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Uma Rosa Para um Patife: Uma valsa com um patife, #6
Uma Rosa Para um Patife: Uma valsa com um patife, #6
Uma Rosa Para um Patife: Uma valsa com um patife, #6
E-book219 páginas2 horasUma valsa com um patife

Uma Rosa Para um Patife: Uma valsa com um patife, #6

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Sobre este e-book

O que um futuro duque deve fazer quando a mulher mais inadequada possível captura seu coração? Eden tentou evitar qualquer possibilidade de escândalo durante toda a sua vida. Esbarrar no Marquês de Sterling e derrubar ovos em suas botas não foi a coisa mais tola que Eden Haverden já tinha feito. Concordar imprudentemente em levar o charmoso patife para casa quando cavalo dele ficou manco também não era. Mas aceitar relutantemente o convite de Chester para passar a noite em sua propriedade familiar depois que ela quase se afogou? Sim, essa certamente foi uma decisão precipitada e resultou na sua ruína total. Então, por que ela não escutou seu bom senso? Os pecados de DeCourcy perseguiram Chester por toda a sua vida. Determinado a criar um novo legado para o ducado que era tão mal visto, todas as ações e decisões de Manchester eram governadas por dedicação e disciplina. Um homem de razão e propósito, ele não deve ser distraído pela totalmente inadequada Eden Haverden. Ela não é apenas filha ilegítima do arquiinimigo de seu pai, ela também é irmã do homem que matou seu irmão. Por que então, ele não consegue resistir à poderosa conexão entre eles? Chester pode convencer Eden a deixar de lado a rivalidade de suas famílias e confiar nele com seu coração e amor?

Para uma aventura cativante de romance no período regencial que o fará virar as páginas e o manterá lendo muito além da hora de dormir, compre hoje o sexto livro da série Uma Valsa com um Patife! Esta história se passa no período regencial e fala cobre como dois inimigos se tornam amantes, escrita por uma autora best-seller do USA Today, vai aquecer seu coração e trazer um sorriso ao seu rosto. Você pode até rir, e você não será capaz de virar as páginas rápido o suficiente para descobrir o que acontecerá com Chester e Eden em seguida. Se você gosta de ler histórias de segunda chance, heróis feridos ou solteiras anti-sociais com uma pitada de suspense, uma pitada de humor e emoção fascinante, então você vai adorar a tentadora SÉRIE Uma Valsa com um Patife de Collette Cameron. Compre Uma Rosa para um Patife e acomode-se em seu recanto de leitura favorito com a bebida de sua escolha para uma emocionante aventura romântica que você não vai conseguir largar. Embora este livro possa ser facilmente lido separadamente, a maioria dos leitores prefere ler a série em ordem.

IdiomaPortuguês
EditoraBadPress
Data de lançamento12 de mai. de 2021
ISBN9781071599518
Uma Rosa Para um Patife: Uma valsa com um patife, #6
Autor

Collette Cameron

L'autrice pluripremiata e best seller per USA Today COLLETTE CAMERON® scarabocchia storie storiche scozzesi e regency con focosi furfanti e mascalzoni e le intrepide damigelle che li fanno ravvedere. Benedetta da una musa iperattiva e spiritosa che non smetterà di sussurrarle all'orecchio nuovi intrecci romantici, ha vissuto in Oregon per tutta la sua vita, anche se sogna di vivere in Scozia part-time. Dichiaratamente dipendente dalla cioccolata Cadbury, troverai sempre un pizzico di ispirazione e un pizzico di umorismo nei suoi sweet-to-spicy timeless romances® 

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    Uma Rosa Para um Patife - Collette Cameron

    UMA ROSA PARA UM PATIFE

    Uma valsa com um patife

    Por

    COLLETTE CAMERON

    Um Romance atemporal que vai do doce ao apimentado ®

    Madame?

    A voz dele era profunda e aveludada.

    Totalmente hipnotizante. Maravilhosamente imoral.

    Uma ideia interessante.

    Dedicatória

    Para todos os Sr. Wiggles e os seus donos ao redor do mundo.

    Que vocês possam sentir o amor incondicional que só um cachorro pode dar.

    (OK, gatos conseguem também!)

