Sobre este e-book
J. I. Packer
J. I. Packer (1926–2020) served as the Board of Governors’ Professor of Theology at Regent College. He authored numerous books, including the classic bestseller Knowing God. Packer also served as general editor for the English Standard Version Bible and as theological editor for the ESV Study Bible.
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Teologia concisa - J. I. Packer
Teologia Concisa de J. I. Packer © 1999, Editora Cultura Cristã. Todos os direitos são reservados.
1ª edição 1999
2ª edição 2004
3ª edição 2014
1ª reimpressão 2021
P119t
Packer, J. I.
Teologia Concisa / J. I. Packer; traduzido por
Rubens Castilho. _ São Paulo: Cultura Cristã, 2014
Tradução de Concise Theology
Recurso eletrônico (ePub)
ISBN 978-65-991459-9-5
1. Teologia Cristã 2. Modos de revelação de Deus
I. Título
CDD 21 ed. – 230.044
A posição doutrinária da Igreja Presbiteriana do Brasil é expressa em seus símbolos de fé
, que apresentam o modo Reformado e Presbiteriano de compreender a Escritura. São esses símbolos a Confissão de Fé de Westminster e seus catecismos, o Maior e o Breve. Como Editora oficial de uma denominação confessional, cuidamos para que as obras publicadas espelhem sempre essa posição. Existe a possibilidade, porém, de autores, às vezes, mencionarem ou mesmo defenderem aspectos que refletem a sua própria opinião, sem que o fato de sua publicação por esta Editora represente endosso integral, pela denominação e pela Editora, de todos os pontos de vista apresentados. A posição da denominação sobre pontos específicos porventura em debate poderá ser encontrada nos mencionados símbolos de fé.
EDITORA CULTURA CRISTÃ
Rua Miguel Teles Júnior, 394 – CEP 01540-040 – São Paulo – SP
Fones 0800-0141963 / (11) 3207-7099
www.editoraculturacrista.com.br – cep@cep.org.br
Superintendente: Clodoaldo Waldemar Furlan
Editor: Cláudio Antônio Batista Marra
ÍNDICE
Capa
Folha de rosto
Créditos
Prefácio
Parte Um. Deus revelado como criador
Revelação - A Escritura é a Palavra de Deus
Interpretação - Os cristãos podem entender a Palavra de Deus
Revelação Geral - A realidade de Deus é conhecida por todos
Culpa - O efeito da revelação geral
Testemunho Interno - A Escritura é autenticada pelo Espírito Santo
Autoridade - Deus governa seu povo por meio da Escritura
Conhecimento - O verdadeiro conhecimento de Deus vem por meio da fé
Criação - Deus é o Criador
Autorrevelação - Este é o meu nome
Autoexistência - Deus sempre existiu
Transcendência - A natureza espiritual de Deus
Onisciência - Deus vê e conhece
Soberania - Deus reina
Onipotência - Deus é onipresente e onipotente
Predestinação - Deus tem seu propósito
Trindade - Deus é Um em Três
Santidade - Deus é luz
Bondade - Deus é amor
Sabedoria - A vontade dupla de Deus é uma só
Mistério - Deus é infinitamente grande
Providência - Deus governa este mundo
Milagres - Deus mostra sua presença e poder
Glória - A glória revelada de Deus requer a glória tributada a Deus
Idolatria - Deus exige lealdade total
Anjos - Deus emprega agentes sobrenaturais
Demônios - Deus tem oponentes sobrenaturais
Satanás - Os anjos caídos têm um líder
Humanidade - Deus fez os seres humanos à sua imagem
Raça Humana - Os seres humanos são corpo e alma, em dois gêneros
Parte Dois. Deus revelado como redentor
A Queda - O primeiro casal humano pecou
Pecado Original - A depravação infecta todas as pessoas
Incapacidade - Os seres humanos caídos são tanto livres quanto escravos
Aliança - Deus insere os pecadores em uma aliança de graça
Lei - Deus legisla e exige obediência
