Sophia: Diálogos Filosóficos
()
Sobre este e-book
Relacionado a Sophia
Ebooks relacionados
Depois do meu silêncio: Pe. Zezinho em 140 caracteres Nota: 0 de 5 estrelas0 notasA Invenção do Dia Claro Nota: 0 de 5 estrelas0 notasO manual de Epiteto e uma seleção de discursos Nota: 0 de 5 estrelas0 notasPlatão Para Iniciados Vol 13 O Político Nota: 0 de 5 estrelas0 notasEco Da Caverna: Uma Jornada Além Das Sombras Nota: 0 de 5 estrelas0 notasFilosofia - O paradoxo de aprender e ensinar Nota: 0 de 5 estrelas0 notasO Espelho De Platão: Justiça, Realidade E A Dança Da Alma Nota: 0 de 5 estrelas0 notasPlatão Para Iniciados Vol 31 Protágoras Nota: 0 de 5 estrelas0 notasO Labirinto Das Ideias: Uma Jornada Platônica Pela Realidade E A Justiça Nota: 0 de 5 estrelas0 notasA Sombra Da Caverna: Razão E Justiça Em Platão Para Um Mundo Em Busca De Luz Nota: 0 de 5 estrelas0 notasMoral da História Nota: 0 de 5 estrelas0 notasAssim falou Zaratustra Nota: 0 de 5 estrelas0 notasSobreviver, Sobre Viver Nota: 0 de 5 estrelas0 notasA DESOBEDIÊNCIA CIVIL - Thoreau Nota: 0 de 5 estrelas0 notasO Viajante e sua Sombra Nota: 0 de 5 estrelas0 notasCrepúsculo dos ídolos: (Ou como filosofar com o martelo) Nota: 0 de 5 estrelas0 notasPlatão Para Iniciados Vol 12 O Banquete Nota: 0 de 5 estrelas0 notasPlatão Para Iniciados Vol 20 Theaetetus Nota: 0 de 5 estrelas0 notasO homem de barbas brancas Nota: 0 de 5 estrelas0 notasPodia Ser Nota: 0 de 5 estrelas0 notasLuz sobre o caminho Nota: 0 de 5 estrelas0 notasO encantador da montanha Nota: 0 de 5 estrelas0 notasAlém Das Sombras: Justiça, Realidade E O Labirinto Platônico Nota: 0 de 5 estrelas0 notasDiários de um Rei Exilado Nota: 0 de 5 estrelas0 notasPlatão Para Iniciados Vol 25 Critias Nota: 0 de 5 estrelas0 notasUm Sarau De Mentiras Nota: 0 de 5 estrelas0 notasRealismo de Machado de Assis (Clássicos da literatura mundial) Nota: 0 de 5 estrelas0 notasOs Mitos De Platão E A Doutrina Das Ideias Nota: 0 de 5 estrelas0 notasOlhos da cara Nota: 0 de 5 estrelas0 notas
Ciências Sociais para você
Tudo sobre o amor: novas perspectivas Nota: 5 de 5 estrelas5/5A Prateleira do Amor: Sobre Mulheres, Homens e Relações Nota: 5 de 5 estrelas5/5Metodologia científica: Princípios e fundamentos Nota: 5 de 5 estrelas5/5As seis lições Nota: 4 de 5 estrelas4/5Neurociências E O Cotidiano Nota: 0 de 5 estrelas0 notasCalibã e a bruxa: mulheres, corpo e acumulação primitiva Nota: 5 de 5 estrelas5/5Coisas que a Gramática Não Explica Nota: 0 de 5 estrelas0 notasCoragem é agir com o coração Nota: 0 de 5 estrelas0 notasA cultura importa: fé e sentimento em um mundo sitiado Nota: 5 de 5 estrelas5/5Apometria: Caminhos para Eficácia Simbólica, Espiritualidade e Saúde Nota: 5 de 5 estrelas5/5Grau do Companheiro e Seus Mistérios: Jorge Adoum Nota: 2 de 5 estrelas2/5Guia Como Aumentar Seu Penis Definitivamente Nota: 5 de 5 estrelas5/5Fisiologia Do Exercicio Nota: 0 de 5 estrelas0 notasA Bíblia Satânica Moderna Nota: 0 de 5 estrelas0 notasCrônicas exusíacas e estilhaços pelintras Nota: 0 de 5 estrelas0 notasPertencimento: uma cultura do lugar Nota: 0 de 5 estrelas0 notasCurso De Maçonologia Nota: 0 de 5 estrelas0 notasBizu Do Direito Administrativo Nota: 0 de 5 estrelas0 notasMedicina Integrativa Nota: 5 de 5 estrelas5/5A perfumaria ancestral: Aromas naturais no universo feminino Nota: 5 de 5 estrelas5/5Grau do Mestre Macom e Seus Mistérios Nota: 4 de 5 estrelas4/5Quero Ser Empreendedor, E Agora? Nota: 5 de 5 estrelas5/5O martelo das feiticeiras Nota: 4 de 5 estrelas4/5Brasil dos humilhados: Uma denúncia da ideologia elitista Nota: 0 de 5 estrelas0 notasO que é o luto: Como os mitos e as filosofias entendem a morte e a dor da perda Nota: 5 de 5 estrelas5/5O corpo encantado das ruas Nota: 5 de 5 estrelas5/5A mentalidade anticapitalista Nota: 5 de 5 estrelas5/5
