Maternidade: Redefinindo sua história
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Sobre este e-book
Com uma linguagem bem acessível, Maternidade: Redefinindo sua história se volta para temas complexos, utilizando os conhecimentos da psicologia para ajudar mães e famílias a viverem plena e afetuosamente o primeiro e talvez o mais importante vínculo que desenvolvemos. Com suas histórias inspiradoras, certamente fornecerá às leitoras subsídios para se conectarem com sua jornada e encontrarem a força e a coragem para serem protagonistas de sua própria trajetória.
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Maternidade - Elisangela Reis
Copyright © Elisangela Reis
Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste livro pode ser reproduzida, transmitida ou arquivada, em qualquer forma ou por qualquer meio, seja eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia e gravação de backup, sem permissão escrita da proprietária dos direitos.
Editor executivo: Maurelio Barbosa
Preparação de texto: Olivia Frade Zambone
Revisão: Rosalina Siqueira
Capa, projeto gráfico, diagramação e produção gráfica: Ás Editorial
Imagem de capa: © SHArtistry | Adobe Stock
Imagens de miolo: © sahs94 / © olgahalizeva / © Ali / Adobe Stock
Conversão para formato digital: Cumbuca Studio
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
Tuxped Serviços Editoriais (São Paulo-SP)
Bibliotecário Pedro Anizio Gomes CRB-8/8846
R375m
Reis, Elisangela.
Maternidade: redefinindo sua história / Elisangela Reis. - 1. ed. - Curitiba, PR : Ás Editorial, 2023.
200 p.; il.; 16 x 23 cm.
ISBN 978-85-92593-23-0 (digital).
1. Cuidado pré-natal 2. Gravidez 3. Aspectos Psicológicos 4. Preparo Emocional Familiar 5. Maternidade 6. Mulher I. Título. II. Assunto. III. Autora.
CDD 158.1
CDU 159.92
Índice para catálogo sistemático
1. Psicologia Sistêmica Familiar.
1. Aperfeiçoamento pessoal / Equilíbrio pessoal.
QR-codeÁs Editorial
Rua João Negrão, 731 • Loja 19, Centro
CEP 80010-200 • Curitiba-PR
www.aseditorial.com.br • contato@aseditorial.com.br
Agradecimentos
Quero agradecer imensamente ao meu marido e pai da minha filha, que me incentivou desde a ideia inicial, minha filha, pois sem ela essa experiência não seria possível e eu não seria quem sou hoje. Às minhas amigas e cunhadas com quem compartilhei algumas experiências da maternidade; elas me ouviram e me incentivaram em vários momentos da minha vida. Minha mais profunda gratidão! Sem vocês este livro não seria possível.
Sumário
Prefácio
Introdução
1. Quando nasce uma mãe
2. A culpa nossa de cada dia
3. As verdades que ninguém nos fala
4. As necessidades da criança, da mãe e da família
5. Onde fica o pai?
6. Coração de mãe despedaçado
7. O despertar da consciência
8. Resgates
9. Da consciência à cura
10. Mães e filhos possíveis para um mundo em constante transformação
11. Relatos e experiências de mães
12. Construção diária
Sobre a autora
Prefácio
Partindo da Conexão
como ideia central do livro, Elisangela acentua a importância de nos conectarmos com nossa essência, em meio aos desafios pelos quais passamos no decorrer da vida, e que nos transformam profundamente.
Ao mergulhar fundo na percepção das mudanças e das revisões desencadeadas pela maternidade, a autora nos convida a um passeio pelas trilhas do maternar, com as dores e as delícias de ver um ser que nos habitou ao ser gestado sair para o mundo, crescer e fazer suas próprias escolhas.
Tantas transformações – físicas e emocionais – apontam para a necessidade de cuidar da saúde mental, em que o pré-natal psicológico se destaca como recurso importante para assimilar as enormes mudanças e tecer um vínculo amoroso sólido desde a gestação.
Vínculo único a ser tecido com cada filho nas vivências da gravidez, do parto, do puerpério e das demais etapas do ciclo vital.
Milhares de estudos revelam que fetos e bebês sentem e percebem muito mais do que imaginávamos há algumas décadas. Daí a importância da comunicação: voz, olhares, toques, pequenas ações do dia a dia do cuidar vão construindo o amor.
Se, em algum período, as dificuldades aumentarem, é hora de buscar ajuda com a rede de apoio, amigos e profissionais. Há travessias complicadas, que podem nos desestabilizar e nos adoecer. Momento de revisões: do sentimento de culpa, da autocobrança impiedosa que prejudica o autocuidado indispensável.