Lei em Ação - A lei moral de Deus tem três propósitos
Consciência - Deus ensina e limpa o coração
Adoração - Deus dá um padrão litúrgico
Profetas - Deus enviou mensageiros para declarar sua vontade
Encarnação - Deus enviou seu Filho para nos salvar
Duas Naturezas - Jesus Cristo é plenamente humano
Nascimento Virginal - Jesus Cristo nasceu por um milagre
Mestre - Jesus Cristo proclamou o reino e a família de Deus
Impecabilidade - Jesus Cristo foi inteiramente isento de pecado
Obediência - Jesus Cristo cumpriu a vontade redentiva de seu Pai
Vocação - A missão de Jesus Cristo foi revelada em seu batismo
Transfiguração - Como a glória de Jesus Cristo foi revelada
Ressurreição - Jesus Cristo foi levantado dos mortos
Ascensão - Jesus Cristo foi elevado ao céu
Sessão - Jesus reina no céu
Mediação - Jesus Cristo é o Mediador entre Deus e o homem
Sacrifício - Jesus Cristo fez a expiação pelo pecado
Redenção Definida - Jesus Cristo morreu pelos eleitos de Deus
Parte Três. Deus revelado como senhor da graça
Parácleto - O Espírito Santo ministra aos crentes
Salvação - Jesus resgata seu povo do pecado
Eleição - Deus escolhe os que são seus
Vocação Eficaz - Deus conduz a si o seu povo
Iluminação - O Espírito Santo concede entendimento espiritual
Regeneração - O cristão é nascido de novo
Obras - As boas obras são uma expressão de fé
Arrependimento - O cristão muda radicalmente
Justificação - A salvação é pela graça por meio da fé
Adoção - Deus transforma seu povo em seus filhos
Santificação - O cristão cresce em fé
Liberdade - A salvação traz liberdade
Legalismo - Trabalhar para obter as bênçãos de Deus
Antinomismo - Nós não somos imunes ao pecado
Amor - O amor é básico no comportamento cristão
Esperança - A esperança é básica no esquema cristão
Iniciativa - O cristão vive para agradar a Deus
Oração - Os cristãos exercitam a comunhão com Deus
Juramentos e Votos - Os cristãos devem ser fiéis
O Reino de Deus - Os cristãos devem manifestar a vida do reino
Apóstolos - Os representantes de Jesus exerceram sua autoridade
Igreja - Deus insere seu povo em uma nova comunidade
Palavra e Sacramento - Como uma Igreja genuína é identificada
Presbíteros - Os pastores devem cuidar da igreja
Sacramentos - Cristo instituiu dois selos da aliança de Deus
Batismo - Esse rito simboliza união com Cristo
Ceia do Senhor - Esse rito simboliza comunhão com Cristo
Disciplina - A Igreja deve manter os padrões cristãos
Missão - Cristo envia a Igreja ao mundo
Dons Espirituais - O Espírito Santo equipa a Igreja
Casamento - O matrimônio deve ser uma relação pactual permanente
A Família - O lar cristão é uma unidade espiritual
O Mundo - Os cristãos estão na sociedade para servi-la e transformá-la
O Estado - Os cristãos devem respeitar o governo civil
Parte Quatro. Deus revelado como Senhor do destino
Perseverança - Deus mantém seu povo em segurança
Pecado Imperdoável - Somente a impenitência é imperdoável
Mortalidade - Os cristãos não precisam temer a morte
Segunda Vinda - Jesus Cristo retornará à terra em glória
Ressurreição Geral - Os mortos em Cristo ressuscitarão em glória
Tribunal do Juízo - Deus julgará toda a humanidade
Inferno - Os ímpios serão banidos para a miséria sem fim
Céu - Deus receberá seu povo em alegria permanente
PREFÁCIO
ESTE LIVRO EXPÕE EM BREVES COMPASSOS o que me parece ser a essência permanente do Cristianismo, visto tanto como um sistema de crenças quanto uma forma de vida. Outros têm ideias distintas de como deve ser o perfil do Cristianismo, porém esta é a minha. É reformada e evangélica e, como tal, segundo creio, a corrente fundamental histórica e clássica.
