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Pensamentos Poéticos
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E-book414 páginas3 horas

Pensamentos Poéticos

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Sobre este e-book

Atenção! Este livro não deve ser lido por quem tem a mente fraca. Você deve saber, antes de adentrar a leitura deste livro, que precisa estar com a mente aberta para os questionamentos que estarão diante de seus olhos. Portanto, se seguir a leitura daqui para a frente, saiba que vai fazê-la por sua conta e risco. Um livro para poucos!
IdiomaPortuguês
EditoraClube de Autores
Data de lançamento21 de mar. de 2025
Pensamentos Poéticos

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    Pensamentos Poéticos - Odair José Da Silva

    Odair José da Silva

    PENSAMENTOS

    POÉTICOS

    Cáceres, MT

    2025

    "Às vezes ouço passar o vento; e só de

    ouvir o vento passar, vale a pena ter nascido".

    Fernando Pessoa

    Aos meus filhos, Sarah e Samuel.

    O melhor presente que Deus me deu nesta

    vida.

    Apresentação do Autor

    Atenção! Este livro não deve ser lido por

    quem tem a mente fraca. Você deve saber, antes de

    adentrar a leitura deste livro, que precisa estar com

    a mente aberta para os questionamentos que estarão

    diante de seus olhos. Portanto, se seguir a leitura

    daqui para a frente, saiba que vai fazê-la por sua

    conta e risco.

    Dúvidas filosóficas sobre a existência da

    vida foram transformadas em poesias na tentativa

    de responder as minhas próprias indagações. Por

    serem questões profundas que envolvem toda a

    humanidade, nada melhor do que compartilhar

    esses pensamentos e levá-los a pensar um pouco

    mais também. Talvez essa seja a minha maior

    pretensão com este livro, isto é, levar você, leitor, a

    fazer as suas próprias indagações e buscar as suas

    próprias respostas.

    Minhas poesias são simples. Quase

    nenhuma delas sofreram alterações do momento em

    que foi escrita até a seleção para a publicação. Eu

    quis assim e, dessa forma, revelo o sentimento

    daquele momento. A intenção não é maquiar o

    sentimento, mas mostrá-lo na íntegra. Da forma

    que saiu do coração e foi para as páginas desse

    livro.

    Alerta final!

    Caso queira saber a ordem e os títulos dos

    poemas, o sumário está no final!

    *****

    A poesia é a música da alma, e, sobretudo, de almas grandes e sentimentais.

    (Voltaire)

    *****

    A poesia é mais profunda e filosófica do que a história.

    (Aristóteles)

    *****

    "A poesia é o sentimento que sobra ao

    coração e sai pela mão".

    (Carmen Conde)

    *****

    "A poesia imortaliza tudo o que há de

    melhor e de mais belo no mundo".

    (Mary Shelley)

    De que loucura falamos?

    Da loucura da vida...

    Do que somos

    Do que queremos ser

    Da liberdade que não temos,

    Mas tanto desejamos...

    Da coragem louca

    Que precisamos ter para viver

    Da loucura da realidade!

    Da louca mania em te imaginar

    Viajar nas asas da ilusão

    E, te ver na imensidão.

    Loucura que transborda

    Que não retarda

    Que me faz caminhar.

    Loucura de saber que você existe

    Que está perto de mim,

    Mas não te alcanço.

    Loucura que me faz sonhar.

    Sonhar com você!

    Abstração

    Seu olhar na noite escura

    Fez a luz ser ofuscada

    Pelo brilho da sua tristeza

    Que rompeu na madrugada

    Do sonho introspecto

    Abalado pelo pesadelo

    De não mais te contemplar

    Na miragem do desfiladeiro

    Onde não cosegui segurar a queda

    Do castelo que criei

    No entardecer do dia alegre

    Que aqui imaginei.

    Por que tanto desespero?

    Ergo meus olhos ao céu e suplico angustiado Ora em voz alta, aos gritos,

    Ora em voz silenciosa, aos prantos.