Elisangela nos convida a rever expectativas e desenvolver o olhar crítico sobre a idealização da maternidade. Quem sente na pele
a mescla de sentimentos despertados pela realidade do maternar sabe que há aspectos difíceis, silenciados na maior parte do tempo. Tão necessário compartilhar angústias, inquietações, inseguranças, incertezas, a sobrecarga do cuidar...
Na diferença dos mundos entre nós e os filhos que crescem há espaço para muita aprendizagem e inúmeras descobertas. A curiosidade de entender a visão que os filhos desenvolvem por conta própria amplia a percepção e a comunicação entre pais e filhos.
No passeio pela história da maternidade e da paternidade, Elisangela nos estimula a refletir sobre as mudanças necessárias: a paternidade ativa e participativa contribui para o desenvolvimento pessoal do homem, alivia a sobrecarga do intenso cuidar que, tradicionalmente, era vista como sendo da mulher. Expande a parceria dos cuidados e do afeto, um complementando o outro.
Gestação, nascimento, crescimento: o impacto das mudanças não acontece somente na mãe e no pai. Os avós passam por transformações relevantes nessa nova etapa de suas vidas, propiciando reflexões e revisões dos relacionamentos entre as diversas gerações.
Os relatos incluídos no livro formam um leque de cores, revelando a grande diversidade de vivências da maternidade e da não-maternidade. Escritos com o coração, costuram os diversos temas abordados em capítulos anteriores e nos convidam a respeitar a história de cada pessoa, com seu misto de amor e dor.
Nessa longa jornada de revisões e transformações, o livro de Elisangela inspira a esperança de nos tornarmos pessoas melhores ao cuidar dos novos seres que saíram de nós para o mundo.
Maria Tereza Maldonado
Psicóloga e escritora
Imagem.Introdução
Conexão. Este é, para mim, nosso principal propósito neste mundo: conexão conosco, com quem somos, com nossa família, com as pessoas que amamos e com quem escolhemos viver experiências. A vida vai se fazendo nestas conexões que estabelecemos ao longo da nossa caminhada, com quem de uma forma ou de outra venha a fazer parte dela. Este livro nos propõe principalmente a refletir sobre a conexão com nossos filhos, com nossa família e com a mulher que somos.
Em nosso mundo atual, digital e acelerado, a conexão muitas vezes se torna algo instantâneo e superficial. Durante a leitura deste livro gostaria de convidar você a refletirmos sobre nossas conexões, e a fazermos uma pausa para olhar para a mulher que está nesse caminho do maternar ou que já planejou várias vezes, mas que a maternidade ainda não aconteceu na sua vida. Ou ela já aconteceu e a levou para distante de quem você acreditava ser e hoje se sente perdida de si, em meio a este novo mundo, acreditando que precisa fazer resgates, resgates de partes de si, partes que foram se perdendo ou se transformando nessa jornada.
Gostaria de falar, inicialmente, sobre a convocação que meu coração sente em falar desse assunto. Posso descrever esse chamado quase como um grito, tamanha a intensidade e tão insistente é o chamado. O desejo é antigo: penso que veio quase ao mesmo tempo em que eu mesma me tornei mãe, e lá se vão mais de vinte anos, ou à medida que os desafios iam se apresentando.
Durante o período de gestação já se iniciou uma grande virada de chave na minha vida, uma mudança interna inicialmente sutil, quase imperceptível, mas que hoje vejo como período de intensa transformação, invertendo o que antes era prioridade em minha vida e desenhando, de dentro para fora, tudo o que passaria a ser importante e vital para mim.
A experiência de maternagem despertou em mim novos universos. Causou-me muita inquietude ter que fazer todas as minhas escolhas a partir desta nova e importantíssima presença em nossas vidas como casal e na minha vida como mulher que agora ganhava o título de mãe. Eu que sempre havia sido decidida, agora demonstrava uma insegurança e uma dificuldade de tomar decisões que não reconhecia em mim, mas que já era perceptível ao meu parceiro. Busquei leituras que me trouxessem as respostas de que precisava, estudei, pesquisei e me interessei cada vez mais sobre esse tema. Na época ainda restavam muitas lacunas, questões que não eram tratadas abertamente. A psicologia trouxe parte do que eu buscava, me envolvi com grupos de mulheres e com as diversas dores e desafios que partiam de outras realidades nesta mesma experiência. Neste livro assumirei todas essas vozes que me constituem: às vezes a psicóloga, às vezes a mãe, às vezes a filha, às vezes a mulher que precede todas essas versões de mim.
Quando penso em cada mulher que se sente aflita, seja pelo fato de ser mãe ou pelo fato de não ser mãe, o chamado se intensifica e por isso estamos aqui, nos conectando pra falar um pouco de cada uma de nós: mães e mulheres que carregam em si todo amor possível e toda culpa que nos foi imputada, muitas vezes por nós mesmas.
