Quem disse que mulher gosta de apanhar?
De Edilene Melo
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Sobre este e-book
Precisei ter força, coragem e determinação para poder escrever essas palavras. Com a violência doméstica não foi diferente.
Atualmente podemos contar com vários caminhos para sair do ciclo de violência, e as mudanças na Lei vêm contribuindo para que as mulheres tenham apoio nesse momento de difícil solução/decisão – diversos órgãos e profissionais estão unidos nessa batalha.
Amor que mata não pode ser denominado assim!
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Quem disse que mulher gosta de apanhar? - Edilene Melo
Dedicatória
Dedico esta obra a meu marido Rafael Severino de Melo, que me deu todo apoio e incentivo; ao meu grande amigo Marcio Candia, investigador que sempre me ajudou com as pesquisas e, a todas as mulheres que sofreram e as que ainda estão padecendo da violência doméstica.
A todas, meu colossal respeito, com a certeza de que estamos juntas nessa grande batalha pelo fim do Feminicídio e da violência doméstica no Brasil e no Mundo.
Carta ao Leitor
À medida que fui percebendo o crescimento desta doença
que assola o Brasil e o Mundo, decidir falar e encorajar as mulheres através de minhas palavras, além de Conscientizar os homens desta sociedade de que não é mais aceitável a violência contra as mulheres.
De 1995, época em que passei pela violência doméstica, até 2021 não houve mudança de atitude do homem para com as mulheres, pelo contrário, houve um crescimento desenfreado e as mortes aumentaram. Diante desse cenário, é fundamental que pais, mães, irmãs, enfim, a família fique atenta aos sinais de violência e dialoguem com o seu familiar sobre o assunto, apoiando na solução e saída da situação de violência doméstica. Não podemos esperar a morte chegar e chorar no caixão delas. Por sorte, algumas mulheres sobrevivem depois de muitos anos de violência. Então, que todas e todos possam dizer basta, que filhos possam crescer com suas mães e que pais não chorem mais no sepultamento de suas filhas. Já não é mais cabível uma violência gratuita dessa! Todos devemos repudiar a violência doméstica e o Feminicídio.
Introdução
Quem Disse Que Mulher Gosta De Apanhar? É uma obra que vem alertar os leitores e leitoras quanto ao problema da violência que atinge nossas brasileiras e que cresce a cada dia.
As mulheres talvez não percebam a hora de abrir mão dos relacionamentos abusivos em que estão envolvidas, mas é sadio quando elas resolvem tomar coragem e encarar o problema por meio de denúncias, mesmo sentindo-se envergonhadas e constrangidas.
Sabemos que quando somos desvalorizadas a ponto de sofrer diversos tipos de violência, é nesse momento que a mulher deve agir com firmeza, decisão e uma postura de que não vai mais aceitar e nem permitir que a situação saia ainda mais do controle. Não trata de violência que resolve com violência, tirania ou arrogância. Me refiro à nova mulher
, mulheres fortes e decididas a não passar mais por essa situação calada e somente esperando a morte chegar.
Me refiro àquela mulher que pode não saber o que quer, mas que sabe exatamente o que não quer para sua vida. Ela não quer mais ser agredida ou morta por seus algozes.
Mulheres, não podemos mais abrir mão de nossas vidas sem ao menos lutar, só para deixar o outro feliz. E a sua felicidade, não conta? E a