    Quero entender tudo isso,

    Quero saber o que acontece a minha volta E para onde vão meus passos.

    Há uma confusão enorme na minha alma E quero entender esta vontade!

    Busco, em desespero, saber as respostas Para as perguntas cruciais

    Que atormentam minha mente.

    Não encontro respostas nos olhos que vejo Não há uma luz no fim desse túnel

    E tropeço nas pedras do caminho.

    Das profundezas eu clamo em voz alta: Não permita que minha alma veja a morte! E a escuridão me sufoca, E ouço os grunhidos dos vermes.

    No fundo da caverna eu me escondo

    Da fúria de palavras que projetam mentiras sobre mim!

    Sinto frio,

    E o cheiro cruel da solidão.

    No mais secreto do meu coração

    Existe a esperança de dias ensolarados; Não posso acreditar que tudo seja em vão! Caminho por este deserto escaldante E sinto minha boca seca

    Preciso de água para sobreviver a este calor sufocante.

    Eu duvidei de muita coisas

    E não acreditei que pudesse ser livre!

    Minha oração é de desespero:

    Senhor, ajude-me nesta hora cruel da vida! Dos olhos saem lágrimas

    Que teimam em escorrer pela face sofrida E os pensamentos torturam

    Rasgam a alma em pedaços.

    Olhos julgadores fuzilam-me sem piedade Querem ver o meu fim

    E riem-se de mim zombeteiramente.

    Mas, me ergo das cinzas,

    E não deixarei que seja destruído os meus sonhos. O Senhor é quem levantou-me do lugar horrível Do pântano da imundície E firmou os meus pés sobre a rocha.

    Não deixarei vacilar os meus pés

    Pois, eu sei em quem tenho crido.

    A agonia de querer ser livre

    Hoje estava pensando nessa tal liberdade. Daí me veio a mente

    Os diversos questionamentos

    Que ouço todos os dias a minha volta.

    Um dos mais paradoxal diz respeito ao amor: Enquanto uns dizem saber o que ele é

    Outros afirmam, categoricamente, não saber explicá-lo.

    Na verdade é difícil expressar algo que não vemos. As pessoas não entendem

    O que é estar preso a um sentimento onde, Por mais que você queira, não consegue se livrar. Liberdade é quando você pode sonhar E realizar aquele sonho.

    Mas, daí entra outra questão pertinente: Ora, um sonho já se explica automaticamente... Sonho é sonho.

    O que se realiza não é sonho é realidade. Pois bem, voltando a liberdade.

    Nas encruzilhadas da vida,

    Cansados de tanto caminhar pela longa estrada, De repente nos deparamos

    Com o olhar de uma pessoa que acaba de chegar ali Naquele exato momento.

    O que eu procuro ela procura.

    Não existem palavras,

    Apenas a troca de olhares

    O que é suficiente

    Para desestabilizar todo um planejamento.

    A partir daquele momento

    Já não podemos andar mais sozinho,

    A liberdade se foi...

    Somos prisioneiros.

    Que coisa mais complicada.

    Acontece que, por passar situações semelhantes, As pessoas querem dar palpites

    Dizendo que sabe o que estamos passando... Sabe nada.

    Nem a outra pessoa sabe.

    Só nós sabemos o que realmente passamos (ou também não sabemos coisa alguma). A agonia de querer ser livre E fazer o que bem queremos.

    Mas não temos

    Nem a liberdade de escolher no que pensar. Outra coisa fundamental nessa questão É o prejulgamento que os externos Fazem da nossa situação.

    Observam o nosso semblante e,

    No ato, dizem saber o que estamos sentindo: "Nossa, você viu o passarinho verde?

    Está tão feliz!".

    Ou: "Poxa vida, por quem você está

    apaixonado?"...

    Caramba, quem disse que estou apaixonado? E se estou, o que tem isso?

    Pode ser que esteja feliz

    Porque passo por um momento bom de minha vida Onde consigo escrever o que gosto.

