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Apenas um Duque Ousaria: Malandros Conquistadores, #2
Apenas um Duque Ousaria: Malandros Conquistadores, #2
Apenas um Duque Ousaria: Malandros Conquistadores, #2
E-book186 páginas2 horasMalandros Conquistadores

Apenas um Duque Ousaria: Malandros Conquistadores, #2

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Sobre este e-book

Um duque relutante. A filha de um vigário. Um amor proibido.

Apenas um duque ousaria Casamento - uma obrigação desagradável.

Um adendo problemático feito pelo seu pai exige que Victor, Duque de Sutcliffe, se case antes de seu vigésimo sétimo aniversário ou perca sua fortuna. 

Após uma ausência de três anos, ele volta para casa, com a intenção de encontrar a donzela mais dócil e esquecível em Essex. Uma mulher que não fará exigências e não se importará de ser deixada para trás quando ele retornar a Londres. Exceto, Victor encontra Theodosia Brentwood novamente e se vê impotente de resistir a ela - mesmo que ela seja prometida a outro e o exato oposto do que ele achava que queria em uma duquesa. 

Casamento - uma escolha impossível 

Secretamente apaixonada por Victor há anos, Theodosia fica muito feliz quando ele retorna. Até que ela descobre que ele deve se casar dentro de meras semanas. 

Quando, inesperadamente, ele a pede em casamento, ela deve tomar uma decisão impossível. Como a Thea pode fugir com ele quando ele está se casando por necessidade e não por amor? Além disso, se ela se casar com Victor, seu noivo - um homem que ela detesta - revelará um segredo escandaloso. Um segredo que mandará seu pai para a prisão e deixará sua irmã e mãe desabrigadas. Este doce romance histórico entre dois amigos de infância se passa no período regencial e é escrito por uma Autora Bestseller dos EUA, fará você sorrir, rir e suspirar de alegria. A história de amor entre Victor e Theodosia irá levá-la para um outro tempo e outro lugar onde se um casal se atreve a viver um amor proibido. 

Se você gosta de ler histórias de amor sobre amigos que viram um casal, duques, casamentos arranjados, ou diferença de classe com uma pitada de mistério, uma pitada de humor, e vários momentos emocionantes, então você vai adorar a série MALANDROS CONQUISTADORES de Collette Cameron. Compre APENAS UM DUQUE OUSARIA, se acomode em seu canto de leitura favoritos e se prepare  para uma virar uma página depois da outra com essa aventura que você não vai conseguir parar de ler. 

Embora este livro possa ser facilmente lido sozinho, a maioria dos leitores prefere ler a série em ordem.

IdiomaPortuguês
EditoraBadPress
Data de lançamento9 de dez. de 2021
ISBN9781667421162
Apenas um Duque Ousaria: Malandros Conquistadores, #2
Autor

Collette Cameron

L'autrice pluripremiata e best seller per USA Today COLLETTE CAMERON® scarabocchia storie storiche scozzesi e regency con focosi furfanti e mascalzoni e le intrepide damigelle che li fanno ravvedere. Benedetta da una musa iperattiva e spiritosa che non smetterà di sussurrarle all'orecchio nuovi intrecci romantici, ha vissuto in Oregon per tutta la sua vita, anche se sogna di vivere in Scozia part-time. Dichiaratamente dipendente dalla cioccolata Cadbury, troverai sempre un pizzico di ispirazione e un pizzico di umorismo nei suoi sweet-to-spicy timeless romances® 

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    Apenas um Duque Ousaria - Collette Cameron

    SOMENTE UM DUQUE OUSARIA

    Malandros Conquistadores Livro 2

    Por

    COLLETTE CAMERON

    Um romance atemporal que vai do Doce ao Apimentado ®

    "Eu não sou tão bêbado a ponto de não saber o que fazer

    com uma linda mulher em meus braços."

    Duque de Sutcliffe

    ––––––––

    Dedicatória

    Dedico a esse livro a toda menina ou mulher que consegue ler enquanto assiste televisão...

