Passado Presente
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Sobre este e-book
Wellington Vinícius Fochetto Junior
WELLINGTON VINÍCIUS FOCHETTO JUNIOR - Nasceu em janeiro de 1977, em Mogi das Cruzes, São Paulo. Bacharel em Publicidade e Propaganda (Universidade Braz Cubas, 2001). Licenciado em Letras – Português (Centro Universitário Claretiano, 2007) e Especialista em Saberes e Práticas em Língua Portuguesa (AVM Faculdade Integrada, 2014). Leciona Língua Portuguesa no Ensino Fundamental II, na Rede Municipal em Poá, SP, onde reside desde que nasceu. Participa da Coletânea Alma de Poeta (São Paulo: Beco dos Poetas e Escritores, 2015). É, ainda, o autor dos livros 'Concresia' (Poesia concreta e visual em quatro volumes), 'Uni-Verso' (livro-objeto, poesia), 'Lugar Incomum: Acrônicas' (crônicas), 'Nº 1643' (romance experimental) (Lisboa: Chiado, 2016), 'Naked Crunch – Almoço Cru' (poesia), 'Stardust On The Edge Of The World' (poesia) (São Paulo: RG, 2016), 'Book do Bréki-Bróko'/'Blanc Bloc Book' (livro-objeto em dois volumes, poesia), 'Livro para descolorir' (poesia), '(Des)pontos' (poesia), da HQ Poético-filosófica 'A-Maze-In' e do fanzine 'Poelivre' (poesia)
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Passado Presente - Wellington Vinícius Fochetto Junior
O Império dos Retidos
Deram àquelas Almas
Trancadas há décadas nas Salas Empoeiradas do Antigo Prédio Escolar
Que aguardavam por aprender algo de útil, válido, real
Enquanto mofavam sob um teto muito velho e quatro paredes igualmente pretéritas
E seus corações indagavam acerca do porquê dos silentes caminhos da Esperança
A chance de deixarem o ambiente imemorial.
Deram àquelas Almas
O direito de sentir a luz solar sobre seus corpos.
Mas o Agora é Outro Tempo.
As Ruínas progrediram para o Status de Edificações Sociais:
o válido dera lugar ao lívido –
e o mundo avança, ora apressadamente, ora com certa timidez,
para um ponto anterior à sua Criação.
Novembro 2018
Só de passagem...
[...] O homem torna-se livre quando encontra seu próprio lugar. A fraternidade humana consiste na ajuda dada ao outro para que possa encontrá-lo.
Basarab Nicolescu
O Astro Rei está nu. E nos faz ver. E nos aquece. E faz dia.
O Mesmo não é mais o mesmo. (O mundo vagando a esmo, quiçá fora de sua órbita).
Tudo terminará sem igual. Uma oração antiga e sem ponto final.
Os anseios são os mesmos de anteontem; sentimos os mesmos medos, nutrimos as mesmas dúvidas, guardamos os mesmos segredos que os Sumérios – e as civilizações anteriores a eles, com todos seus mistérios...
A crônica é a mesma de décadas atrás.
A Teoria da Realidade veio para peitar toda Absolutice. Procurar conhecê-la não deveria ser nenhuma chatice.
Também a Miséria é (des)feita de Matéria. Pilhéria?
Sem graça: fica ou vai? Para ou passa? Pari passu? Ai!
O próximo Passo (Etapa etc., se assim o desejar definir) é a Esquizogênese
(pedimos licença à Biologia por ressemantizar o termo). Uns a tomarão por O Nascimento da Loucura
(Foucault, queira me perdoar pelo impensado plágio, sim? Nietzsche, a Tragédia nada tem a ver com isso; tampouco a Moral). Talvez o menos inexato seria atribuir-lhe um significado de A Origem do Caos
. O momento exato em que o todo se parte em inúmeros pedaços e passa a ocupar mais espaços. Um Buraco Negro talvez pudesse remeter a isso. Com seu assim chamado horizonte de eventos
.
Tem início um novo fim (per se).
Dezembro 2018
Bilhetinho
Esqueceu a chave? Ficou de fora!
Um abraço e vamo embora!
Dezembro 2018
Nada de mais...
Só depois que a tecnologia inventou o telefone, o telégrafo, a televisão, a internet, foi que se descobriu que o problema de comunicação mais sério era o de perto.
Millôr Fernandes (1923-2012)
Ele retirou-se à floresta – seu lugar de descanso e até de reflexão.
O rapaz conversava sozinho –
Mas estaria mesmo sozinho nessa investida de tempo e introspecção verbalizada?
(Temos nossas dúvidas...) (Atentai à dupla possibilidade de leitura do período simples anterior)
Logo, logo, outros espíritos (atentai à sinonímia com a concepção de inteligências
) passaram a fazer companhia a ele, amontoando-se.
Tal remete à Lição do Uirapuru
.
A Floresta,