    Agradecimentos

    Um agradecimento ao meu grupo de leitores VIP, queridos da Collete, por me ajudarem a escolher o nome do meio do Chester, e a Amy Ikari por sugerir Bolota para o nome do esquilo de estimação de Eden.  O esquilo de estimação foi inspirado no esquilo de pinheiros da minha irmã Holly, o Orbit. Obrigada à Teresa Spreckelmeyer pela belíssima capa do livro Uma rosa para um patife, à Period Images pelos modelos que posaram para essa foto, à Kathryn Lynn Davis e Emilee Bowers pela sua fabulosa edição e, como sempre, às minhas assistentes Cindy Jackson e Dee Foster.

    Capítulo 1

    Newbury, em Berkshire, Inglaterra

    27 de maio de 1820

    Ficar enrolando não iria mudar nada.

    Manchester, Marquês de Sterling, terminou de beber o último gole do seu uísque, era razoavelmente decente. Com um suspiro resignado, ele coloca seu copo vazio no balcão gasto do bar A Raposa e o Falcão, uma garrafa inteira não conseguiria aliviar a sua tensão. Nada podia ser feito tampouco em relação aos pensamentos sombrios que se debatiam dentro da sua cabeça.

    Alguns dos fracos raios de Sol de final de tarde que conseguiam escapar por entre as nuvens eram filtrados pelas cortinas de renda que emolduravam os vidros imaculados das janelas, ele permitiu que um pequeno sorriso irônico lhe inclinasse a boca. Pelo que ele havia conseguido observar desde que chegou com seu cavalo, Marcus, até Newbury, quase duas horas atrás, com exceção da nova camada de tinta cobalto brilhante das venezianas, o bar - bem como a pitoresca cidadezinha - mudou muito pouco durante os dez anos em que esteve ausente.

    Teria mesmo se passado uma década desde que ele andou pelas ruas de Newbury, frequentou a secular Igreja de dois andares e paredes de pedras na manhã de domingo, fumou escondido seu primeiro e último charuto atrás dos estábulos, compartilhou um trago com amigos neste mesmo bar ou retribuiu os muitos cumprimentos dos simpáticos aldeões?

    Um terço da sua vida.

    Agora que a saúde do velho Duque estava debilitada, ele havia sido chamado - ordenado - de volta para o lar.

    Não, não era seu lar.

    Perygrim Park havia deixado de ser seu lar no dia que o pai culpou Chester pela morte de Byron, enquanto soltava todas as maldições do inferno sobre os Andrews de Gablecrest Hall. 

    As palavras venenosas de seu pai, que ele gritava histericamente enquanto embalava seu filho favorito nos braços, ainda ecoavam na memória de Chester - ainda feriam seu coração mesmo depois de todos esses anos.

    Ele olhou com anseio para a garrafa de uísque. Ele ousaria?

    Nem que fosse para aquietar o monólogo silencioso que estava sempre pronto atormentá-lo?

    Russel Stewart, o dono do bar, inclinou seu queixo em direção a garrafa verde escura, e cheia pela metade, enquanto secava um copo.

    Gostaria de outra dose, meu senhor? Ou talvez uma das tortas de carne da minha senhora?

    Se ele ao menos pudesse aceitar, mas a diminuição da luz confirmava que o Sol se punha e ele havia prometido chegar em Perygrim a tempo para o jantar.

    Para celebrar o seu aniversário de trinta anos.

    Muitas foram as formas que ele preferiu lembrar dessa data, nenhuma delas incluía ser ridicularizado por um velho mesquinho e rancoroso. Um idiota rabugento cujas cartas, esporádicas, eram cheias de criticas, condenações e reclamações sobre o fracasso de Chester em arrumar uma esposa e um herdeiro, se vangloriando quando Walter Andrews se afogou, há vários anos atrás, entre as terras de Perygrim Park e Gablecrest Hall. 

    Maldito seja o senso de dever de Chester, seu sentimento de culpa sem fim.

    Um ponto sensível ao seu pai, que permanecia dentro da proteção que ele construiu em volta do seu coração machucado.

    Ele respirou fundo, depois expirou de forma longa e controlada.

    O velho estava morrendo.

    Apesar do rancor do seu Senhor, Chester não conseguia ser tão cruel ao ponto de negar ao seu pai doente um último pedido. Honestamente, essa visita serviria mais para acabar de uma vez com os fantasmas que assombravam Chester do que para a sua reconciliação com o Duque.

    Ele encheu seus pulmões, inspirando profundamente, e fechou seus olhos por um instante, foi quando seu estômago roncou descontente.

    O senhor sempre gostou do ensopado de carne com batatas da Jane também. Tem certeza que não quer um prato?

    Stewart passou o pano no balcão já limpo, sua insinuação tão óbvia quando suas sobrancelhas que se juntavam na testa larga.

