Desconserto: O Verso que não Coube em Mim
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Sobre este e-book
Renné Lotoski
O autor tem 19 anos e nasceu na região metropolitana de Curitiba, onde após alguns anos retornou a morar. Desde muito cedo foi influenciado pelas artes e a arquitetura da história paranaense. Fora a cultura regional, a literatura fantasiosa e a poesia despertaram tanto interesse que em 2014 começou a se aventurar em poemas e no ano seguinte, surgiram os primeiros traços de um universo fantasioso próprio, vistos pela óptica peculiar de sua vivência.No ano de 2017 descobriu um mundo artístico na região dos Campos Gerais e este contato acabou influenciando ainda mais as ideias que já desenvolvia, trazendo elementos da realidade para o ficcional e também trouxe para a vida pessoal uma valorização mais intensa com o envolvimento nas mais diversas artes. Sob a influência de outros artistas, concluiu dois livros durante os primeiros meses de 2020, sendo o primeiro, de poesias, um projeto para o futuro, apesar de ter sua idealização anterior aos demais.
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Desconserto - Renné Lotoski
Tempo
Eu olho:
Meu passado ao meu lado.
À minha frente não há nada,
Nem um caminho, uma saída...
E meu amor, aos poucos, desperdiçado.
Entre aqueles que amei, me perdi,
Mas com o tempo,
Minha lição aprendi:
Tudo foi apenas um contratempo.
Hoje vejo que o caminho valeu, sim, valeu!
Pois aqui entendo meu dilema:
O tempo passou e tudo se resolveu!
E com ele, alegremente, terminei este poema!
Pessoas vazias
As pessoas querem saber,
Talvez por um segundo
Como é viver,
Sem ao menos olhar para o mundo!
Nas luzes do dia,
Vejo meus demônios.
Em tamanha agonia
Tentando esconder meus anseios...
Vejo em olhos vazios,
A sede de poder;
Nos rostos tão frios,
Vejo a vontade de vencer.
Medo como motivação
Em amargos corações,
É longa a solidão
Num mundo de ilusões!
tento achar meu lugar,
Sem entender como isso soa,
Deixo me calar.
Apenas outra pessoa...
Fundo
Cada palavra que escrevo
Queima-me por inteiro,
Criando o relevo
De um pesar sorrateiro.
Um vazio em meu peito
Aumenta dia após dia,
Um sentimento insuspeito
Torna cada vez mais distante a alegria!
Esse foi o início, talvez do fim.
O que esperar? Apenas que logo termine
E que haja alegria enfim.
Rogai para que, nesse escuro, uma luz me ilumine!
Dedicada
Se rima fosse,
Seria então a mais doce,
Mais alegre e graciosa;
E certamente, a mais preciosa.
Em cada trama
Eu a apreciaria!
E se então fosse poema,
Eu, poeta, a poemaria!
Dores e amores
Meu remédio é a navalha
Que me cura em novas dores,
Neste coração, ferido em batalha,
apagando por completo antigos amores.
A dor me consola,
Trazendo o medo.
Em meu peito é a bala
Que fere em segredo...
Por ti me detenho,
Mantendo-me acorrentado.
De meu sofrer, desdenho,
Tornando-me ainda mais atormentado!
Perco-me
