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A graça e disciplina do Deus fiel - Revista do aluno
A graça e disciplina do Deus fiel - Revista do aluno
A graça e disciplina do Deus fiel - Revista do aluno
E-book34 páginas1 horaExpressão

A graça e disciplina do Deus fiel - Revista do aluno

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Sobre este e-book

Graça e disciplina do Deus fiel é o sexto volume de uma série sobre o Antigo Testamento, que examina as narrativas redentoras dos livros de Josué, Juízes e Rute. Este volume destaca como a fidelidade e a graça de Deus se manifestam na história de Israel, desde a conquista da Terra Prometida até os períodos de libertação e rebeldia.

No livro de Josué, você acompanhará a entrada triunfal de Israel na Terra Prometida sob a liderança de Josué. A conquista de Canaã não só demonstra a soberania de Deus, mas também a necessidade de obediência e fé do povo de Israel. A narrativa enfatiza como a fidelidade de Deus às suas promessas é um tema constante, mesmo quando o povo enfrenta batalhas e desafios para possuir a terra. O estudo desse livro revela a importância de confiar na orientação divina e como a desobediência pode trazer consequências sérias.

Prosseguindo para o livro de Juízes, você encontrará um período de ciclos repetidos de pecado, opressão, arrependimento e libertação. Por intermédio das histórias dos juízes levantados por Deus, como Gideão, Débora e Sansão, este volume ilustra a paciência e misericórdia de Deus em buscar e redimir seu povo, apesar de sua constante rebeldia. Os juízes são figuras que apontam para a necessidade de um libertador maior e perfeito, preparando o caminho para a vinda de Cristo.

Por fim, o livro de Rute oferece um vislumbre tocante da providência e da graça de Deus na vida de indivíduos comuns. A história de Rute e Boaz não só exemplifica a lealdade e a bondade, mas também prefigura a redenção definitiva que será realizada por meio de Jesus Cristo, o Redentor.

Este volume, Graça e disciplina do Deus fiel, convida você a refletir sobre a profundidade do amor de Deus e sua persistente busca em resgatar e restaurar seu povo, chamando-os à santidade e obediência. Ao estudar essas narrativas, sua fé será fortalecida e você será encorajado a viver de acordo com a Palavra de Deus, reconhecendo sua soberania e graça em todas as circunstâncias da vida.
IdiomaPortuguês
EditoraEditora Cultura Cristã
Data de lançamento5 de jul. de 2024
ISBN9786559893126
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    A graça e disciplina do Deus fiel - Revista do aluno - Alan Rennê Alexandrino Lima

    Revista do aluno. Expressão. Material de apoio para o funcionamento de pequenos grupos, classes de discipulado ou escola dominical. Graça e disciplina do Deus fiel. Histórias de libertação e rebeldia em Josué, Juízes e Rute. Currículo Cultura Cristã.

    O CURRÍCULO CULTURA CRISTÃ CONTINUA LIDERANDO E A REVISTA NOSSA FÉ INICIA NOVA FASE 2020–2026

    OBSERVE NESTA REVISTA AS DISTINÇÕES DO CURRÍCULO CULTURA CRISTÃ

    Fundamento – A Palavra de Deus, exclu-siva e inerrante regra de fé e de prática

    Orientação doutrinária – Símbolos de Fé de Westminster

    Objetivo principal – Glorificar a Deus e promover alegria nele

    Linha mestra dos estudos – A história da redenção

    Âmbito e referencial dos relacionamentos – A aliança ou pacto da graça

    Cristologia – Ênfase cristoicônica: como se vê Jesus nas histórias bíblicas e em toda a Escritura

    Extensão das aplicações – pessoal, familiar, eclesiástica, cultural

    Abrangência e atualidade do pensamento desenvolvido – cosmovisão cristã

    Missão – a evangelização de cada pessoa e discipulado de cada crente

    NOSSAS OPÇÕES PARA JOVENS E ADULTOS

    O material é o mesmo para essas faixas etárias, mas o plano de aula do professor fará a diferença.

    Sumário

    1. Vêm aí herança e descanso

    2. A conquista de Canaã

    3.

    A divisão da terra

    4.

    A manutenção da terra

    5.

    Uma jornada inacabada

    6.

    Deus insiste em nos amar

    7.

    Aparentemente insignificantes, poderosos em Deus

    8.

    Deus age por meio da pequena fé

    9.

    Arrependimento, grandes feitos e um voto terrível

    10.

    Da fraqueza tiraram força

    11.

    A jornada e o retorno para casa

    12.

    A graça em ação

    13.

    Para além de Boaz: Cristo, o nosso Resgatador

    1

    Vêm aí herança e descanso

    Sê forte e corajoso…

    Para ler e meditar durante a semana

    D – Js1.1-14 – Nova etapa, novo líder; S – Js 1.15-2.10 – A fama os precede; T – Js 2.11-24 – Uma aliança improvável; Q – Js 3.1-17 – De novo, de pés enxutos; Q – Js 4.1-14 – O Senhor salva; S – Js 4.15-24 – Testemunho que amedronta; S – Js 5.1-15 – Voltando às origens

    INTRODUÇÃO

    Na Bíblia Hebraica, Josué é tido como um dos profetas anteriores (ao exílio), enquanto na divisão cristã está entre os livros históricos. De fato, há nele profecia e há muita história. O personagem que dá nome ao livro não foi um simples líder militar que conduziu Israel em uma conquista épica, mas um profeta que levou consigo a mensagem: Deus (Iahweh) salva – significado do nome Josué.