    Sim, é possível acompanhar ambas as histórias.

    Agradecimentos

    Um agradecimento especial aos meus talentosos e organizados assistentes CJ e DF que fazem tanto por mim nos bastidores, e aos meus editores Kathryn Davis e Emilee Bowling por polir minha história até deslumbrar a todos. Um humilde agradecimento a Cheryl Bolen por sua capa, e obrigado também a Lana Lee Harmon-Bury por sugerir o nome de Acheron, e a Paula Adams, Liz Mackman, Keri Smith, Virginia Smith e Sherri Jordan-Stephens por me ajudarem a nomear O Blue Rose Inn em Essex Crossings. Vocês são sensacionais!

    Capítulo Um

    Colchester, Essex, Inglaterra

    Final de junho de 1809

    A escuridão do crepúsculo alongava as sombras no antigo cemitério enquanto Theadosia - cantarolando Robin Adair, uma canção de amor escocesa que certamente irritaria seu pai se ele ouvisse - abria caminho por entre as lápides e no meio de ocasionais roseiras mal cuidadas ou arbustos que precisam de poda.

    Tendo vivido na casa paroquial por toda a sua vida, ela não achava o cemitério nem sinistro, nem assustador. Aqueles que estavam em descanso eterno incluíam um irmão que morreu na infância, vários moradores da cidade que ela conheceu e até mesmo alguns burgueses e nobres para quem o pai havia realizado funerais. Quando crianças, ela e suas irmãs e irmão brincavam entre as pedras e estátuas, brincando de esconde-esconde e outros jogos.

    Situado no lado leste da Igreja de Todos os Santos para pegar o sol nascente todas as manhãs, o cemitério fornecia um atalho conveniente e frequentemente usado para a entrada dos fundos da casa paroquial. 

    Por quê?

    Um sussurro profundo e angustiado flutuou pela extensão do local.

    Embora ela não acreditasse em fantasmas e apesar de estar usando o seu casaco de veludo, um arrepio gelado desceu por sua espinha, fazendo com que os pelos de seus braços se arrepiassem.

    Levantando o vestido de chita, azul claro como a cor de ovo de um pintarroxo, com uma das mãos, ela fez uma pausa e olhou ao redor, mas não viu nada fora do comum. Um coelho rechonchudo marrom-acinzentado, que saboreava um lanche antes de voltar para casa para dormir, observou-a com olhos cautelosos como dois botões pretos. Depois de mais um momento olhando a paisagem familiar, Theadosia continuou o seu caminho.

    Ela deve ter imaginado a voz.

    O vento havia aumentado nos últimos minutos. Às vezes, os dois carvalhos antigos agindo como sentinelas na entrada do cemitério gemiam de tal forma que os galhos balançando pareciam estar se lamentando em protesto.

    Talvez as galinhas de Jessica tivessem feito um barulho estranho, Theadosia se tranquilizou enquanto o vento açoitava suas saias em torno de seus tornozelos. Situadas do outro lado da paróquia, onde ficavam a horta e os jardins de flores, as galinhas frequentemente faziam barulhos e cacarejos estranhos.

    A cesta vazia que continha a canja de galinha e o pão que ela entregou esta tarde à família Ulrich, que estava doente, bateu contra sua coxa enquanto ela voltava a cantarolar, até mesmo ousando cantar uma linha da música desde que ela inspecionou a área e ela os pais não estavam presentes para castigá-la.

    No entanto, eu o amei tão bem...

    Por que você fez isso?

    O mesmo tom barítono e atormentado raspou o cemitério mais uma vez.

    Isso, por Jeová, ela não tinha imaginado.

    Ela parou novamente e girou em um círculo lento, tentando espiar ao redor das áreas verdes e lápides. Muitos eram grandes e ornamentados, e ela não conseguia ver além dos marcadores de pedra próximos.

    Eu só queria saber por quê.

    O coelho congelou por um segundo antes de correr para a cerca viva.

