"Para Nutrir a Valentia de Existir"
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Sobre este e-book
Em cada página, o sentimento amoroso e as incertezas que as suas escolhas evocam se entrelaçam, criando uma jornada literária que nutre o entendimento sobre a própria existência. As palavras do autor são como um guia, conduzindo os leitores por caminhos de reflexão e apreciação pela vida.
Com harmonia e delicadeza, Cristian Ribeiro explora a pureza de viver, amar e a coragem de agir, criando versos que tocam a alma e envolvem o coração. Prepare-se para se encantar com a beleza poética dessa obra, que convida o leitor a contemplar o mundo através dos olhos do autor e descobrir um novo significado na jornada da vida.
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"Para Nutrir a Valentia de Existir" - Cristian Ribeiro
Dedicatória
Para Ednólia Dias e Moura Martins
Por tudo,
Por tanto,
Das lutas corretas,
Por uma vida sincera.
Pela companhia de décadas,
Pela memória,
Pelo regaço.
Genética e descompasso
Por todos os lados,
Nossos laços.
Saudação
Bem
Seja vindo
Quem vier
Por bem
Sorrindo.
E Vice-Versa
O que resta
É que te amo tanto
E vice-versa.
Seja honesta,
Apraz a mim torturando,
Perversa?
Você me testa
Enquanto sigo amando
Sem pressa.
Sem pressa,
Enquanto sigo amando,
Você me testa.
Perversa,
Apraz a mim torturando?
Seja honesta!
Vice-versa
É que te amo tanto,
Eis tudo o que resta.
Assim Você Não Voa
Moça, não carregues
O que está para ti além,
Meça bem
Os deveres que advêm.
Para o bem
De todo mal livre,
Amém.
Sejas leve,
Espere
Para que nada em ti pese.
Fuja do que pesa
E destoa.
Carregando coisas demais,
Moça não voa.
Todas as Jornadas Necessárias
Todas as jornadas necessárias
Irei,
Por trilhas desejadas
Que levam a ti,
Resoluto, caminharei.
E se teus pés comigo não estejam,
Outros versos,
Contos paralelos,
Conjugação do nosso verbo,
Tudo transmutarei.
Incontáveis estradas
Saberão dos passos meus,
Saberão do destino,
Desesperar-me
Nos caminhos sem tino,
Sem tua presença, escuros como breu.
E essa vontade
Mutante
Que me move no dia a dia,
Encarna nas veias
O rogo de ser tua jornada,
Tua via,
Para que me reconheças
Tua guarida.
Nossa Derrota
Carregamos nossas histórias,
Glórias,
Cicatrizadas memórias.
Aqui, pequeninas vitórias,
Acolá, desastradas reminiscências,
Existência probatória.
Quisera atitude,
Força conciliatória,
Almejando uma só trajetória,
Sem intrusos, só nossa.
Nos restou a inglória
Derrota
De não termos sido
Uma rota.
Solidão, Meu Abrigo
O que trazes, solidão,
Ao me tomar nessa aura amarga?
De tão desesperada,
Age desaforada,
Que me tens com tua pálida risada,
Com este corpo de quimera
Embriagada de insana pulsão.
Queres alimentar essa atmosfera
Gélida,
Refrescar minha taça
Singela,
Temperar tudo em parca sensação.
No sim, entrego-me.
Se tu vens,
Atiça-me.
Move o morno insociável,
Rompe no peito querela,
Abre sequelas
E inunda-me na secura,
Sou tua extensão.
Não pactuemos,
Briguemos praga farta,
Me agarra
E me funde no recôndito,
Esfrega comigo no piso da sala,
Contigo vou atracar.
Todos os cantos dessa casa
São quinhões de nada,
Silêncio que brada,
Secura
Em mim aconchega,
E os meus braços
Suam ao te abarcar.
Minha boca, outrora cantante
Na tua nudez,
Cala.
