A alfabetização de crianças com diagnóstico de deficiência intelectual: o direito à diferença
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Sobre este e-book
Essa realidade é desvelada ao adentrarmos na instituição "escola" e observarmos a cultura da normalidade, o que dificulta as relações e o acesso aos saberes e diminui o aluno que não está dentro dos padrões impostos pela sociedade. Nasce daí minha preocupação em garantir o direito a todos os alunos de ter uma educação de qualidade.
Diante do exposto e inquietada com as dificuldades encontradas na educação, como mãe e professora de pessoas com deficiência intelectual, desenvolvi pesquisa para que pudesse acompanhar a aprendizagem de crianças com diagnóstico de deficiência intelectual e identificar percalços e avanços nesse processo e propor intervenções embasadas nas referidas análises e nos estudos sobre o referencial teórico.
Nesta obra eu apresento a referida pesquisa.
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A alfabetização de crianças com diagnóstico de deficiência intelectual - Regina Célia Fernandes Perpetuo
1. ASPECTOS HISTÓRICOS E CONCEPÇÕES SOBRE PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS
Neste capítulo, apresento alguns aspectos históricos e a legislação sobre pessoas que necessitam cuidados especiais,⁵ a fim de entendermos porque tanto rótulo e preconceito acerca de pessoas que têm rotina diária executada de forma diferente
e/ou concebem o conhecimento de maneira diversa. Sendo assim, proponho uma reflexão a respeito da concepção social ao longo do tempo sobre pessoas com necessidades especiais como um peso para a sociedade.
O estudo da história nos ajuda a compreender o homem no seu tempo; a sociedade não surgiu e se formou do nada, ela é fruto de um processo histórico-social.
Desta forma, concordo com Jannuzzi (2012, p. 2), quando afirma que, Ao retomar o passado, também se poderá, talvez, clarificar o presente quanto ao velho que nele persiste e perceber algumas perspectivas que incitarão a percorrer novas direções
, isto é, a história não é só processo de formação do presente, mas também é sinalizadora do futuro; olhar para o processo de construção histórico nos ajuda a encontrar caminhos para solução ou minimização dos problemas futuros.
Diante do exposto, para entendermos por que os profissionais, tanto da educação, quanto da área médica, tendem a ver as pessoas com necessidades especiais com o olhar para a deficiência e imaginarem que essa é delimitadora para a efetivação da participação desse na sociedade, é preciso retomar esse processo de construção histórico-social. Sendo assim, apresento as reflexões históricas a partir das