Avaliações de Sophia
0 avaliação0 avaliação
Pré-visualização do livro
Sophia - Gilberto Aparecido Pereira
Prometeu roubou o fogo e dando aos homens, foi amarrado a um pedestal, recebeu a seguinte condenação dos deuses, uma ave de rapina consumiria sua carne eternamente, sem nunca morrer, tornando seu suplício sem fim.
-Estimado Parmilondas, aos homens não é diferente, todos estão condenados a morte desde
o seu nascimento -O que seria o Eu Estácio? Perguntou Parmilondas.
-O eu querido querido amigo, é o outro, não há individualidade onde a coletividade impera.
O eu é apenas uma ilusão mal compreendida e entendida com ego edificante.
O que são os homens Mestre?
- Eu lhe contarei o que são,preste atenção nesta parábola Parmilondas.
Um dia um homem adormecido acorda de um sutil sono, esfregando as mãos nos olhos ele
diz:
-Quanto tempo estive sonhando? Em que época estamos?
Adormeci tanto tempo que mal sei o que é acordar novamente.
Parmilondas, agora imagine esse homem desperto, como ele poderá diferenciar o sonho da
realidade?
Ele não poderá facilmente achar que está acordado enquanto apenas sonha?
- Sim, mestre poderá.
Pois bem parmilondas,o homem é como este desperto acredita possuir vida e ser dono de seu destino no entanto não reconhece seu estado latente semelhante a um cadáver.
- Mestre quer dizer que nossa sociedade está morta?
-Sim, caro discípulo, as grandes conquistas do passado são relembradas aos dias de hoje como peças de um museu para a apreciação. Não há idéias novas, toda a revolução que se manifesta nestes tempos decadentes são apreciações do passado.
A sociedade se tornou tão decadente que não vê a própria decadência de seu tempo.
Querido Parmilondas, a humanidade preenche-se de cadáveres alimentados pelos que
realmente viveram. O que supõe Vida já possuem a morte latente em si. Nada, absolutamente nada, nesta época realmente viveu, esta é uma geração de cadáveres sepultados pelos que um dia viveram. Fazendo humanidade suicidaram-se. Perguntou Parmilondas:
- Se a sociedade está morta é porque um dia vivemos realmente, então pergunto –o houve um existir antes do fim da vida?
- Sim, houve Parmilondas, No passado houve períodos de grande produção humanista , no
entanto, após esses tempos adentramos a campos sombrios aonde as ideias são manipuladas
e disseminadas segundo o interesse dos poderosos, aonde a verdade é simples coisa
massificada. Os que viveram são lembrados como simples peças de um museu obsoleto
chamados de grandes revolucionários do passados, Cadáveres desfilam pelas labaredas
retrógadas do progresso e são chamados de Gênios, Parmilondas, embora não possuíssem
nada e não tivessem adquirido ou produzido bem algum.
-São gênios de espetáculos estúpidos, há tantos que se supõem Gênios, embora não o fossem . A mim apenas declaro-me como cadáver sem vida, nos tempos atuais os gênios
devem adornar as vitrines do antigo museu do tempo.
- É certo que Gênios aparecem em nosso tempo?
- Querido Parmilondas, neste momento há bilhões de homens ostentando para si títulos de Gênios somente por possuírem boa memória.
-Os Gênios são raça extinta de nosso orbe terráqueo somente aqueles que povoam marte
possuíram tais honrarias.
Considere Parmilondas, a seguinte história.
-Um dia um homem é
