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A Máquina Da Moral: Aristóteles, Kant E A Ética Na Era Da Inteligência Artificial
A Máquina Da Moral: Aristóteles, Kant E A Ética Na Era Da Inteligência Artificial
A Máquina Da Moral: Aristóteles, Kant E A Ética Na Era Da Inteligência Artificial
E-book50 páginas36 minutos

A Máquina Da Moral: Aristóteles, Kant E A Ética Na Era Da Inteligência Artificial

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Sobre este e-book

Em um mundo inundado por dados e algoritmos, a busca pela ética se torna mais urgente do que nunca. Este livro explora o terreno complexo da moralidade, confrontando as perspectivas clássicas de Aristóteles e Kant com os desafios colocados pela inteligência artificial. Através de um diálogo instigante entre filosofia e tecnologia, o autor investiga se a IA pode ser programada com princípios éticos e qual o futuro da responsabilidade moral em uma sociedade cada vez mais automatizada. A obra questiona a natureza da consciência, da livre-arbítrio e do significado da ação moral na era das máquinas.
IdiomaPortuguês
EditoraClube de Autores
Data de lançamento2 de ago. de 2025
A Máquina Da Moral: Aristóteles, Kant E A Ética Na Era Da Inteligência Artificial

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    A Máquina Da Moral - Andrews M. Gabriels

    A Centelha da Consciência Artificial: Introdução ao Dilema Ético

    A Máquina da Moral: Aristóteles, Kant e a Ética na Era da Inteligência Artificial

    Introdução: O Amanhecer de uma Nova Moralidade

    Vivemos em um período de transformação acelerada, impulsionada pelo avanço exponencial da inteligência artificial (IA). De assistentes virtuais a carros autônomos, de diagnósticos médicos precisos a algoritmos que moldam nossas redes sociais, a IA está se infiltrando em todos os aspectos da vida humana. Essa onipresença não é apenas tecnológica; ela levanta questões profundas sobre o que significa ser humano, o que valorizamos e, crucialmente, como devemos agir. A ascensão da IA não é apenas um progresso técnico; é um catalisador para uma reavaliação fundamental da ética. A capacidade crescente das máquinas de tomar decisões, muitas vezes complexas e impactantes, nos força a confrontar dilemas morais que antes eram domínio exclusivo da experiência humana.

    Este livro se propõe a navegar nesse terreno complexo, buscando um diálogo entre as perspectivas clássicas de dois dos maiores pensadores da ética: Aristóteles e Immanuel Kant. Acreditamos que suas teorias, embora formuladas em contextos históricos distintos, oferecem ferramentas valiosas para compreender e enfrentar os desafios éticos que a IA apresenta. Não pretendemos fornecer respostas fáceis ou soluções definitivas. Em vez disso, almejamos fomentar uma reflexão profunda e crítica sobre como podemos construir um futuro onde a IA seja utilizada de forma responsável e alinhada com os valores humanos.

    A urgência desse debate não pode ser subestimada. A IA não é um conceito abstrato ou uma fantasia futurista. Ela é uma realidade presente, em constante evolução, e suas implicações éticas estão se desenrolando rapidamente. A forma como projetamos, desenvolvemos e implementamos a IA moldará o futuro da nossa sociedade e, em última análise, a natureza da própria moralidade. Ignorar essa realidade seria um erro grave, com consequências potencialmente devastadoras.

    A Crise Ética da Inteligência Artificial

    O Desafio da Autonomia Algorítmica

    Um dos principais desafios éticos impostos pela IA é o aumento da autonomia algorítmica. Sistemas de IA, cada vez mais sofisticados, são capazes de tomar decisões com pouca ou nenhuma intervenção humana. Essas decisões podem ter um impacto significativo na vida das pessoas, desde a concessão de crédito e a seleção de candidatos a emprego até a determinação de tratamentos médicos e a aplicação da lei.

    A autonomia algorítmica, embora prometa eficiência e objetividade, também apresenta riscos significativos. Se os algoritmos forem treinados em dados tendenciosos ou se forem projetados sem consideração pelas implicações éticas, eles podem perpetuar e amplificar as desigualdades sociais. A falta de transparência e a dificuldade de responsabilizar os algoritmos por suas decisões tornam essa autonomia uma fonte de preocupação.

    A caixa preta dos algoritmos de aprendizado profundo (deep learning) dificulta a compreensão de como as decisões são tomadas. Mesmo os desenvolvedores podem ter dificuldade em explicar o raciocínio por trás de uma determinada previsão ou recomendação. Essa opacidade levanta questões sobre a justiça, a equidade e a responsabilidade. Como podemos confiar em um sistema que não podemos entender completamente? Como podemos responsabilizar alguém por uma decisão

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