    Um arrepio percorreu levemente os ombros de Theadosia e ela engoliu em seco, sentindo uma pontada de medo.

    Ora bolas, Theadosia Josephine Clarice Brentwood. Você é feita de um material mais resistente que isso.

    Além disso, os fantasmas não falam de forma arrastada. Pelo menos, ela achava que não.

    Reunindo sua determinação, ela se esticou para o alto dos seus um metro e setenta e cinco centímetros de altura e gritou: Quem está aí?

    Ela apertou os olhos no crepúsculo. A voz veio do outro lado do cemitério. O lado reservado para aristocratas e nobres.

    Outra rajada de vento assobiou através das cerejeiras e cornos floridos que margeiam o lado norte do cemitério e balançou a aba de seu novo chapéu de palha. Ela o segurou com força para mantê-lo no lugar.

    Mais uma vez, uma frase murmurada - ou talvez um soluço desta vez - foi levada até ela pela brisa fresca.

    Que alma perturbada se aventuraria no cemitério a esta hora?

    Os visitantes geralmente vinham de manhã ou à tarde. Ocasionalmente, eles até faziam piqueniques com aqueles que tinham ido antes deles. Superstições e medos injustificados geralmente mantinham os enlutados afastados enquanto a escuridão descia, no entanto.

    Quem quer que fosse a pessoa, eles estavam em agonia com certeza, e a natureza compassiva de Theadosia exigia que ela se oferecesse para ajudar. Arrumando a cesta sobre o antebraço, ela caminhou na direção de onde pensou ter ouvido a voz. Enquanto ela contornava a lápide de um anjo que chorava, tão velha e descolorida que a escrita mal podia ser lida, ela parou de repente.

    Um homem - um homem surpreendentemente atraente - jazia entre os mortos.

    Ou melhor, cercado por uma cerca baixa e pontuda de ferro, ele estava recostado no que devia ser seu sobretudo, com as costas apoiadas em um marco de mármore de quase dois metros de altura. Mesmo na morte, os duques e duquesas de Sutcliffe, bem como seus parentes imediatos, se mantiveram separados dos plebeus - aqueles que eles consideravam abaixo de seu toque ilustre de sangue azul.

    Isso era o que os moradores locais alegavam, de qualquer forma.

    Ela nunca achou os Sutcliffes arrogantes ou hostis. Um pouco tediosos e formais, com certeza, como a nobreza costumava ser, mas nunca rudes. Não que ela tivesse passado muito tempo na companhia deles.

    Pernas absurdamente longas cruzadas na altura dos tornozelos e seu cabelo negro desgrenhado como se ele estivesse passando os dedos por ele, o cavalheiro tomou um longo gole de uma garrafa verde.

    Uísque.

    Papai aprontaria uma confusão se descobrisse.

    O pescoço bronzeado do homem, um contraste surpreendente com o lenço branco como a neve sob seu queixo, se mexeu enquanto ele engolia novamente.

    Algo o deixou acabado.

    Quando ele baixou o braço, ela arregalou os olhos.

    Ele está em casa!

    O batimento cardíaco de Theadosia falseou um pouco enquanto ela passava o olhar por Victor, o duque de Sutcliffe. Embora ela não o tivesse visto em três anos e meio, ela facilmente reconheceu sua graça.

    Uma onda de simpatia a invadiu.

    Ela também sabia o que o atormentava.

    O suicídio de seu pai.

    Ele estava sentado no túmulo de seu pai.

    De olhos fechados, os cílios escuros espalhavam-se contra as maçãs do rosto esculpidas, o duque ergueu a garrafa mais uma vez.

    Você nem mesmo deixou um bilhete nos contando o porquê.

    Theadosia não deveria saber o motivo pelo qual o sétimo duque havia se enforcado. Essas coisas nunca eram discutidas, exceto atrás de portas fechadas. Seu pai, o pastor da Igreja de Todos os Santos, desaprovava fofocas ou mexericos de qualquer tipo. 

