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Dicionário De Dogmas - O Teólogo
DICIONÁRIO DOS
DOGMAS
SUMÁRIO
ADOPCIONISMO
AGOSTINIANISMO
ANTINOMISMO
ARIANISMO
ARISTOTELISMO
ARMINIANISMO
ASCETISMO
CALVINISMO
CONGREGACIONALISMO
DINAMISMO
DIOFISISMO
DOCETISMO
DONATISMO
DUALISMO
EBIONISMO
ESCOLATICISMO
ESPIRITUALISMO
ESTOICISMO
EUTIQUIANISMO
HEDONISMO
FONTINIANSIMO
GNOSTICISMO
HERRNHUTISMO
HUMANISMO
IDEALISMO
LAPSARIANISMO
LATITUDINARISMO
LIBERTINISMO
MANDEISMO
MANIQUEISMO
MENEZISMO
METODISMO
MILENISMO
MISTICISMO
MODALISMO
MODERNISMO
MONARQUIANISMO
MONASTICISMO
MONISMO
MONOFISISMO
MONTANISMO
MORALISMO
NATURALISMO
NEO-ARIANISMO
NEOLUTERANISMO
NEOPLATONISMO
NEOPROTESTANTISMO
NEOTOMISMO
NESTORIANISMO
NOMINALISMO
PATRIPASSIONALISMO
PELAGIANISMO
PENTECOSTALISMO
PIETISMO
PLATONISMO
PRESBITERIANISMO
PROTESTANTISMO
PURITANISMO
ROMANISMO
SABELIANISMO
SEMIPELAGIANISMO
SINCRETISMO
SINERGISMO
SOCINIANISMO
SUPERNATURALISMO
TRADICIONALISMO
TOMISMO
TRADUCIANISMO
UNITARIANISMO
UTILITARISMO
11146619_839975469419243_1341287486083443655_nValdemir, Valdirene, Jacó, Lourdes e Valdemária
AUTOR: O TEÓLOGO é licenciado em Ciências Biológicas e História pela Universidade Metropolitana de Santos, possui curso superior em Gestão de Empresas pela UNIMONTE de Santos, é Bacharel em Teologia pela Faculdade das Assembleias de Deus de Santos, e tem formação Técnica em Polícia Judiciária pela USP. Nasceu em Itabaiana/SE, em 1969. Na década de 1990 fundou o Centro de Evangelismo Universal, foi radialista alguns anos em Santos na Radio Universal de Santos, uma das primeiras emissoras do Brasil com o programa Esperança aos povos
.
Dados Internacionais da Catalogação na Publicação (CIP)
M543 De Cristo, Escriba, 1969
Dicionário de Dogmas, Cubatão/SP,
Amazon.com Clubedesautores.com.br, 2015
164 p. ; 21 cm
ISBN-13: 978-1519165466
1. Bíblia 2. Teologia3. Heresias
4. Igreja5. Cristianismo 6. História eclesiástica
I - Titulo
CDD 260
CDU 23
INTRODUÇÃO
A dogmatologia é o estudo e a classificação dos dogmas cristãos e os movimentos religiosos teológicos que surgiram no transcorrer da história do cristianismo. Os dogmas são crenças ou doutrinas sistematicamente organizada e/ou definida. Relacionaremos abaixo, os principais dogmas e movimentos da história do cristianismo.
ADOPCIONISMO
Dogma que afirma que Jesus não é Filho de Deus legítimo, mas que só veio a se tornar Filho quando foi adotado
na ocasião do batismo ou como dizem outros, por ocasião da ressurreição, esse dogma aborda a pessoa de Jesus Cristo segundo o qual, Jesus não é divino e nem tem a natureza de Deus. Quando foi lançado o anátema contra Ário, este dogma foi também rejeitado.
AGOSTINIANISMO
O dogma Agostiniano sobre o livre arbítrio, a graça e a predestinação suscitaram aquecidas discussões desde a sua explanação por Agostinho. Quando alguns monges começaram a debater a ideia de Agostinho, ele mesmo teve que explicar-se em dois escritos o DE GRATIA ET ARBITRIO
e DE CORRUPTIONE ERT GRATIA
.
Como os semipelagianos interpretaram o dogma de Agostinho como FATALISTA, ele foi então atacado por estes. Mas a réplica veio em forma de dois escritos: DE PRAEDESTINATIONE SANCTORUM
e DE DONO PERSEVERANTIAE
. Enquanto na Gália o semipelagianismo crescia, os bispos de Roma não se interessavam em conflitos teológicos e por isso preferiam aceitar os dogmas de Agostinho.
Não resta dúvida que o dogma de Agostinho sobre a predestinação é absurdo, tanto é que na CONFISSÃO DE ORANGE (529 d.C.) os dogmas de Agostinho foram impostos. Um dos principais defensores do agostinianismo foi FULGÊNCIO DE RUSPE (533), ele era bispo no norte da África e foi autor da obra CONTRA FAUSTUM
.