    Falaremos muito sobre Josué, porém, são os feitos de Deus por meio de Josué que nos conduzem ao fim da história redentiva: Jesus. De fato, em hebraico, Josué e Jesus se escrevem da mesma forma, e Josué é um dos tipos de Cristo mais claros e óbvios do Antigo Testamento. Por isso, nossas lições contarão mais do que a história do livro, apontando para o seu significado na história da redenção. A jornada de Israel é a libertação do pecador do cativeiro do pecado e sua entrada no descanso.

    I. A CAMINHADA CONTINUA

    Moisés está morto. Aliás, toda a geração que saiu do Egito morreu, com exceção de Josué e Calebe. Está ali uma nação que perambulou 40 anos no deserto, aprendendo que nem só de pão viverá o homem, mas de tudo que procede da boca do Senhor (Dt 8.3). Há uma troca de liderança e os momentos serão tensos, de batalhas sangrentas e avanços no cumprimento da promessa de Deus quanto à posse daquelas terras.

    Josué está recebendo a Palavra de Deus. O fato é central para ele e para Israel. O Senhor continua sua obra. Na história da redenção, que é a história da aliança, há um aspecto de continuidade e sucessão; há um fator permanente e um fator transitório. Deus é permanente e sua obra prossegue rumo ao objetivo usando líderes transitórios: Adão, Noé, Abraão, Isaque, Jacó...

    Por isso, o livro inicia com a transição de Moisés para Josué. Deus dá a certeza de que agirá com Josué como havia agido com seu antecessor. Os obreiros mudam, mas a obra continua. O Senhor dá continuidade à sua aliança.

    II. INSTRUÇÕES PESSOAIS

    A primeira mensagem é para o próprio Josué: Sê forte e corajoso. Parece um conselho óbvio. Claro que é preciso coragem para enfrentar exércitos inimigos prontos para defenderem suas terras. O detalhe, porém, é que o Senhor ordena a Josué que seja forte e corajoso para teres o cuidado de fazer segundo toda a lei que meu servo Moisés te ordenou […] (Js 1.7). Os inimigos não serão nada diante do Deus que fechou o mar sobre Faraó e seus soldados, sustentou toda uma nação com o maná e lhe deu água em terras secas. Os povos daquelas terras não representavam perigo algum para um povo nas mãos do Senhor.

    O que Israel e Josué deviam ter aprendido é que não se duvida de Deus. Ele falou, confie; ele apontou, siga; ele ordenou, faça! O temor não deveria tomar o coração de Josué e de todo povo diante dos desafios por vir. Eles conheciam o resultado de não se confiar no Senhor – tinham vivido 38 anos a mais no deserto por causa disso. Então Deus confirmou sua aliança com Josué, dando continuidade ao que iniciara com Moisés. A infidelidade de Israel não desviou o Senhor de seu propósito redentivo: ele cumprirá cada uma de suas promessas.

    Aquele que vai adiante do povo deve ser irrepreensível. Liderar sob as ordens de Deus é ensinar ao povo que o único caminho aceitável é o da conformação à Palavra divina. Bem sabemos que nenhum ser humano pode, na presente realidade caída, ser perfeitamente fiel ao Senhor. Por isso, a exigência divina aponta para Cristo, o homem perfeito, que perfeitamente submeteu-se ao Senhor. Por isso ele desafiou seus oponentes, perguntando, Quem dentre vós me convence de pecado? (Jo 8.46), ciente de sua perfeita obediência: "[...] não procuro a minha própria vontade, e sim a daquele que me enviou (Jo 5.30).

    III. FADIGA E DESCANSO

    Após receber a confirmação da aliança e de que Deus seria com ele, Josué dá ordens ao povo para que se prepare para passar o Jordão. A canseira do Egito e dos 40 anos no deserto estavam prestes a terminar, mas o povo teria de ouvir e seguir a Palavra de Deus.

    A partir de 1.10 começam os preparativos. As instruções foram dadas. Os objetivos foram traçados. O povo, então, confirma seu compromisso com Josué, dedicando-lhe a mesma obediência que tinha sido dedicada a Moisés (1.17). Desobedecer a Josué seria desobedecer a Deus. O reconhecimento era o de que o Senhor estava com Josué, punindo com a morte os desobedientes (1.18).

    O passo seguinte na preparação para a travessia foi o reconhecimento do terreno. Como feito anteriormente com Moisés, Josué enviou espiões para além do Jordão.

    As notícias de que Israel estava para invadir aquelas terras já chegara a Jericó, e os espiões corriam risco. Eles se esconderam na casa da prostituta Raabe (2.2), o que chegou aos ouvidos do rei de Jericó (2.3). Raabe escondeu os israelitas e mentiu aos guardas do rei (2.4). Uma improvável aliança se estabeleceu entre ela e os espiões (2.12-21).

    O que causou medo no rei e no povo de Jericó produziu fé em Raabe. Sua disposição para arriscar sua vida demonstra que ela creu no testemunho do que o Senhor fizera por Israel. A mensagem da aliança de um Deus que liberta, restaura e sustenta seu povo trouxe fé a uma prostituta, o que contrasta com a incredulidade de Israel, que testemunhou milagres e livramentos por dois anos desde a saída do Egito até ao envio dos primeiros doze espiões (Nm 13).

    A improbabilidade da aliança com Raabe é apenas aparente. Ela não é diferente de nós, ou de Israel. O Senhor fez aliança com um povo cheio de incredulidade, medos e pecados, assim como Raabe. A promessa do Senhor é de restauração, de santificação, não de seleção dos melhores. É esse fator que faz com que se confie na graça e sustento divinos, em vez das próprias condições, como erroneamente pensou o

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