Estas porções resumidas, que foram inicialmente planejadas para um estudo bíblico e surgem agora revisadas, têm um molde intencionalmente escriturístico e, como outros escritos meus, são temperadas com textos para consulta. Sustento que assim deve ser, porquanto é básico para o Cristianismo o ensino bíblico como instrução do próprio Deus, emanando, como afirma Calvino, dos lábios santos do Altíssimo e chegando a nós por mediação humana. Se a Escritura é, na verdade, o próprio Deus pregando e ensinando, como o grande corpo da Igreja sempre afirmou, segue-se então que a primeira marca da boa teologia é procurar ecoar a Palavra divina tão fielmente quanto possível.
A teologia é, primeiramente, a atividade de pensar e falar a respeito de Deus (teologização), e, em segundo lugar, o produto dessa atividade (a teologia de Lutero, ou Wesley, ou Finney, ou Wimber, ou Packer, ou quem quer que seja). Como atividade, a teologia é como um prisma que decompõe a luz em distintas disciplinas, embora inter-relacionadas: elucidação de textos (exegese), síntese do que eles dizem sobre as coisas com as quais tratam (teologia bíblica), visão da fé expressa no passado (teologia histórica), sua formulação para a atualidade (teologia sistemática), busca de suas implicações para a conduta (ética), recomendação e defesa de sua verdade e sabedoria (apologética), definição da tarefa cristã no mundo (missões), absorção de recursos para a vida em Cristo (espiritualidade), adoração em grupo (liturgia) e ministério perquiridor (teologia prática). Os capítulos seguintes, em forma de esboço, exploram todas essas áreas.
Recordando que o Senhor Jesus Cristo chamou aqueles que designou como ovelhas apascentadas, em vez de girafas, objetivei manter as coisas tão simples quanto possível. Alguém disse em certa ocasião ao arcebispo William Temple que ele havia tornado muito simples um assunto complexo. Ele sentiu enorme satisfação e disse prontamente: Senhor que me fizeste simples, faze-me ainda mais simples
. Meus sentimentos acompanham os de Temple, e tentei manter minha cabeça ao mesmo nível da dele.
Como digo frequentemente a meus alunos, a teologia é doxologia e devoção – isto é, louvor a Deus e prática da piedade. Ela deve, pois, ser apresentada de forma que desperte a consciência da presença divina. A teologia alcança o auge da salubridade quando está conscientemente sob o olhar de Deus, sobre quem ela fala, e quando está cantando à sua glória. Tenho também procurado ter isso em mente.
Esses breves estudos de grandes assuntos se parecem, agora que já os escrevi, com os rápidos passeios turísticos da Inglaterra, que companhias de ônibus operam para os visitantes americanos (quinze minutos em Stonehenge, duas horas em Oxford, teatro e pernoite em Stratford, uma hora e meia em York, uma tarde em Lake District — ufa!). Cada capítulo é uma nota esboçada. Não obstante, espero que meu material comprimido, como é, possa expandir-se na mente dos leitores para elevar seu coração até Deus, do mesmo modo que uma forma diferente de ar aquecido leva os balões e seus passageiros às alturas. Veremos.
Minhas frequentes citações da Confissão de Westminster podem levantar algumas sobrancelhas, uma vez que sou anglicano e não presbiteriano. Entretanto, como a Confissão pretendeu ampliar os Trinta e Nove Artigos, e a maior parte de seus autores era do clero anglicano, e como ela é uma espécie de obra-prima, o fruto mais maduro da elaboração do credo Reformado
, como B. B. Warfield a chamou, sinto-me autorizado a reputá-la como parte de minha herança anglicana reformada, usando-a como principal recurso.
