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Um Sonho Do Qual Eu Não Quis Acordar
Um Sonho Do Qual Eu Não Quis Acordar
Um Sonho Do Qual Eu Não Quis Acordar
E-book77 páginas25 minutos

Um Sonho Do Qual Eu Não Quis Acordar

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Sobre este e-book

129º livro do autor das séries “OLYMPUS” e “EROTIQUE”, sendo 128 de Poesia e um de contos e crônicas, sendo 127 deles publicados no Clube de Autores. Alguns trechos: “E assim foi transcorrendo esse enredo De um filme real do qual eu sabia o final, Dois personagens que deixaram de se amar, Guardando um do outro esse triste segredo, Até chegarmos no desenlace brutal Desse sonho estranho do qual eu não quis acordar...” “E nos exploramos, noite a dentro, Por horas compartilhando beijos e taras, Em meu altar de devoções, estás bem no centro, Experimentando juntos as delícias mais raras!” “Com minha expertise acumulada, Desbravo teus territórios bravios, Pois nunca foras assim explorada, Fazendo jorrar o mel de teus rios, E gemidos por toda a madrugada, Esquentando teus lábios tão frios, E que de repente se transformaram Em tórridos, repentinos vulcões,” “Sequei suas lágrimas com um lenço, E logo depois ela me beijou, Um beijo reconciliador, inesquecível, Com aquele arrebatamento De nossos primeiros beijos, E que houvéramos, aos poucos, esquecido, Enquanto dezenas de pessoas Passavam ao nosso redor, Olhando para aquela cena inusitada De um encontro acidental, Num corredor de um shopping repleto, Entre dois amantes que se reencontravam, Para nunca mais se deixarem outra vez...” “Enquanto dirigia para longe de ti, Sem plano nenhum de algum dia voltar, Fui varrendo todas as lembranças ruins, Das brigas inomináveis que com ninguém reparti, Que tornaram inabitável aquele lugar, Em histórias dignas de figurar em cruéis folhetins.” “Em minha mente inquieta, Onde coexistem o Engenheiro e o poeta, Bailam algumas questões Para as quais não encontro explicações, Entre as quais a mais obscura Que nela provoca uma fratura, É a pergunta mais atrevida, Para explicar o segredo da vida, Que ouso narrar em um verso: Quem criou Deus, que criou todo o Universo?” “Mas considere que não sou o que pareço, Minhas histórias não passam de invenção Dessa minha mente que recebe lampejos De memórias que jamais teve, E narra tais histórias em forma de poemas, Onde o narrador parece ser eu, mas não é, Não passa de um personagem fictício, Que inventei para dar vazão à minha lira,” “E teus olhares alimentam minhas quimeras, Que povoam de sonhos os meus sonos, Mas como poderiam as tuas poucas primaveras Abrigar os meus muitos outonos?” “Eu olharei no fundo de seus olhos, Com minha alma exposta pela última vez, E lhe perguntarei se você se reconheceu Nas linhas apaixonadas que descrevem você, De uma forma que não se reflete nos espelhos!” “Pois a felicidade não passa de algo fútil, E dura tão pouco tempo, não é real, Não passa de uma percepção surreal, Em que acreditamos quando sonhamos, E apagamos da memória, quando despertamos, Enquanto o planeta segue a girar, Em seu curso pelo Sistema Solar, Sem se preocupar com cada alma que nele habita, Eternamente a vagar pelo Cosmos, nessa rota infinita...” “E todo o tempo essa resposta escondeu? Por que o relógio de minha vida subitamente parou, Só porque você foi embora, e nunca voltou?” “Ei, em meus braços ache o seu lugar, Esqueça o recato lá fora, Conjuguemos juntos o verbo amar, E depois, nunca mais vá embora...” “Nos caminhos por onde passo, Junto contigo, de mãos dadas, Fica um rastro de Poesia...” “Mesmo que tua ausência tenha me levado a paz, Legando a meus versos uma certa acidez, Minha lucidez ficou por um triz, E mal disfarço o pedaço que falta de nós, Neste triste poema, escrito à meia-luz!” “São tantas verdades secretas, Que no fundo da mente se esconde, Esperando que jamais se revelem, E que essas coisas indiscretas Escondidas mal se sabe onde, Em algum freezer na alma congelem!” “Antes de partires para sempre, Aguardes apenas um instante, Enquanto visto um sorriso, Para disfarçar minha destruição...” “Quando de mim chegas perto, O teu perfume me inebria, Fico de tua magia repleto, A escorrer de meus ded
IdiomaPortuguês
EditoraClube de Autores
Data de lançamento10 de jun. de 2023
Um Sonho Do Qual Eu Não Quis Acordar

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    Um Sonho Do Qual Eu Não Quis Acordar - Marcos Avelino Martins

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    UM SONHO DO QUAL EU NÃO QUIS ACORDAR

    TEXTOS, REVISÃO, PROJETO GRÁFICO, DIAGRAMAÇÃO E CAPA:

    MARCOS AVELINO MARTINS (cygnusinfo@gmail.com)

    IMAGEM DA CAPA:

    https://pixabay.com/

    (imagem do Pixabay por )

    Copyright © 2023 by Marcos Avelino Martins

    Direitos autorais reservados. Reprodução parcial ou total dessa obra não permitida sem expressa permissão do autor. A violação dos Direitos Autorais (Lei nº 9.610/98) é crime estabelecido pelo Artigo 184 do Código Penal.

    M386

    Martins, Marcos Avelino, 1953 -

    Um sonho do qual eu não quis acordar – Goiânia-GO

    Edição do autor, Junho/2023

    105 p.

    ISBN: 979-83-97-80084-6

    1. Literatura. 2.Poesia. I. Martins, Marcos Avelino. II. Título

    CDU: 821.134.3(81)-1

    Esta obra é inteiramente ficcional. Os personagens são criados a partir da imaginação do autor, e não são baseados em acontecimentos. Qualquer semelhança com situações ou pessoas, vivas ou mortas, é incidental.

    Agradeço às inúmeras pessoas que contribuíram com histórias, postagens ou imagens que serviram de fonte de inspiração para alguns poemas desse livro.

    UM SONHO DO QUAL EU NÃO QUIS ACORDAR

    O nosso sonho de felicidade

    Duradoura, eterna,

    Foi desmoronando aos poucos,

    Com choques de dura realidade,

    Que entre sonhos e desilusão se alterna,

    Como deve acontecer aos amantes e aos loucos...

    Devagar, o sonho foi desmoronando,

    Mesmo que eu não quisesse acreditar

    Que isto na verdade acontecia,

    E o amor lentamente foi se acabando,

    Sempre que eu percebia estar a sonhar

    Com algo que não mais me pertencia...

    Às vezes, eu te olhava,

    Deitada languidamente em meu colo,

    E imaginava que estava a devanear,

    Pois não parecia que o amor se acabava,

    Mas as nuvens do sonho caíam no solo,

    Sempre que começávamos a brigar...

    E assim foi transcorrendo esse enredo

    De um filme real do qual eu sabia o final,

    Dois personagens que deixaram de se amar,

    Guardando um do outro esse triste segredo,

    Até chegarmos no desenlace brutal

    Desse sonho estranho do qual eu não quis acordar...

    Vídeo relacionado: Elis Regina

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