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Humano - Roberto Silva Filho
Margaridas
Nada me custa olhar os teus olhos,
mas sinto muito se o romantismo morreu,
qualquer dia desses, contudo, te compro uma flor.
Todas as margaridas estão em minhas mãos
e jamais o amor deixará de florescer.
Tu sabes, o país dói de fome
e não posso ficar sorrindo iludido.
Um dia JK construiu Brasília,
hoje cuspimos revolta.
Vês, amor, que desalinho a vida!
Por que me pedes um sorriso?
Qualquer suicídio é pouco,
qualquer sorriso é falso.
Quero viver contigo sempre,
mas sinto muito se o romantismo morreu.
Hospedeira
Amor, todinho meu,
traz a fé dos teus olhos
aos meus olhos de ateu,
traz o afago das tuas mãos,
de fogo e da vida,
a esta vida errante
de bares e canções,
ilusão ainda
hospedeira
do que já não pode mais ser:
nós dois!