    Até que ela pensou com certeza ter visto uma lágrima escorrendo do canto do olho de sua graça. Sua óbvia tristeza rasgou seu coração suave.

    Ela não deveria.

    Seus pais não aprovariam. Na verdade, papai proibiria sem dúvida.

    Mordendo o lábio inferior, Theadosia fechou os olhos por um instante.

    Ela realmente, realmente não deveria.

    Mas ela o faria.

    Ela não suportava ver o sofrimento do duque.

    As dúvidas foram logo resolutamente, embora um tanto imprudentemente, reprimidas, e ela passou pelo portão escancarado.

    Seu pai tinha câncer de estômago. Eu ouvi papai contando para mamãe um dia depois de seu pai. . . Isto é, depois que ele morreu. Papai se sentiu culpado por não ter contado a você e a sua mãe, mas o duque o fez jurar segredo, e é claro que ele não tinha ideia do que o seu pai faria. . .  Por que as pessoas optam por manter assuntos tão sérios longe de suas famílias confundia a mente dela. 

    Pálpebras se abrindo, sua graça se ergueu.

    Seu olhar hipnótico prendeu o dela, e sim, a umidade estava lá.

    O coração dela deu um salto estranho.

    Ela se lembrou de seus olhos vibrantes, com o tom em algum lugar entre prata e o estanho com um mero toque de azul oceano ao redor da íris. Os olhos não eram frios, apesar de suas cores frias. Não, seus olhos brilhavam com inteligência e, geralmente, bondade, e se enrugavam nos cantos quando ele ria. Ele ria com frequência quando jovem; o irmão dela, James, tinha sido um de seus companheiros constantes na época que sua graça residia em Ridgewood Court.

    Câncer? Suas pálpebras se fecharam novamente e ele assentiu. "Ahhh."

    Essa única palavra revelou que ele entendeu.

    Talvez ele encontrasse um pouco de paz agora. 

    Obrigado por me contar, disse ele.

    Sempre achei que você deveria saber.

    Ele deveria ter sido informado anos atrás.

    Apoiando-se na lápide de seu pai, o duque se pôs de pé. Com a garrafa de uísque pendurada em uma das mãos, ele apertou os olhos como se tentasse focar seu olhar turvo.

    Theadosia? A incerteza elevou sua voz profunda mais alto na última sílaba enquanto ele a olhava de cima a baixo, um brilho apreciativo em seus olhos.

    Thea, é realmente você?

    Apenas seus irmãos e amigos queridos a chamavam de Thea.

    A surpresa dele era justificada. Mamãe disse que Theadosia desabrochou tarde. Ela quase perdeu a esperança de desenvolver curvas próprias de uma mulher.

    Ela fez uma meia reverência e sorriu.

    Sou eu mesma, Sua Graça. Sou mulher feita agora. Aos dezesseis anos - embaraçosamente apaixonada por ele e possuindo uma figura que um cabo de vassoura poderia invejar - ela se acreditava uma mulher adulta. O tempo a ensinou o contrário.

    A ausência prolongada do duque causou muitas conjecturas e especulações, e muitos, incluindo ela, se perguntaram se ele algum dia retornaria a Colchester.

    Ela ansiava tanto por perguntar por que ele voltou depois de todo esse tempo, mas a etiqueta social a proibia de tal coisa. 

    Ele curvou a boca em um sorriso de lado enquanto seu olhar vagava sobre ela.

    Eu devo concordar. E você se tornou uma mulher belíssima. Sempre soube que você o faria.

    Ele notou a garota magra e desajeitada com a pele manchada? Ela mal conseguia juntar duas palavras na presença dele.

    Uma sensação deliciosa, doce e quente, semelhante a caramelo recém feito, brotou no peito dela. Ela não deveria ficar lisonjeada com seus delírios bêbados. Na verdade, ela deveria censurá-lo por seu elogio descarado. Afinal, ele era um malandro conhecido, um homem da cidade, um libertino mulherengo, papai afirmou um dia. No entanto, não era todo dia que um duque diabolicamente bonito

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