    Uísque em um estômago vazio nunca cai bem. Principalmente porque Chester geralmente evitava bebidas mais fortes que vinho, ao contrário de seu pai, o sexto Duque de DeCourcy.

    Dedicação e disciplina.

    Esse mantra, o lema da vida de Chester, o diferenciava do seu amargurado pai.

    Não, obrigado, apesar de lembrar bem da torta da senhora Stewart. Balançando a cabeça, Chester pega em seu bolso algumas moedas. Um outro dia, eu prometo. Esperarei ansiosamente por isso.

    Depois de deixar o dinheiro sobre o balcão liso de nogueira - lutando contra a vontade de bater contra ele e liberar um pouco da sua frustração que sentia - ele pegou sua cartola de pele de castor.

    Ele já teria chegado a Perygrim há algum tempo se Magnus não tivesse pego uma pedra a uns quatrocentos metros e precisado de cuidados. O azar do cavalo deu a ele uma pausa necessária antes de encarar o dragão que o havia gerado.

    Segurar a língua talvez seja o maior teste pelo qual Chester teria que passar.

    Dedicação e disciplina, homem. Você não saiu do mesmo molde mal-formado.

    Ele mal conteve a ironia.

    Mas eu sou um produto das entranhas dele.

    Stewart recolheu as moedas, sorrindo abertamente e mostrando os dentes de coelho que Chester lembrava tão bem.

    Eu sei que falo por mim e por outros quando digo que estamos felizes que tenha retornado, meu senhor. Eu vou fazer questão de sempre ter o vinho Bordeaux que o senhor gosta, e eu posso apostar que a minha senhora também terá sempre uma fornada de pães frescos à disposição.

    Obrigado. Mais um motivo para que eu volte logo.

    Chester olhou novamente em volta da taverna aconchegante. Quantas vezes ele e Byron saborearam uma cerveja escura enquanto implicavam e se divertiam um com o outro, como irmãos costumam fazer?

    Com um dos cotovelos sobre o balcão do bar, ele inclinou a cabeça.

    Eu senti falta disso, Stewart. Senti falta de Newbury e seus moradores.

    Ele verdadeiramente havia sentido.

    Ele sempre preferiu o ritmo sereno do campo do que a vida agitada da cidade, talvez por isso tenha comparecido a quase todas as festas em casas de campo para as quais foi convidado nesses últimos anos.

    Eu espero que o senhor nos honre com a sua presença regularmente, meu senhor. Levando seus dedos até a sobrancelha, Stewart inclinou o seu corpo robusto em relação a cozinha.

    Eu vou mandar trazerem a sua montaria agora, meu senhor.

    Com mais um aceno de cabeça, Chester calçou a sua luva de couro preto à medida que se dirigia à entrada, reconhecendo os clientes que, ligeiramente curiosos e desconfiados, olhavam o seu caminhar com um sorriso ou um aceno de cabeça. Eles vão descobrir que ele é muito mais acessível, amigável e justo que o duque atual. Ele se encarregaria disso.

    Sem mais sussurros sobre DeCourcy, o duque demoníaco, duque diabólico e covarde também.

    Talvez ele devesse se esforçar por um novo apelido, um que fosse mais lisonjeiro para um duque.

    O Duque dançarino? Não, muito fútil.

    Talvez o Duque Charmoso? Pomposo e cheio de prepotência.

    O Duque Digno?

    Uma memória se acendeu - ele nadando nu no lago, algo que ele pretendia fazer novamente agora que havia voltado para casa, não tinha nada remotamente digno nisso.

    Ele esticou a mão para abrir a trava quando a porta se abriu, praticamente o acertando no rosto. O robusto painel da porta parou abruptamente quando a madeira atingiu as suas botas e, seus dedos dos pés, machucados, se curvaram em protesto, apesar da forte proteção de couro.

    Com os braços carregados, uma pequena mulher vestida com uma roupa marrom opaca, se chocou contra ele batendo sua testa contra o peitoral dele e, dando um grito assustado, derrubou uma das cestas.

    Ovos e verduras se espalharam por toda parte, incluindo nas botas dele, e ele, instintivamente, agarrou-a pelos cotovelos para impedir que ela também fosse parar no chão gasto.

    Um sopro de rosas e lírios, e algum outro cheiro, subiu até o seu rosto. Suas narinas dilataram e ele inspirou na tentativa de decifrar os outros aromas. Talvez um toque de flor de laranjeira ou de limão? Fresco, leve e totalmente memorável.

    Mil perdões.

