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A Vida Continua? Sim Ou Não? - Alder D'pass
ALDER D’PASS
A VIDA CONTINUA?
SIM OU NÃO?
1ª Edição
Rio de Janeiro
Alderaci Brasileiro passos
2018
A VIDA CONTINUA?
SIM OU NÃO?
INDICE
INTRODUÇÃO 9
A Questão Religiosa 13
A Questão Cultural 27
O Medo da Morte 33
Uma nova concepção 44
PRIMEIRA PARTE – ANTIGUIDADE 65
CAPÍTULO 1 – Religião e Crença Na Antiguidade 67
O medo e a crença na vida após a morte na Antiguidade 67
Dos povos da Antiguidade: Os Egípcios 70
O Povo Grego 76
O Judaísmo e o Cristianismo 79
Conclusão do Primeiro Capítulo 88
Conclusão da Primeira Parte 158
CAPITULO 2 – A Filosófica Socrática 101
A teoria da imortalidade da alma 101
A vida Após a Morte 108
Da Alma 136
SEGUNDA PARTE: MODERNIDADE 161
CAPÍTULO 3 – Estudos Científicos e Filosóficos
Contemporâneo Da Vida Após A Morte 163
Cogito ergo sum; O Espiritismo;
As Experiências de Quase Morte - EQM 163
Cogito Ergo Sum 163
A Doutrina Espírita 181
EQM – Experiências de Quase – Morte 194
Conclusão Terceiro Capítulo 208
CAPÍTULO 4 – Psicosmologia –
A Ciência da Felicidade e da Autorrealização Humana 213
Conclusão 237
Ter medo da morte significa imaginar que sabemos o que não sabemos, pois sobre ela ignoramos tudo, e nem mesmo sabemos se não é um grande bem para nós. Ou é um desaparecimento da consciência, um sono sem sonhos que nada tem de pavoroso, ou antes, uma viagem da alma que migra para o país dos mortos
.
Sócrates.
INTRODUÇÃO
A Questão Religiosa; A Questão Cultural;
O Medo Da Morte; Uma Nova Concepção.
Este livro não é um tratado metafísico sobre a alma, nem visa provar a sobrevivência da alma do homem após a morte do corpo como à primeira vista o título possa sugerir. Então, por que a questão: A Vida Continua? Primeiramente porque nosso propósito é provocar nas pessoas um momento de reflexão sobre o medo
da morte que, por ignorar o que é a morte pensam que ela é um grande mal. E, em segundo lugar porque o medo
da morte é um sentimento humano, uma emoção natural que deve ser superado pelo conhecimento racional e científico da natureza do fenômeno VIDA! Em oposição ao conceito de morte
.
Pensamos em escrever este livro, não para convencer ninguém a mudar suas crenças, mas para trazer à tona a discussão sobre o medo da morte. Deste modo, pensamos que podemos contribuir para esclarecer que o medo da morte, não apenas é irracional, mas é também um comportamento cultural tendo em vista que a grande maioria das pessoas não possui um conhecimento sólido sobre a questão da imortalidade da alma, da continuidade da vida e que suas crenças são oriundas das ideias aprendidas da religião. É neste sentido que resolvemos pesquisar as raízes históricas do medo da morte e sua implicação com o conhecimento em relação à continuidade da vida e sobrevivência da alma humana. Sabemos que essa é uma questão controversa e, por isso mesmo pensamos que escrever um livro que trate do medo da morte e da continuidade da vida é relevante do ponto de vista filosófico e psicológico. O medo é uma emoção natural que toda pessoa sente quando se vê em situações de perigo e não há quem não sinta receio diante da possibilidade de morrer. Mas a história apresenta um caso excepcional de um homem – Sócrates – que não apenas ensinava que morrer não era o maior dos males humanos (como a maioria das pessoas pensa), mas que poderia ser um grande bem, como também deu o exemplo e morreu tranquilamente consolando amigos e discípulos após ter sido condenado à morte por ingestão de cicuta pelo júri popular da cidade de Atenas na Antiguidade. Foi a partir da leitura de a Apologia
de Sócrates e das concepções socráticas sobre a imortalidade da alma que percebemos que tal questão não é estudada com a devida atenção e nem discutida ou questionada nas escolas e nem mesmo nas faculdades, inclusive as de filosofia e muito menos de outras ciências humanas no sentido de educar
as pessoas para vivenciar o fenômeno da morte
com naturalidade e dignidade, enquanto fenômeno natural, não apenas de entes queridos com o devido equilíbrio emocional, como também para realizar uma reflexão sobre sua própria vida e sobre o fato de que, todo homem é mortal e fatalmente está destinado a passar pela experiência da morte e que ninguém pode prever quando, como e onde vai vivenciar essa experiência. Esse foi o nosso propósito quando escolhemos o título da presente obra – A VIDA CONTINUA? – essa questão colocada de forma despretensiosa implica na questão fundamental: o que é a morte? E, por que temos medo da morte se ela é fato natural na vida de todo ser humano? Todo ser vivo no planeta tem seu ciclo de vida: nasce, vive e morre. Mas, para onde vai o homem após essa vida terrena, sua inteligência, seu intelecto e racionalidade, sua consciência e suas memórias, seu eu
? Ele desaparece no nada
após a morte? Ou seu eu
continua a existir em outra realidade similar à nossa? Pensamos que a vida continua, mas a nossa opinião é apenas uma crença pessoal como a de qualquer outra pessoa. Mas, essa crença das pessoas se fundamenta em que?