    Adoro falar de sentimento...

    Adoro escrever sobre o mundo, Sobre as divagações de um coração

    Anelante pelo prazer de ver

    As letras surgindo como se fossem automáticas... Sim, é isso!

    A liberdade que tanto almejo

    É aquela de poder dizer,

    Sentir e escrever o que quero

    Sem ter que lidar com esse prejulgamento ridículo

    Que prejudica uma alma livre como a minha. Notaram o paradoxo?

    Eu falo de alma livre

    E questiono a liberdade de expressão.

    A lâmina afiada do desejo

    Há um grito preso na garganta

    Que teima em tentar escapar

    Para voar o infinito

    Na busca de te encontrar.

    Perambulo pelas ruas incólumes da cidade Nas vielas escuras

    E vejo os olhares a espreita

    Para devorar minha alma.

    São demônios da escuridão

    Que querem destruir os meus sonhos

    E eu não tenho medo

    Porque vivo na ilusão.

    Rasga a minha alma na incerteza

    De dias que já não voltam mais

    E a solidão de outrora

    É apenas uma luz ofuscada na noite.

    O grito já não está preso

    Foi solto no alto da montanha

    Onde agora me encontro

    Tristemente a vagar.

    Não preciso de seus conselhos

    Eles já não me ajudam mais

    Há uma incerteza

    Que ofuscam a minha visão.

    O sol está se escondendo

    E o amarelo dourado me deixa triste

    Em saber que mais um dia se foi

    Em que eu não vi os seus olhos.

    As ruas estreitas da viela São sujas e encobertas pela maldade humana Pessoas surrupiam a alma de inocentes Que não deveriam passar por aqui.

    Não há mais um grito preso na garganta Porque a garganta foi cortada

    Pela lâmina afiada do desejo

    Da liberdade da alma.

    Agora ela voa livremente

    Rumo ao infinito desconhecido

    De uma nova aventura

    Que está nos meus pensamentos.

    Que país é esse?

    Eu amava a História

    Dela eu extraia lições dos acontecimentos Para que não viesse a cometer os mesmos erros Que mentes insanas cometeram no passado. Dela eu extraia lições de humanidade De pessoas que viveram e lutaram

    Pela liberdade do seu povo

    E essas lições eu queria viver e passar

    Para minha posteridade.

    Mas, roubaram isso de mim

    Dizendo que não é importante para um povo Conhecer a sua própria História.

    Eu amava a Filosofia

    Os grandes pensadores que formularam idéias Desde os pré-socráticos tentando descobrir o mundo

    Rompendo com os mitos de origem.

    Sócrates, que deu a vida pela suas idéias Platão que me ensinou a República

    Aristóteles, a Metafísica e a Política.

    Com ela eu aprendi um pouco

    Sobre a Patrística de Santo Agostinho

    E me encantei com as provas da existência de Deus Formulada por Tomás de Aquino.

    Não tenho espaço para descrever o encanto com Os filósofos modernos e contemporâneos Descartes, Kant, Rousseau Nietzsche e tantos outros Que me fizeram pensar com mais liberdade Ter minhas próprias idéias.

    Mas, roubaram isso de mim

    Dizendo que não é importante para nossos jovens Ter a liberdade de pensar e refletir

    Sobre as cosmovisões do mundo.

    Eu amava a Sociologia

    Como ela me ajudava a refletir sobre a sociedade Entender um pouco sobre a cultura de um povo As contraculturas sempre tão importantes Para delimitar os espaços de idéias na sociedade. Como entender o preconceito, o racismo Sem estudar as questões sociais que nos cercam? Ela que me ensinou sobre as instituições sociais Família, Igreja, Estado Sobre os conceitos básicos para a compreensão Da vida social.

    Comunidade, cidadania e minorias

    Entre outras coisas que servem

    Para o entendimento do mundo.

    Mas, roubaram isso de mim

    Dizendo que não é importante

    Conhecer a sociedade e nem conceitos de cidadanias.

