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O Algoritmo Da Alma: Platão, Descartes E A Busca Implacável Pela Verdade Na Era Digital
O Algoritmo Da Alma: Platão, Descartes E A Busca Implacável Pela Verdade Na Era Digital
O Algoritmo Da Alma: Platão, Descartes E A Busca Implacável Pela Verdade Na Era Digital
E-book56 páginas40 minutos

O Algoritmo Da Alma: Platão, Descartes E A Busca Implacável Pela Verdade Na Era Digital

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Sobre este e-book

Em um mundo inundado por informações e desinformação, um renomado filósofo contemporâneo embarca em uma jornada intelectual para compreender a natureza da verdade. Através de um diálogo imaginário entre as mentes de Platão e Descartes, confronta os desafios da era da informação com a ascensão da inteligência artificial. A narrativa explora como algoritmos complexos, redes neurais e a busca por dados podem tanto ampliar quanto obscurecer nossa capacidade de discernimento. O livro questiona se a busca pela verdade pode ser algoritmicamente replicada e se a consciência humana permanece um território inatingível para as máquinas.
IdiomaPortuguês
EditoraClube de Autores
Data de lançamento2 de ago. de 2025
O Algoritmo Da Alma: Platão, Descartes E A Busca Implacável Pela Verdade Na Era Digital

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    O Algoritmo Da Alma - Andrews M. Gabriels

    A Névoa da Informação: Introdução à Busca pela Verdade na Era Digital

    A Névoa da Informação

    A Era da Excesso: Um Mar de Dados e a Busca Perdida

    Vivemos em uma época de informação sem precedentes. Uma torrente constante de dados flui para nós de todas as direções – notícias, artigos, posts em redes sociais, vídeos, podcasts, e-mails, anúncios, e muito mais. A internet, outrora celebrada como uma ferramenta democratizadora do conhecimento, transformou-se em um oceano vasto e implacável de informação, onde navegar pode ser mais desafiador do que nunca. Somos bombardeados com opiniões, fatos, boatos, notícias falsas, e desinformação, todos competindo por nossa atenção. A promessa de acesso ilimitado ao saber parece ter se transformado em uma forma de sobrecarga cognitiva, uma névoa densa que obscurece o caminho para a verdade.

    Essa abundância paradoxal de informação não nos torna mais informados; na verdade, pode nos tornar mais confusos. A proliferação de fontes, muitas das quais não são confiáveis, dificulta a distinção entre o que é verdadeiro e o que é falso. Os algoritmos das plataformas digitais, projetados para maximizar o engajamento, muitas vezes reforçam nossos preconceitos e nos expõem a informações que confirmam nossas crenças preexistentes, criando câmaras de eco que limitam nossa capacidade de considerar perspectivas diferentes.

    A facilidade com que a informação pode ser disseminada na era digital também tem consequências graves. A desinformação pode se espalhar viralmente, influenciando opiniões, polarizando a sociedade e até mesmo colocando em risco a saúde pública e a democracia. A manipulação da informação tornou-se uma ferramenta poderosa, utilizada por atores políticos, empresas e indivíduos com agendas ocultas.

    Nesse contexto, a busca pela verdade assume uma importância ainda maior. Mas como podemos encontrar a verdade em meio a essa névoa de informações? Como podemos navegar nesse mar de dados e discernir o que é confiável do que não é? A resposta, acredito, reside em reconectarmos a busca pela verdade com as filosofias clássicas, especialmente com as reflexões de Platão e Descartes.

    Platão e a Busca pelas Formas

    Platão, o filósofo grego do século IV a.C., nos legou uma visão profunda da natureza da realidade e do conhecimento. Em sua teoria das Formas, Platão argumenta que o mundo que percebemos com nossos sentidos é apenas uma sombra imperfeita de um reino superior de Formas eternas e imutáveis. As Formas, como a Beleza, a Justiça e a Bondade, são a verdadeira realidade, e o conhecimento verdadeiro é alcançado através da contemplação dessas Formas.

    Antes de tudo, devo afirmar que, quando digo ensinar, não me refiro ao que ensinaram os outros, mas sim ao que sou capaz de questionar e de conhecer por mim mesmo. – Platão, *Mênon*

    Para Platão, a educação não é simplesmente a transmissão de informações, mas sim um processo de despertar a alma para o conhecimento inato que já reside dentro de nós. O diálogo socrático, método de investigação filosófica desenvolvido por Platão, é um exemplo dessa abordagem. Através de uma série de perguntas cuidadosamente elaboradas, Sócrates busca expor as contradições nas crenças de seus interlocutores e guiá-los em direção a uma compreensão mais profunda da verdade.

    Na era digital, a teoria das Formas de Platão pode nos ajudar a enfrentar o problema da sobrecarga de informação. Ao reconhecermos que a informação que recebemos é apenas uma representação parcial da realidade, podemos desenvolver um olhar crítico e buscar as

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