A Questão Religiosa
Quando se fala em religião muita gente tem uma ideia própria e pensa que, ou a religião é uma crendice popular sem sentido, ou que religião é o que dá sentido à vida do homem e que, portanto, viver sem religião é uma ofensa a Deus. Muitas pessoas confundem religião com fé em Deus ou com valores éticos, comportamento moral e prática da caridade etc. Pensamos que a palavra religião
expressa uma ideia vaga e por vez confusa na cabeça das pessoas conforme sua cultura, mas principalmente pensamos que a palavra religião expressa uma emoção como a palavra paixão que cada pessoa sente da mesma forma, mas com intensidade diferente, porém, quando expressa em palavras ela manifesta o conteúdo da linguagem e da cultura e do sentir humano. Em sentido amplo, religião é uma palavra geralmente definida como um conjunto de crenças e dogmas, relacionadas com práticas e orações, templos, igrejas, rituais, símbolos, manifestações sobrenaturais, mitos, profecias e revelações divinas etc., que explicam a origem do homem, do mundo e do universo, bem como a existência de seres (deuses, demônios, anjos, santos etc.) sobre-humanos dotados de poderes capazes de subverter a ordem natural das coisas e de realizar milagres, bem como em uma vida após a morte, na imortalidade da alma e em um juízo dos atos humanos pelo Deus ou deuses determinando o destino do homem. Mas, o que mais caracteriza uma religião é a crença em um ou mais ser todo-poderoso, um Deus ou deuses que determina o destino do homem nesta e em outra vida. Portanto, popularmente religião significa crer ou ter a crença em Deus ou em deuses a quem o homem deve sua vida e existência. Mas, o que é religião? Religião em sua definição nominal literalmente significa re-ligar
. A palavra religião deriva da palavra latina "religionem". Cícero[1] (45 a. C.) já afirmava que religião se refere a "relegere, reler se referindo ao costume das pessoas religiosas em dar especial atenção às coisas divinas e de reler seus livros sagrados com devoção buscando uma conexão com a divindade. Outro pensador, Lactâncio (século III e IV d. C.) afirma que religião vem do latim
religare que significa religar no sentido de o homem restabelecer a conexão espiritual com Deus. Santo Agostinho (Agostinho de Hipona. Século IV d. C.) em seu livro
A Cidade de Deus diz que religião deriva de
religere no sentido do homem
reeleger-se com Deus. Depois, em sua obra
De Vera Religione ele adota a ideia de Lactâncio no sentido de
religar".
Desde a Antiguidade a crença na vida depois da morte
é quase universal, assim como a crença em Deus ou nos deuses e, portanto, na existência de outra realidade, outra dimensão onde o espírito do homem é levado a julgamento pelos deuses, recebendo o prêmio por suas virtudes ou o castigo pelos seus erros
, pecados e vícios, determinando o destino do homem assim na "Terra como no céu" principalmente pelas grandes religiões: o judaísmo, o islamismo, o cristianismo. As exceções são o budismo, confucionismo e o taoismo que não prega existência de deidades, (embora sejam espiritualistas) e por isso são consideradas ateístas ou não são definidas como religião em sentido estrito. Todavia, podemos dizer que toda religião é espiritualista, mas nem toda crença espiritualista é religião. Um caso particular é o do espiritismo que é espiritualista e prega a existência do Deus único (monoteísta) judaico-cristão, criador do universo, da Terra e do homem, mas que não foi definida por seu fundador, Allan Kardec[2] como religião, embora no movimento espírita brasileiro entre seus adeptos há os que querem definir o espiritismo como ciência, filosofia e religião
enquanto outras pessoas busca manter a definição original de Allan Kardec: o espiritismo é ciência e filosofia! O Espiritismo é ciência porque tem por método o que é comum às ciências em geral, a observação de fenômenos (mediúnicos), a pesquisa e a criação de teorias para explicar os fenômenos. O espiritismo é filosofia moral porque adota um código de ética fundado na moral cristã. Como também, busca demonstrar as implicações morais da existência do espírito e a imortalidade da alma, bem como é uma doutrina deísta porque acredita na existência de Deus. Porém, sem adotar a atitude dogmática da religião, nem adota rituais, cultos, cerimônias etc., tão tradicionais nas grandes religiões. O propósito de Allan Kardec em não definir a espiritismo como religião foi o de utilizar o que de melhor tem a ciência (a pesquisa e observação etc.) e a filosofia (a racionalidade) e evitar os aspectos negativos da religião (o dogmatismo, etc.) sem cair no materialismo da ciência e nem no ceticismo filosófico e o radicalismo, o fanatismo e os conflitos dogmáticos das religiões. A nossa pretensão aqui não é discutir o significado e definição de religião, ou o problema da crença na existência de Deus ou de deuses, pois entendemos que a crença religiosa é um