    Ah! Eu amava a Artes

    Mas que importa isso?

    Que importa Educação Física?

    Na verdade, para que educação?

    Que país é esse?

    Que país é esse?

    O que querem é um bando de alienados Rebanho passivo que facilitem o domínio Que possam exercer o controle.

    Não querem um povo que pensam

    Eles dão muito trabalho.

    Quem pode sobreviver a esse inferno?

    Esse deserto que assola a alma,

    Esse esgotamento da vida espiritual,

    Essa descrença no futuro da humanidade. O congelamento na própria juventude,

    A tirania da dor

    Que dilacera o sentimento

    É maior que a tirania da vaidade...

    O isolamento radical

    Que é melhor do que o burburinho da multidão. O desprezo dos homens

    Os gritos estridentes das mulheres,

    O choro das crianças...

    A clarividência da doença

    A incerteza do porvir,

    O colapso da economia...

    O conhecimento que só aceita a amargura Que não ajuda

    Que jugula e faz acontecer

    Uma náusea nascida da intolerância

    Do desrespeito às instituições.

    Quem pode sobreviver a esse inferno?

    Quem alçará a voz como atalaia

    Na torre mais alta

    Contra a mediocridade humana?

    Quem poderá se livrar das amarras,

    Dos grilhões ideológicos,

    Da ação alienante das mídias,

    Das redes sociais?

    Eis que a voz do poeta-filósofo Ecoa agora de forma insofismável

    E tem o desígnio de esmiuçar as pedras... Não me calarei!

    Pesadelo

    Apaguei a luz e senti um calafrio

    Havia um vulto

    Como se houvesse uma pessoa

    Em pé ao lado da cama.

    Que porcaria é essa?

    Pensei comigo

    Num sobressalto acendi a luz

    E nada havia em meu quarto

    A não ser a minha solidão.

    Uma indagação perpassava a minha mente Enquanto sentia o coração pulsar acelerado. Não sei se estava dormindo Sonhando que estava acordado

    Ou se estava acordado

    Acreditando que estivesse dormindo.

    Que realidade é essa?

    Que pesadelo é este que tenho agora?

    O que são as sensações dentro de mim

    Que se digladiam a todo instante?

    Quero acordar deste sono profundo

    Tornar-me uma metamorfose

    Viver uma transformação.

    Mas, no silêncio sepulcral que sinto agora Não há espaço para as minhas divagações. Uma tonelada de sentimento Afunda o meu intelecto e sinto náuseas estomacais Que me fazem vomitar as palavras.

    Espanto, então, os demônios

    Que pairam sobre minha cabeça Os enxoto sem compaixão

    Pois não quero ouvir seus grunhidos

    E, muito menos, ser por eles atormentados. Fecho os olhos e tento dormir

    E já não sei qual realidade estou.

    Acordado para a vida eterna

    Morto para a vida terrena.

    Não pertenço a este lugar

    E como peregrino

    Sou enxovalhado pelas criaturas abomináveis Que perturbam o meu sono.

    Tapo os meus ouvidos e dou um grito:

    - Cale-se, demônios do inferno!

    Sem saber que os demônios

    São meus próprios pensamentos.

    Crepúsculo dos deuses

    Perdoe-me se não concordares

    Com o que irás ler de agora em diante.

    Exalto a minha voz e clamo na madrugada. Poderia estar dormindo o sono dos justos Ou nas festas profanas em orgias e degradações. Mas, estou diante da minha missão.

    Bradar contra a ignorância.

    Contra a tolice humana.

    Quais tentáculos de um aracnídeo

    Eles perfuram os cérebros dos incautos E os fazem ser dominados e manipulados pelo sistema atual.

    Em meu silêncio perturbo-me com o que vejo e ouço durante o dia.

    Não que eu queira ser melhor do que ninguém, Mas o ser humano perdeu a sua humanidade. E o que é um ser humano sem humanidade? Pior que os insetos e crustáceos que, pelo menos, Respeitam sua cadeia alimentar.

