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Troy Turnbull - O avião e os crocodilos
Troy Turnbull - O avião e os crocodilos
Troy Turnbull - O avião e os crocodilos
E-book117 páginas1 hora

Troy Turnbull - O avião e os crocodilos

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Sobre este e-book

Neste volume, Troy Turnbull, sua esposa Adedewe e seu cunhado Jahari são contratados para ajudar no resgate dos sobreviventes da queda de um avião no coração da África. Muita ação, aventura e um mistério baseado parcialmente em fatos reais, envolvendo crocodilos, nazis, russos, ingleses, espionagem e muitos perigos ocultos na selva.
IdiomaPortuguês
Editora36Linhas
Data de lançamento25 de ago. de 2025
ISBN9798230614654
Troy Turnbull - O avião e os crocodilos

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    Troy Turnbull - O avião e os crocodilos - Ricardo Garay

    cover.jpg

    Titulo Original da Série

    TROY TURNBULL

    Título deste volume

    O avião e os crocodilos

    Autor

    Ricardo Garay

    Capa

    Ricardo Garay

    img1.jpg

    www.36linhas.com

    Direitos autorais do texto original, seus personagens ilustrações e capa

    © 2015/2025 R. Garay – Todos os direitos reservados

    Índice

    CAPÍTULO 1

    A queda do avião na África

    CAPÍTULO 2

    A equipe

    CAPÍTULO 3

    Um dia quase normal

    CAPÍTULO 4

    Troncos flutuantes

    CAPÍTULO 5

    O ataque dos crocodilos

    CAPÍTULO 6

    O encontro

    CAPÍTULO 7

    O albatross

    CAPÍTULO 8

    As rotas e a entrada no Albatross

    CAPÍTULO 9

    Russos

    CAPÍTULO 10

    Resgate no leste

    CAPÍTULO 11

    Os primeiros sobreviventes

    CAPÍTULO 12

    A rocha

    CAPÍTULO 13

    O ataque da pantera

    CAPÍTULO 14

    O encontro revelador e a morte inesperada

    CAPÍTULO 15

    Revelações

    CAPÍTULO 16

    A morte errada

    CAPÍTULO 17

    A granada e a decolagem

    SÉRIE TROY TURNBULL

    CAPÍTULO 1

    A queda do avião na África

    Estamos fazendo a volta, em três quartos de hora sairemos do continente Africano e estaremos sobre o Atlântico

    Minutos depois nova comunicação.

    Estamos agora sobre o território do Mali. Céu limpo.

    Quase duas horas depois outra comunicação.

    "Estamos para cruzar parte do território da Mauritânia.

    Meia hora depois nova comunicação.

    Algo no motor um... Motor em chamas... Asa esquerda com pequeno foco de fogo…O avião está difícil de controlar... O fogo foi extinto pelo CO2... Os ventos estão forçando para o sul... Três motores funcionando a toda a velocidade... Motor dois cortou… Dois motores… Stol… Compensando… Queda, estamos em queda, progressiva... Motor três falhando… Instrumentos não estão respondendo... Vou tentar achar uma clareira, floresta muito fechada a frente... Vou acionar o trem de pouso... Não há clareira a vista… As árvores, recolher trem de pouso, recolher…

    Isto é tudo o que temos, senhor Nipigon. A queda foi há cerca de sete horas. – Disse por fim o homem calvo sentado atrás de uma escrivaninha. Enquanto ouvia atentamente o relato das comunicações Nick olhava fixamente para o enorme globo terrestre que estava encaixado num pedestal de madeira. Então ele completou – Não iniciamos as buscas, ainda.

    O que pretende, me chamando aqui, senhor Perkins? – Perguntou o aviador ao gerente do escritório da BOAC no Egito.

    Você nos foi recomendado…

    Por quem?

    Lorde Pillsbury do almirantado.

    Lorde Pillsbury? A quanto tempo não ouço este nome, como ele está?

    Bem, suponho. Pode nos ajudar?

    Mas não precisariam de mim, já que a BOAC tem bons pilotos, grande equipe de apoio, e bons aviões…

    Este caso é diferente, pelo que apuramos o resgate terá de começar por rio, não sabemos se pelo rio Niger ou algum afluente, é preciso um hidroavião de grande porte, de um piloto que conheça a África, que principalmente seja confiável e que esteja preparado para enfrentar situações imprevisíveis em territórios Africanos.

    E que esteja disponível.

    Correto.

    Sobrou apenas eu?

    Não exatamente, você foi o primeiro e único escolhido.

    Mas pelo que sei o russo está disponível aqui mesmo, eu o vi no cais.

    O senhor se refere a Vassili Dmitriev?

    Ele mesmo, é um excelente piloto e tem um Beriev MDR-5, verdade que é bem menor do que o meu S26, tem só dois motores, mas é um hidroavião muito bom…

    Concordamos que seja, mas ele não nos parece confiável.

    Porque ele também tem de ser confiável?

    Como?

    Não é o resgate de pessoas?

    Não estou autorizado a dizer.

    Está começando a ficar bom…

    Como?

    Porque será que sempre me chamam para um serviço que nunca é simples ou fácil, tem de ter sempre algo esquisito, secreto ou ambos? Eu devo atrair este tipo de coisa, só pode ser.

    O senhor precisa nos ajudar, senhor Nipigon.

    Antes de concordar, me responda a algumas perguntas e ouça o que tenho a dizer.

    Certamente, o que deseja saber, que esteja a meu alcance responder?

    Você pode seguir carreira politica, tem talento. – Ele sorriu um sorriso amarelo. Então Nick começou... – Primeiro, quantas pessoas estavam naquele voo?

    Quatro tripulantes e dezessete passageiros, vinte e uma almas.

    Qual o avião?

    Um DH 91 Albatross…

    Esquisito…

    O que é esquisito, senhor Nipigon?

    A De Havilland construiu um dos melhores aviões já projetados, isto é muito esquisito. O avião tinha o moedor de café?

    Desculpe?

    É o apelido do transmissor de emergência, funciona a manivela, parece um moedor de café. Houve interceptação de comunicação por algum avião na rota?

    Ah, sim, passou a ser equipamento obrigatório, quando passamos a usar as rotas Africanas alternativas. Na verdade não ouve recepção nenhuma.

    A guerra vai acabar e os italianos não irão mais bloquear as rotas pelo Mediterrâneo…

    Até lá não resta a nós e as outras companhias, a não ser, usar este tipo de rota para chegar ao Egito, Grécia, Índia e mesmo a China.

    Verdade. O maior problema destas rotas é que se tem muito poucos mapas confiáveis da África central, voar pela bússola ou sextante é um risco muito grande numa extensão tão vasta de território, coberto de extensas florestas, sem campos de pouso. A propósito, qual era o destino?

    Partiu de Bombaim com destino a Bristol. Mas fez escalas em Omã e no Cairo.

    Levava carga valiosa?

    Sim, mas não posso revelar o conteúdo.

    Você tem cópia do manifesto?

    Tenho, mas não posso apresentar ele ao senhor.

    Toda a carga é segredo?

    Oh não, senhor Nipigon, apenas uma pequena parte, é tudo que posso revelar, sobre este assunto.

    Alguém importante a bordo?

    Não estou autorizado a dizer…

    Não entendo, porque dão este tipo de resposta, ela quer dizer exatamente o oposto, evidentemente que tem alguém importante a bordo.

    Espero que entenda minha posição.

    Não o invejo. O que mais pode me dizer, que não tenha perguntado ou o senhor dito?

    Posso assegurar que nosso piloto era experiente…

    Desculpe, mas ele tinha experiência de

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