    Sem fôlego, o topo da sua cabeça mal chegava a altura do ombro dele, ela se afastou olhando para cima.

    Seu capuz caiu, revelando o cabelo solto, de um tom que ficava entre o da noz e o da noz-pecã. Não era bem marrom, mas também não era louro, apesar de ter fios louros espalhados pelas mechas de cabelo.

    Seus pálidos olhos azul claros - cor de um jacinto azul - se arregalaram em surpresa mas não demonstravam vergonha. Um azul esverdeado mais profundo circundava sua íris e, se ele não estava enganado, brilhava com incontida alegria e uma diversão mal disfarçada.

    Direcionada a ele.

    Lutando contra uma inexplicável resistência, ele conseguiu solta-la. Entretanto, não sem antes reparar na delicadeza do braço envolvido pelos seus dedos ou os traços refinados do seu rosto corado. Ou sua boca curvada e de um rosa avermelhado do ar de Maio, mais frio que o normal.

    Desde quando ele notava o cabelo de uma mulher?

    Ou seus lábios coloridos pelo frio, para falar a verdade?

    Deve ser o uísque - o deixou entorpecido. Era por isso que ele raramente bebia mais do que uma dose.

    Insatisfeito com a sua reação tão intensa, não solicitada e perturbadora, ele apertou os lábios e dirigiu a ela um olhar de reprovação.

    Talvez você devesse olhar para onde anda e ter mais cuidado quando for abrir uma porta.

    Tem razão, eu deveria, senhor.

    Nem um pouco mortificada, ela lhe ofereceu um sorriso cativante, e uma sensação estranha vibrou no seu peito.

    Maldito uísque.

    Como algo tão simples, os lábios dela, macios como pétala, se curvarem em um sorrisos, conseguiam transformar traços banais em uma beleza de tirar o fôlego?

    E, principalmente, por que ele havia notado isso?

    Porque um homem pode se apaixonar por esse sorriso radiante.

    Ele balançou a cabeça.

    Por Júpiter, ele não havia bebido o suficiente para criar esse tipo de reflexões fantasiosas.

    Não ele, o mestre em controlar os seus instintos mais básicos e suas inclinações mais sombrias.

    Russel, pode me trazer uma toalha ou duas? O pequeno furacão chamou o taberneiro à medida que se abaixava e torcia com pesar aquela boca linda, em forma de um botão de rosa, olhando a bagunça que havia feito. Depois de colocar o outro cesto no chão, ela juntou as ervas que dariam para aproveitar.

    O cheiro de orégano esmagado, alecrim e sálvia, e outras plantas aromáticas que Chester não conseguia identificar, aumentou.

    Quem era ela?

    Obviamente, era alguém que havia se mudado para a cidade depois que o pai o havia deserdado. Embora seu casaco fosse simples, as botas gastas aparecendo por entre as dobras do seu vestido de lã avermelhado não fossem a última moda, suas roupas tampouco eram grosseiras como as de um plebeu.

    Uma jovem e solitária viúva, talvez?

    Pelos olhos semicerrados, ele a examinava, gostando muito do que via.

    Não era atraente no sentido clássico da palavra, mas havia algo que ele não conseguia identificar mas o atraía. O chamava e causava pensamentos e sensações indisciplinadas que lhe batiam contra as costelas.

    Muito preocupantes essas reflexões precipitadas. Elas revelavam uma crueldade, um traço herdado que ele sempre - pelo menos até agora - controlava meticulosamente, não queria espelhar o comportamento e tendências obscenas do duque.

    Passando a mão sem luva por sobre a boca e o queixo, Chester estreitou o olhar.

    Ele nunca havia pensado em ter uma amante antes, principalmente assim que conheceu a mulher, mas ele precisaria de alguma coisa - de alguém - para mantê-lo são nas próximas semanas, ou meses.

    Ela poderia ser exatamente a distração tentadora de que ele precisava.

    Stewart colocou sua cabeça para fora do batente da porta que levava para a cozinha. Esposa, a senhorita Eden teve um acidente, ela precisará de ajuda para limpar.

    Senhorita Eden?

    Não é uma viúva, então. Isso é um incômodo. Chester não flertava com inocentes, não importava o quão fascinantes eram seus sorrisos ou o quão sedutores pudessem ser seus olhos inocentes.

    Uma decepção injustificada lhe apertou as costelas.

    O que foi isso? Trazendo panos molhados, a senhora Stewart saiu apressada da cozinha, com suas bochechas redondas vermelhas, certamente, de trabalhar

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