    Mas, o ser humano na sua ambição,

    Ganância e hipocrisia solapam a esperança do último mortal.

    Com fúria nos olhos eles estraçalham todos os sonhos,

    Explodem os balões de oxigênios

    Que poderiam perpetuar a nossa existência. E o que fazer nessa situação?

    Os deuses estão caídos no chão.

    A poeira cobre os seus rostos desfigurados E as pessoas dançam em volta de seus restos como zumbis.

    Não há nenhuma percepção.

    Não há saída para tamanho desespero.

    E eu rasgo o meu coração na dor de ver E ouvir essa ladainha o tempo todo.

    Por que você não desperta desse sono mórbido? Por que não dá ouvidos a sabedoria que brada nas praças E avenidas sem ao menos ser notada?

    Por que insiste em ser esse anencéfalo ambulante? Por favor, pelo menos uma vez na vida Dê ouvidos a voz da sua consciência E saia desses emaranhados de coisas tolas E supérflua que toma conta do seu tempo. Não seja mais um escravo do sistema.

    Liberte-se!

    A dor do poeta

    Ser poeta é sentir dor diariamente.

    Minha dor

    Eu tento passar para o papel

    Tento livrar-me dela

    Passar para o mundo

    Porque minha dor não passa.

    Todos os dias eu a vejo triste

    Seus olhos

    Sua esperança no olhar

    Na busca de uma vida melhor

    Que a tire da solidão

    E mude aquele mundo de ilusão.

    Ser poeta é sofrer a ausência

    De liberdade

    É querer voar as nuvens

    Ir além do horizonte

    Invadir os corações

    E permear os sentimentos.

    Deixe-me caminhar livremente

    Desvendar os mistérios

    Tirar de mim esse fardo

    Essas armadilhas ferrenhas

    Que travam os meus pensamentos

    E não deixa-me ser feliz.

    Esse é o clamor da liberdade

    É o grito

    Canto o amor que está no meu peito

    A alegria que emana da minha alma

    A solidão que sufoca-me na noite escura E a tristeza que acompanha-me.

    Esgotamento mental

    O fatídico

    O esdrúxulo

    Inescrupuloso

    Tormento de noites insanas

    A perturbar a minha alma.

    Nem o meu grito pode ser ouvido

    Sufocado que é pela angústia

    De uma solidão vazia.

    Um esgotamento mental

    De conviver com a mediocridade

    De homens,

    Mulheres,

    Crianças controladas pela mídia

    Ideologias de um mundo em frangalhos. Solto as amarras

    Quero libertar-me de tudo isso

    Desse esgotamento mental

    Que dilacera os meus sonhos.

    Aqueça-me com teu sol

    E brilhe na minha alma

    Como a lua cheia.

    Esse esgotamento mental

    Não pode sugar minhas ideias

    Nem conduzir-me ao ostracismo

    De uma vida miserável.

    Ergo-me das cinzas

    E luto bravamente contra todas as mazelas De intelectos miseráveis

    Pois, a minha liberdade é melhor.

    Buraco negro de uma eterna solidão

    Eu deixo-me apenas expressar as palavras que se formam em minha mente.

    Não posso dizer, com certeza, o que se passa no meu coração.

    Saudades, talvez.

    Amor, paixão, solidão?

    Não sei.

    Uma mistura de sentimentos que me deixam confuso.

    O tempo vai passando lentamente.

    Outras vezes passa tão rápido.

    Depende muito do espírito a qual estamos inseridos.

    Os acontecimentos a nossa volta.

    Amigos que se vão, amores que já não são mais. Quantas coisas acontecem em apenas pouco tempo?

    E, por não saber o que acontecerá daqui a dez minutos, o desconhecido nos atormenta e fascina ao mesmo tempo.

    Sentirei falta desses momentos solitários e reflexivos se estiver compartilhando os momentos com alguém daqui uns dias?

    Sentirei

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