Reconheço, agradecido, a mão oculta de meu muito admirado amigo R. C. Sproul, de quem me veio a ideia-embrião de vários desses esboços. Embora nossos estilos difiram, pensamos de maneira muito semelhante, e temos cooperado com sucesso em numerosos projetos. Sei que somos algumas vezes chamados de Máfia Reformada, mas palavras duras não quebram ossos, e vamos prosseguindo.
Agradecimentos são devidos também a Wendell Hawley, e a LaVonne Neff, meus editores, pela assistência e paciência demonstradas de muitas maneiras. Trabalhar com eles tem sido um privilégio e um prazer.
J. I. PACKER
PARTE UM
DEUS REVELADO COMO CRIADOR
REVELAÇÃO
A ESCRITURA É A PALAVRA DE DEUS
As tábuas eram obra de Deus;
também a escritura era a mesma escritura de Deus,
esculpida nas tábuas.
ÊXODO 32.16
O Cristianismo é a verdadeira adoração e o serviço do verdadeiro Deus, Criador e Redentor da humanidade. É uma religião firmada na revelação: ninguém conheceria a verdade sobre Deus nem seria capaz de se relacionar com ele de um modo pessoal se ele não tivesse agido primeiro para se fazer conhecido. Mas Deus agiu dessa maneira, e os sessenta e seis livros da Bíblia, trinta e nove escritos antes da vinda de Cristo e vinte e sete depois, compreendem o registro, interpretação, expressão e incorporação de sua autorrevelação. Deus e a religiosidade são os temas unificados da Bíblia.
De um ponto de vista, as Escrituras (Escrituras significa escritos
) são o testemunho fiel dos piedosos sobre o Deus a quem amavam e serviam. De outro ponto de vista, por meio de um exercício singular da divina supremacia em sua composição, são o próprio testemunho e ensino de Deus em forma humana. A Igreja chama esses escritos de Palavra de Deus, porque sua autoria e conteúdo são divinos.
A garantia decisiva de que a Escritura, ou Bíblia, deriva de Deus e consiste inteiramente de sua sabedoria e verdade vem de Jesus Cristo e seus apóstolos, que ensinaram em seu nome. Jesus, Deus encarnado, viu sua Bíblia (nosso Antigo Testamento) como instrução escrita de seu Pai celestial, à qual ele, não menos que outrem, devia obedecer (Mt 4.4,7,10; 5.19,20; 19.4-6; 26.31,52-54; Lc 4.16-21; 16.17; 18.31-33; 22.37; 24.25-27,45-47; Jo 10.35), e a qual ele tinha vindo cumprir (Mt 5.17,18; 26.24; Jo 5.46). Paulo descreve o Antigo Testamento como inteiramente impregnado pelo sopro de Deus
, isto é, um produto do Espírito (sopro
) de Deus, tanto quanto o é o cosmos (Sl 33.6; Gn 1.2), e escrito para ensinar o Cristianismo (2Tm 3.15-17; Rm 15.4; 1Co 10.11). Pedro afirma a origem divina do ensino bíblico em 2Pedro 1.21 e 1Pedro 1.10-12, e assim também faz o escritor de Hebreus por sua forma de citação (Hb 1.5-13; 3.7; 4.3; 10.5-7,15-17; cf. At 4.25; 28.25-27).
Uma vez que o ensino dos apóstolos sobre Cristo é, em si, a verdade revelada nas palavras transmitidas por Deus (1Co 2.12,13), a Igreja corretamente considera os escritos autênticos dos apóstolos como complemento das Escrituras. Pedro se refere às cartas de Paulo como Escritura (2Pe 3.15,16), e Paulo, aparentemente, recorre à Escritura do Evangelho de Lucas em 1Timóteo 5.18, onde menciona as palavras de Lucas 10.7.
