sarah olhou para a varanda por um momento. —Só... quão bem conheces Lorde Luvington?
Os lábios de Lorde Shillington se contorceram em um sorriso provocador. —Um cavalheiro finalmente capturou a sua atenção?
—Deus, não, — ela disse sem pensar, então corou com a sua grosseria. —Mas ele assinou o meu cartão de dança.
Shillington a girou, e quando ela voltou para os seus braços ele disse, —Lorde Luvington é um bom rapaz. Eu já joguei cartas com ele no White’s. — Ele piscou. —Devo abster-me de falar sobre isso com você.
—Isso o quê? Cavalheiros jogam cartas o tempo todo.
—Sim, é claro. Mas o que eu estava prestes a dizer a você é de uma natureza diferente. — As bochechas dele coraram.
Assim como as dela, Lorde Shillington era visto como um pilar do bom comportamento entre os pares. A falta de jeito o atormentava e ele ganhou uma bela reputação por causa disso, mas ninguém questionava o seu caráter.
—Agora você tem que me dizer. — Sarah bateu seus cílios e fez biquinho.
—Ele é muito... como posso dizer isso delicadamente? — Ele afastou o olhar. —Popular entre o mais belo sexo.
—Um libertino, você quer dizer.
Ele engoliu em seco, encontrando o olhar dela novamente. —Não importa. Uma dança não fará mal.
—Mesmo que seja a última valsa da noite?
—Mesmo assim. — Lorde Shillington a girou e a trouxe de volta aos seus braços mais uma vez. —Agora, está se sentindo mais a vontade?
—Sim, obrigada. — Ela permitiu que seus olhos fechassem por um momento. Como sobreviveria a uma dança com tal homem?
O quarteto terminou a música, e Lorde Shillington acompanhou Sarah até Lorde Luvington. —Eu ouvi que você vai ter o prazer da última dança de Lady Sarah.
—De fato, eu terei. — Lorde Luvington estendeu o braço para ela.
Ela olhou para ele antes de aceitá-lo. Seu estômago teve um tremor indesejado. Calor se espalhou por seu peito e suas bochechas enquanto ela imaginava todo mundo no baile olhando para eles. Ele a guiou até o meio da pista de dança e a segurou nos braços enquanto o quarteto voltava a tocar.
—Relaxe, minha lady. É apenas uma dança.
Mortificada, ela inclinou o queixo. —Eu estou relaxada. — Como ele sabia que ela estava afligida? Sarah respirou fundo e expirou lentamente, com o olhar sobre seus pares.
—Se isso é você sendo relaxada, temo por aqueles expostos