Gravura de Fulgêncio.
Fulgêncio dizia:
Ninguém que fora escolhido na eternidade se perderia, e também, quem não tinha sido predestinado para a salvação não poderia ser salvo.
Como a graça e a predestinação estão relacionados entre si, o dogma agostiniano sobre a graça dizia que o homem é incapaz de dar o primeiro passo para receber a graça divina e, portanto, Deus não espera até que o homem deseje ser purificado do pecado; em lugar disso, opera mediante o Espírito para implantar este desejo dentro de nós.
Uma grave consequência do dogma agostiniano sobre a salvação é que se Deus predestina alguns para os céus, os outros só podiam ser predestinados para o inferno, e isto é conflitante com a imparcialidade do amor e da justiça de Deus:
Deus amou o mundo
. (João 3.16)
Mas a ideia da CEIA DO SENHOR como sendo símbolo do corpo e do sangue foi um dogma correto defendido por Agostinho. Pois ele dizia que não havia transubstanciação do pão em carne, nem do vinho em sangue.
O agostinianismo tinha um ponto de vista importante na questão da INSPIRAÇÃO DAS ESCRITURAS SAGRADAS, pois segundo este dogma os escritores sagrados recebiam no seu interior a iluminação divina, independente dos sentidos físicos, eles não raciocinavam Deus, mas recebiam espiritualmente sua compreensão, é a chamada fé inspirada (FIDELIS INSPIRATA).
Os franciscanos (Ordem Religiosa Católica) seguiram o dogma agostiniano quanto a Ceia do Senhor em oposição ao dogma oficial do catolicismo que afirmava que os sacramentos agem (ex opere operato). Um franciscano que adotou o dogma agostiniano e importante defensor do símbolo e não da transubstanciação na ceia foi DUNS SCOTUS.
Vários dogmas iriam surgir na história e muitos deles seriam baseados no dogma agostiniano, porque Agostinho foi um dos mais fecundos escritores cristãos. O dogma agostiniano também influenciaria profundamente a vida de Lutero pois em 2 de julho de 1505 ele tornou-se monge agostiniano onde por essa ordem religiosa recebeu o sacerdócio católico romano.
No dogma agostiniano, Lutero apegou-se ao ensino sobre o pecado e a graça. A influência agostiniana também se faz presente na confissão Anglicana que seguiu estes princípios dogmáticos. Em tempos mais recentes novos conceitos teológicos surgiram oriundos do agostinianismo, em 1884 HENRI MARET, principal representante do ontologismo disse que há conhecimento intuitivo de Deus que é a base para o conhecimento da Verdade. De fato esta ideia agostiniana do conhecimento intuitivo é bíblica, mas também o conhecimento se adquire por revelação e pelo meio natural.
300px-Simone_Martini_003ANTINOMISMO
Antinomismo significa um sistema de doutrinas que nega ou combate a lei (do grego: anti [contra] e nomos [lei]). Os antinomistas procuram enfatizar a Nova Aliança e combatem ou menosprezam a Antiga Aliança (Antigo Testamento), um dos principais antinomistas foi JOÃO AGRÍCOLA que em 1537 em Witemberg de Eisleben pregou contra os sermões baseados na LEI, para ele só deveria se pregar o Evangelho da Nova Aliança.
Por causa disto, Lutero combateu João Agrícola e em 1539 escreveu um tratado contra os antinomistas chamado WIDER DIE ANTINOMER. Lutero argumentou dizendo: A lei é importante porque ela revela o pecado, e como o cristão ainda é pecador, este continua sujeito a operação da lei que se destina a matar a velha natureza.
JOÃO AGRÍCOLA
Os antinomistas nunca tiveram expressão ou voz forte, e não poderia ser diferente. Alguns núcleos luteranos como de Herrnhut adotaram essas ideias.
A lei não pode ser desprezada, pois ela serve para:
A –Manter a ordem pública.
B – Mostrar os homens o que é errado.
C – Definir as normas de conduta.
A lei e em especial a de Moisés não pode ser desprezada porque o Deus do Evangelho da Nova Aliança é o mesmo Deus da Antiga Aliança, contudo, é preciso diferenciar a lei moral da lei cerimonial e a igreja de Israel e assim interpretamos corretamente as Escrituras.
ARIANISMO
Este dogma trouxe muita controvérsia, e seu principal protagonista foi o presbítero de Alexandria, Ario. Ele foi discípulo de Luciano de Antioquia e este tinha sido discípulo de Paulo de Samósata. Por volta de 310 Ario defendia que o Filho foi criado por Deus e, portanto, fazia parte da criação e não existia no eterno passado.
No ano 320 o presbítero-supervisor
