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O Labirinto Das Formas: Uma Jornada Pela Ética E A Verdade
O Labirinto Das Formas: Uma Jornada Pela Ética E A Verdade
O Labirinto Das Formas: Uma Jornada Pela Ética E A Verdade
E-book47 páginas35 minutos

O Labirinto Das Formas: Uma Jornada Pela Ética E A Verdade

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Sobre este e-book

Em um mundo à beira do colapso social, Elara, uma jovem filósofa, descobre fragmentos de um antigo texto que reacende a teoria das Formas de Platão. Sua busca pela verdade a leva a questionar as estruturas de poder e as ilusões que sustentam a realidade. Ao decifrar os mistérios do Mundo das Ideias, Elara se une a um grupo de rebeldes para construir uma sociedade baseada na ética e na razão, confrontando a ignorância e a corrupção que ameaçam destruir o futuro da humanidade. A jornada de Elara é um mergulho profundo na filosofia platônica, explorando a natureza da justiça e o potencial transformador do conhecimento.
IdiomaPortuguês
EditoraClube de Autores
Data de lançamento7 de ago. de 2025
O Labirinto Das Formas: Uma Jornada Pela Ética E A Verdade

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    O Labirinto Das Formas - Andrews M. Gabriels

    A Sombra da Caverna: Introdução à Busca pela Verdade

    A Sombra da Caverna: Introdução à Busca pela Verdade

    O Mundo das Aparências e a Necessidade da Reflexão

    Desde os primórdios da civilização, a humanidade tem se debruçado sobre a questão fundamental da existência: o que é real? O que podemos realmente conhecer? A busca por respostas a essas perguntas moldou o curso da filosofia, impulsionando o desenvolvimento de teorias e sistemas de pensamento que tentam desvendar os mistérios do universo e do nosso lugar nele. Essa jornada, embora milenar, permanece extremamente relevante para os desafios éticos e sociais que enfrentamos no século XXI. Acreditamos que o ponto de partida para compreendermos essa busca e seus desafios reside em uma das metáforas mais emblemáticas da história do pensamento ocidental: a alegoria da caverna de Platão.

    A Alegoria da Caverna: Um Cenário para a Ilusão

    A alegoria da caverna, apresentada por Platão em sua obra A República, é um relato vívido e poderoso sobre a natureza da realidade e os limites da percepção humana. Imagine um grupo de prisioneiros acorrentados desde o nascimento no fundo de uma caverna. Eles não podem mover suas cabeças e, portanto, sua visão é limitada à parede frontal da caverna. Atrás deles, há uma fogueira e, entre a fogueira e os prisioneiros, pessoas carregam objetos diversos – figuras de animais, pessoas, plantas – que projetam sombras na parede que os prisioneiros podem ver.

    Os prisioneiros, já acostumados a essa realidade limitada, acreditam que as sombras são a única realidade existente. Eles nomeiam as sombras, conversam sobre elas e até estabelecem hierarquias de importância entre elas. Para eles, o mundo das sombras é o mundo real, a totalidade da experiência. Eles não têm conhecimento de que as sombras são apenas reflexões distorcidas de objetos reais que existem fora da caverna, iluminados pelo sol.

    Agora, imagine que um dos prisioneiros é libertado e forçado a sair da caverna. Inicialmente, a luz do sol o cega e ele se sente desorientado e confuso. Ele tem dificuldade em acreditar que o mundo exterior – o mundo dos objetos reais, iluminados pelo sol – é mais real e completo do que o mundo das sombras que ele conhecia. Gradualmente, seus olhos se acostumam à luz e ele começa a perceber a verdadeira natureza das coisas. Ele compreende que as sombras eram apenas ilusões, e que o sol é a fonte da luz e da verdade.

    Este prisioneiro, agora iluminado pela verdade, sente a necessidade de retornar à caverna para compartilhar sua descoberta com seus antigos companheiros. No entanto, ao retornar às trevas da caverna, ele é ridicularizado e desacreditado. Seus olhos, acostumados à luz do sol, têm dificuldade em enxergar as sombras, e ele parece tolo e confuso para os outros prisioneiros, que se apegam à sua visão limitada da realidade. Eles se recusam a acreditar em sua história e o consideram louco ou perigoso.

    O Mundo Sensível e o Mundo das Ideias: Duas Realidades

    A alegoria da caverna ilustra a

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