A maternidade me tirou do caminho original, me modificou, me desestruturou e me trouxe até aqui. Aos poucos eu vi que ela era o caminho para minha nova missão de vida. Minha história de amor e de dor poderia ajudar também outras mulheres.
Você poderá ou não se identificar com os vários lugares em que estive na construção da minha identidade atual. A partir de experiências similares ou da diferenciação entre elas que este livro-conversa se constitui, podendo, também, auxiliar os parceiros a entenderem essa experiência transformadora na vida de uma mulher.
Tive uma infância curta, e não me lembro de ter tido sequer um desses bebês pequenos que fingimos, fantasiamos e brincamos de mamãe. Lembro que ganhei pouquíssimas bonecas na vida, mas uma delas foi muito desejada; chamava-se mãezinha
: era uma boneca grande com mecanismo de corda que balançava os braços com um pequeno bebê no colo. Alguém aí lembra dela?
Lembro que minha mãe guardou essa boneca em sua casa até quando me casei acho, ou até depois disso... talvez... ela já não tinha mais pernas nem bebezinho e ainda estava lá. O engraçado é que hoje, lembrando dela, ela nem era vestida como uma mãe: usava um vestido florido curto e rodado, com renda no acabamento; parecia mais um vestido de criança. O que mais poderíamos esperar da indústria de brinquedos dos anos 1980? Minha lembrança em relação a isso se resume a poucos e caros brinquedos de uma indústria monopolista e estereotipada, no outro extremo de brinquedos que fabricávamos nós mesmos, de poder brincar com fogo e de muitas brincadeiras ao ar livre.
Nossos filhos hoje vivem outro momento. Por um lado, têm muita sorte e nós, pais, também, com a grande variedade de brinquedos que podemos oferecer, brinquedos mais criativos, educativos e interessantes, pensados para proporcionar maior desenvolvimento das crianças. Por outro lado, perdemos um pouco o ar livre, o contato com a natureza e a exploração de novas formas de brincar que são tão importantes para as descobertas do mundo que fazemos quando crianças. Ter esperado por essa boneca, quando tinha seis anos e ter tido um irmão três anos mais novo que eu, talvez tenha feito diferença no meu desejo de maternar. No entanto, a maternidade não era minha prioridade nas brincadeiras, tampouco povoava meus pensamentos antes de me casar. Só comecei a pensar a respeito cerca de três anos depois de casada.
Uma vez que planejamos engravidar, mal podia esperar a hora de conhecê-la! Meu maternar começou aí, no desejo, na expectativa e na fantasia de poder ser para alguém aquilo de que eu própria sentia falta e não sabia.
Tinha quase cinco anos de casada quando minha filha nasceu. Éramos jovens e sonhadores, apaixonados e, claro, morávamos em um apartamento pequeno. A família crescendo nos direcionou para novos sonhos como uma casa com quintal, animal de estimação e assim seguimos planejando, sonhando e caminhando em uma ordem que nos parecia muito natural da vida.
Hoje, mais de vinte e dois anos depois, minha filha já está adulta fazendo as primeiras escolhas mais significativas de sua vida, ela me lembra muito a jovem que um dia fui, e me deslumbra com a maior experiência que poderia viver: a de ver um ser humano amadurecendo.
O livro não se trata de um mero relato do meu maternar, ele é sobre todas nós, sobre as dores e sobre o amor que sentimos. Sobre os momentos que envolvem essa transformação, sobre o que nos acontece ao decidirmos por maternar.
Meu desejo é que ele promova a conexão: entre mulheres, entre mães, entre nosso maternar e nós mesmas. Você é minha convidada especial; vem comigo nessa jornada de conhecimento?
Uma coisa posso garantir: essa jornada de conhecimento e de reflexão que faremos juntas pode ser incrível e transformadora.
Imagem.Quando nasce uma mãe
Maternagem é algo que precisa ser construído junto com o bebê.
Nasce da relação mãe-bebê, parte do cuidado diário, dos momentos de contato e do vínculo que nos permitimos e que proporcionamos a ele.
Vamos começar do início, quando o bebê ainda está se formando dentro do útero materno, ou ainda antes, quando o bebê se resume a um desejo no coração de seus pais. Sentimentos e pensamentos já são direcionados a ele. Nossa responsabilidade como mães começa no exato momento em que decidimos nos tornar mães!
Na construção de uma família, muitos deveriam ser os planejamentos, ajustes e aprendizados que nós como pais deveríamos fazer, porém a gente sabe que nem sempre é possível.
Comunicação sincera e clara ajuda a prevenir situações de conflito entre vocês. Ninguém
