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Desconserto:  O Verso que não Coube em Mim
Desconserto:  O Verso que não Coube em Mim
Desconserto:  O Verso que não Coube em Mim
E-book88 páginas23 minutos

Desconserto: O Verso que não Coube em Mim

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Sobre este e-book

Uma boa dica para ler livro com versos, poesia e poemas sobre a vida, os acontecimentos e as saudades.Uma leitura para refletir os acontecimentos, as saudades e as perdas e pensar o futuro - causar desconsertos e reconstituir os caminhos.Sinopse:Este é um livro de poesias, para quem gosta de refletir a vida, o tempo, suas relações sociais, as dores, amores e sentimentos. O verso que não coube em mim é uma reflexão do nosso cotidiano e da realidade da vida, seria uma leitura ácida, pesada, se não fosse a abordagem poética e a forma inteligente em que o autor expõe as palavras, formando os versos e as poesias.Vale ler, refletir e ... ... refletir.
IdiomaPortuguês
EditoraPragma Livros
Data de lançamento18 de dez. de 2022
ISBN9786588240236
Desconserto:  O Verso que não Coube em Mim
Autor

Renné Lotoski

O autor tem 19 anos e nasceu na região metropolitana de Curitiba, onde após alguns anos retornou a morar. Desde muito cedo foi influenciado pelas artes e a arquitetura da história paranaense. Fora a cultura regional, a literatura fantasiosa e a poesia despertaram tanto interesse que em 2014 começou a se aventurar em poemas e no ano seguinte, surgiram os primeiros traços de um universo fantasioso próprio, vistos pela óptica peculiar de sua vivência.No ano de 2017 descobriu um mundo artístico na região dos Campos Gerais e este contato acabou influenciando ainda mais as ideias que já desenvolvia, trazendo elementos da realidade para o ficcional e também trouxe para a vida pessoal uma valorização mais intensa com o envolvimento nas mais diversas artes. Sob a influência de outros artistas, concluiu dois livros durante os primeiros meses de 2020, sendo o primeiro, de poesias, um projeto para o futuro, apesar de ter sua idealização anterior aos demais.

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    Desconserto - Renné Lotoski

    Tempo

    Eu olho:

    Meu passado ao meu lado.

    À minha frente não há nada, 

    Nem um caminho, uma saída...

    E meu amor, aos poucos, desperdiçado. 

    Entre aqueles que amei, me perdi, 

    Mas com o tempo, 

    Minha lição aprendi: 

    Tudo foi apenas um contratempo. 

    Hoje vejo que o caminho valeu, sim, valeu! 

    Pois aqui entendo meu dilema: 

    O tempo passou e tudo se resolveu!

    E com ele, alegremente, terminei este poema! 

    Pessoas vazias

    As pessoas querem saber, 

    Talvez por um segundo 

    Como é viver, 

    Sem ao menos olhar para o mundo! 

    Nas luzes do dia, 

    Vejo meus demônios. 

    Em tamanha agonia 

    Tentando esconder meus anseios... 

    Vejo em olhos vazios, 

    A sede de poder; 

    Nos rostos tão frios, 

    Vejo a vontade de vencer. 

    Medo como motivação  

    Em amargos corações, 

    É longa a solidão  

    Num mundo de ilusões! 

    tento achar meu lugar, 

    Sem entender como isso soa, 

    Deixo me calar. 

    Apenas outra pessoa... 

    Fundo

    Cada palavra que escrevo  

    Queima-me por inteiro, 

    Criando o relevo 

    De um pesar sorrateiro. 

    Um vazio em meu peito  

    Aumenta dia após dia, 

    Um sentimento insuspeito 

    Torna cada vez mais distante a alegria! 

    Esse foi o início, talvez do fim. 

    O que esperar? Apenas que logo termine 

    E que haja alegria enfim. 

    Rogai para que, nesse escuro, uma luz me ilumine! 

    Dedicada

    Se rima fosse, 

    Seria então a mais doce, 

    Mais alegre e graciosa; 

    E certamente, a mais preciosa. 

    Em cada trama 

     Eu a apreciaria! 

    E se então fosse poema, 

    Eu, poeta, a poemaria! 

    Dores e amores

    Meu remédio é a navalha  

    Que me cura em novas dores, 

    Neste coração, ferido em batalha, 

    apagando por completo antigos amores. 

    A dor me consola,

    Trazendo o medo.

    Em meu peito é a bala  

    Que fere em segredo... 

    Por ti me detenho, 

    Mantendo-me acorrentado. 

    De meu sofrer, desdenho,  

    Tornando-me ainda mais atormentado! 

    Perco-me

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