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Eu E Os Meus Cinco Negrões
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Eu E Os Meus Cinco Negrões
E-book54 páginas1 hora

Eu E Os Meus Cinco Negrões

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Sobre este e-book

Pode uma mulher ter realações íntimas com cinco homens, de cor para além disso, sentindo-se plenamente em paz consigo mesma? Ao que parece sim, quando junto ao sexo existe também o afeto.
A coleção Histórias de Mulheres inspirada em Experiências Reais de mulheres que na vida experimentaram tudo... Mas tudo mesmo. Sem abdicar do seu coração e da própria inteligência.
IdiomaPortuguês
EditoraTektime
Data de lançamento12 de jul. de 2023
ISBN9788835459262
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    Eu E Os Meus Cinco Negrões - Ruby Eros

    EU E OS MEUS CINCO NEGRÕES

    De

    RUBY EROS

    Livro original

    Tradução de Adérito Francisco Huó

    Direito Autoral RUBY EROS 2023

    Todos os Direitos Reservados

    Atenção: trata-se de um livro para adultos, com cenas de sexo explícito. Não é aconselhável aos menores de 18 anos.

    Este e-book narra experiências reais. Por exigência de privacidade nomes, lugares e qualquer referencia à realidade foram modificados e/ou substituídos.

    De qualquer modo se os assuntos tratados vos ofendem, indignam ou vos escandalizam, por favor não leiam estas páginas.

    Obrigada

    Índice

    EU E OS MEUS CINCO NEGRÕES

    Direito Autoral RUBY EROS 2023

    NOTAS DA AUTORA

    EU E OS MEUS CINCO NEGRÕES

    A história na história

    A série HISTÓRIAS DE MULHERES

    Produção

    NOTAS DA AUTORA

    O erotismo não é e não deve ser um tabu. As cenas descritas nesta coleção dedicada às mulheres tratam da vida, sem nenhuma ostentação gratuita mas também sem falsos pudores. Quando fala-se de sexo, cobrir-se com véu ou respeitar algumas regras torna tudo muito, muito ridículo.

    Geri durante anos um blogue para um magazine que colhia cartas e experiências reais de mulheres que se encontravam pela primeira vez defronte da própria sexualidade, sentindo-se muitas vezes inadequadas e desprovidas de qualquer escudo. Estavam isoladas, desprevenidas daquilo que estavam a viver, por causa de seculos de castração cultural que impuseram à natureza feminina obrigações e deveres absolutamente mesquinhos e injustos.

    A mulher, como o homem, tem o sacrossanto direito de viver plenamente a própria sexualidade, sem vergonha e com plena satisfação. Derrubando as paredes dentro das quais foi compelida a viver, quebrando as grades da gaiola onde uma mentalidade machista e sexista fechou-a dentro desde sempre.

    Viver, é uma experiencia lindíssima, mas torna-se um peso se devemos sujeitar-se às regras e convenções que não fazem parte de nós.

    Uma mulher que adora o sexo, NÃO É uma má esposa, uma reprovável companheira ou uma péssima mãe. É simplesmente ELA MESMA.

    Aprendamos a amar as mulheres por aquilo que são.

    Mulheres, nós devemos aprender a aceitarmo-nos por aquilo que queremos e sentimos realmente.

    No coração como no nosso corpo.

    EU E OS MEUS CINCO NEGRÕES

    Alì com o seu êmbolo dentro está a fornicar-me com força até ao interior das vísceras. Podia sentir o seu enorme caralho a impelir à procura de um orgasmo que levar-me-ia à novas, libidinosas contrações vaginais que transmitir-se-iam depois ao ânus. Estava banhada de humores: já tinha satisfeito o Garay e o Mohamed, que tinham-se livrado do seu esperma na vagina vezes sem conta naquele dia. Estavam sempre prontos para atirar com ímpeto e eu com fervor. Deixar-me encher do seu sémen sem precauções, deixá-lo escorrer dentro de mim até ao útero e sentir-me usada, fodida, fornicada como uma prostituta deixava-me sentir ao máximo da libidinagem. Alì era um solitário. Adorava foder-me sozinho, enquanto os outros gostavam de possuir-me em grupo. Na verdade aos meus cinco negros agradava desmedidamente possuir-me e basta.

    O que lhes excitava era que nunca dizia não, mas estava sempre pronta para apanhar como deve ser.

    Como fizera para chegar àquele ponto? Inicialmente não era assim. Fui sempre uma mulher

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