A ideia de escritos orientadores dados pelo próprio Deus como base para a vida piedosa remonta ao ato divino de escrever o Decálogo sobre tábuas de pedra e, em seguida, induzir Moisés a escrever suas leis e a história de suas relações com seu povo (Êx 32.15,16; 34.1,27-28; Nm 33.2; Dt 31.9). Meditar e viver com base nesse material foi sempre fundamental para a verdadeira devoção em Israel, tanto para os líderes como para a comunidade (Js 1.7-8; 2Rs 17.13; 22.8-13; 1Cr 22.12-13; Ne 8; Sl 119). O princípio de que todos devem ser governados pelas Escrituras, isto é, pelo Antigo e Novo Testamentos juntos, é igualmente básico para o Cristianismo.
O que as Escrituras dizem, Deus diz. Por isso, de modo comparável somente ao profundo mistério da encarnação, a Bíblia tanto é plenamente humana como plenamente divina. Assim, todos os seus múltiplos conteúdos – histórias, profecias, poesias, canções, escritos de sabedoria, sermões, estatísticas, cartas, e o que mais houver – devem ser recebidos como vindos de Deus, e tudo o que os escritores da Bíblia ensinam deve ser reverenciado como instrução autorizada de Deus. Os cristãos devem ser gratos a Deus pelo dom de sua Palavra escrita, e devem ser cuidadosos em basear sua fé e vida inteira e exclusivamente nela. Caso contrário, não poderemos jamais honrá-lo ou agradá-lo, como ele nos ordena.
INTERPRETAÇÃO
OS CRISTÃOS PODEM ENTENDER
A PALAVRA DE DEUS
Dá-me entendimento, e guardarei a tua lei;
de todo o coração a cumprirei.
SALMO 119.34
Todos os cristãos têm o direito e o dever não somente de aprender por meio da herança de fé da Igreja, mas também de interpretar a Escritura por si mesmos. A Igreja de Roma duvida disso, alegando que os indivíduos facilmente interpretam mal as Escrituras. Isso é verdade, porém as regras que se seguem, fielmente observadas, ajudarão a evitar que isso aconteça.
Todo livro da Bíblia é uma composição humana e, embora deva sempre ser acatado como Palavra de Deus, sua interpretação deve começar a partir do caráter humano. Portanto, a alegorização, que desrespeita o sentido expresso do escritor humano, jamais é apropriada.
Cada livro foi escrito não em linguagem cifrada e, sim, de forma que possa ser compreendido pelo leitor a quem se destina. Isso é verdade mesmo nos livros que empregam simbolismo: Daniel, Zacarias e Apocalipse. O ponto central da mensagem é sempre claro, ainda que os detalhes sejam um tanto obscuros. Assim, quando compreendemos as palavras empregadas, o fundo histórico e a formação cultural do escritor e de seus leitores, estamos aptos a apreender as ideias transmitidas. A compreensão espiritual, isto é, o discernimento da realidade de Deus, seus caminhos para a humanidade, sua vontade presente e nosso próprio relacionamento com ele agora e para o futuro, não nos alcançarão, contudo, pelo texto, até que o véu seja removido de nosso coração e sejamos capazes de compartilhar o próprio sentimento do escritor em conhecer, agradar e honrar a Deus (2Co 3.16; 1Co 2.14). Impõe-se aqui a necessidade de oração, para que o Espírito Santo possa gerar em nós esse sentimento e nos mostrar Deus no texto (ver Sl 119.18, 19, 26, 27, 33, 34, 73, 125, 144, 169; Ef 1.17-19; 3.16-19.)
Cada livro teve seu lugar na progressão da revelação da graça de Deus, iniciada no Éden e atingindo seu clímax em Jesus Cristo, no Pentecostes e no Novo Testamento apostólico. Esse lugar deve estar na mente do leitor quando estudar o texto. Os Salmos, por exemplo, moldam o coração piedoso em cada época, mas expressam suas preces e louvores
